Açorda de camarão e pescada
DOBRADA À MODA DO PORTO
Um dia, num restaurante, fora do espaço e do tempo,
Serviram-me o amor como dobrada fria.
Disse delicadamente ao missionário da cozinha
Que a preferia quente,
Que a dobrada (e era à moda do Porto) nunca se come fria.
Impacientaram-se comigo.
Nunca se pode ter razão, nem num restaurante.
Não comi, não pedi outra coisa, paguei a conta,
E vim passear para a rua.
Quem sabe o que isto quer dizer?
Eu não sei, e foi comigo...
(Sei muito bem que na infância de toda a gente houve um jardim,
Particular ou público, ou do vizinho.
Sei muito bem que brincarmos era dono dele.
E que a tristeza é de hoje).
Sei isso muitas vezes,
Mas, se eu pedi amor, porque é que me trouxeram
Dobrada à moda do Porto fria?
Não é um prato que se possa comer frio,
Mas trouxeram-mo frio.
Não me queixei mas estava frio,
Nunca se pode comer frio, mas veio frio.
in "Poemas", Álvaro de Campos
Uma pequena amostra das minhas refeições de Inverno. Embora todos estes pratos, à excepção dos cozidos com enchidos e da cabidela, também se possam comer durante o ano inteiro, é raríssimo fazer cozinhados no forno durante o Verão.
Uma pequena amostra das minhas refeições de Inverno. Embora todos estes pratos, à excepção dos cozidos com enchidos e da cabidela, também se possam comer durante o ano inteiro, é raríssimo fazer cozinhados no forno durante o Verão.
Borrego no forno com limão e alecrim
Rolo de peru com fiambre e queijo e noodles
Cabidela
Espadarte com batata doce
Bife de lombo com batatas e cogumelos
Bife de atum com natas e pimenta preta
Espetada de vitela
Jardineira
Arroz malandro de coelho com vinho tinto
Feijão com couve
Percebes






Ai meu deus! Isto tudo parece-me bem, principalmente os percebes!!!!!!!!
ResponderEliminarPS: tinha de vir comida pra eu comentar no blog eheheh
EliminarAí os percebes... O que eu me pelo por percebes carnudos... Hummmmmmmmm... :):):)
EliminarAaah Cláudia, não resististe aos percebes...;-)
EliminarLaurinha, que post apetitoso em todos os sentidos !
ResponderEliminarBeijos. D
Já vi qual a tua preferência. E dos carnudos, sim, porque às vezes aparecem uns assim muito enrugaditos...;-)
Eliminarxx
Chegou hoje a primavera,
ResponderEliminarEm Escrito no Vento, procuro uma flor
Chegou chocha, mesmo assim gosto dela
Digo chocha, por que não trouxe calor!
Todavia aqui, em Escrito no Vento,
Encontrei a mesa, posta, de inverno
Do passado, ainda, bem me lembro
Por isso hoje açorda não quero!
Dobrada à moda do Porto também não
Quero antes umas sopas de tomates
Porque tenho medo da tanta corrupção
De mãos dadas com tantos disparates!
Ainda há gente que acredita!
Eu Já não sei escrever, pois não
Sem dar uma bofetada na política
Antes que destruam esta nação!
Tanta comida e tanta gente com fome,
Jardineira também não me apetece
Apetecia-me uma tiborna de pão mole
De manhã uma tijela cheia de almece!
De tanta comida estou satisfeito!
Tudo em pratos limpos estou prantando
Porque nem tudo no mundo é perfeito
Por hoje já chega, agora vou andando!
Um abraço para você,
amiga Laura Santos.
Eduardo.
Há que tempos que não como uma tiborna, não me ocorre fazê-las ...mas nunca comi almece.
EliminarPrantou tudo em pratos limpos, sim senhor, e com muitos versos, Eduardo!...
Abraço.
OI LAURA!
ResponderEliminarNOSSA, CADA PRATO, DEU ÁGUA NA BOCA.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/
Obrigada, Zilani.
EliminarUm abraço!
xx
tanta comida... quase me babo!
ResponderEliminarQuase!...;-)
Eliminarxx
Oi Laura, quando vi o seu comentário em meu blog fiquei pensando de onde era vc, de qual blog, esse rosto ñ me é estranho e cliquei em vc reconheci o blog e logo me veio a lembrança que mais ou menos no dia 4 ou 9 de Fevereiro entrei aqui comentei e te fiz um convite para uma festa em outro blog, Ilha da Lindalva, eu não sei se vc foi a festa. Se ñ foi já deixo o convite para a páscoa, eu nunca participei mas dizem que é muito bonita.
ResponderEliminarMas independente de vc ir ou ñ, quero te agradecer por sua visita, suas palavras de carinho.Obrigada de verdade vc foi muito gentil com as palavras.
E quanto ao seu texto, essas comidas que parece um manjar dos deuses! Amo e ainda bem que já jantei se ñ....
Bjsss.
Oi Célia!
EliminarEu visitei a Ilha de Lindalva, sim, peço desculpa mas não tenho tempo nem paciência para esse tipo de festas, passatempos, jogos, concursos, e sei lá mais o quê.....!
De resto não tem que agradecer-me nada, é um prazer visitar e comentar o que me interessa.
Ainda bem que ninguém entra aqui de barriga vazia, então...:-)
Obrigada, Célia.
xx
BOM DIA, LAURA SANTOS
ResponderEliminarAté estranhas de comentar logo de manhã, mas deixaste-me de água na boca, se não tinha nada para almoçar, aproveitei e levei uma, espetada de vitela....
Teria levado uma dobrada à moda do Porto, mas, queria quente!
É impossível resistir a tanta coisa boa, já viste que me deixaste o dia todo a pensar nestes deliciosos pratos?? Nem me vou concentrar no curso...ehehehhehehehhe
PS: Nunca comi cabidela assim...É sempre com arroz... mas há sempre uma primeira vez...
A que horas é o almoço?? ou o jantar?!! PARABÉNS À COZINHEIRA
Até logo, beijocas.
Olá Cidália!
EliminarRealmente nem sei o que te deu hoje, não costumas comentar de manhã, mas como era comida, sentaste-te logo a marcar lugar...;-)
Nós aqui no Sul costumamos fazer a cabidela com batata, enquanto no Centro e Norte é com arroz...
O almoço é sempre às 13h e o jantar é sempre às 20h.
Obrigada, Cidália, porta-te bem...:-)
xx
Boa noite Amiga
EliminarPois, falam-me em comida, e eu meto logo as orelhas no ar, lool Não sou esquisita, marcha tudo....
Estou quase a chegar, o que é o menu, hoje?? Olha Pode ser o Arroz de coelho com vinho tinto...
Beijocas...
Eu também sou boa boca. Esta noite não terias sorte nenhuma; é peixe cozido!...:-)
Eliminarxx
Estava para fazer um post com as minhas ervilhas(*), do quintal até ao tacho, mas depois de ver a primeira foto, fiquei logo a salivar...
ResponderEliminarImagino o que dirá a sua sobrinha quando vir isto: - Não há tia como a minha!
(*) Semeio, colho, descasco, cozinho (estas levaram chouriço de porco preto de Barrancos), reparto e como (dois ovos escalfados só para mim). Sou "um rapaz" muito prendado...
:)
Ah Rui, você prometeu que fazia o post com as suas ervilhas...
EliminarPara alguém que semeia, cuida, colhe, descasca e cozinha, o prato deve ficar com um sabor ainda mais especial. Só pode ser prendado e dedicado, realmente...o que só lhe fica muito bem!
A minha sobrinha?...As minhas sobrinhas!...:-)
Fico à espera do post com as ervilhas o chouriço de Barrancos e os ovos escalfados!...;-)
Bom dia Laura
ResponderEliminarDe facto deve ser horrível comer um prato de dobrada fria. Aliás penso que, com a excepção dos Percebes, que adoro, todos os outros pratos serão melhores ou mais deliciosos estando quentes.
Olhando para estes pratos deixam ficar na boca aquela saliva de um desejo forte e tentador. Qualquer deles são, imagino eu, uma delicia.
Sou individuo capaz de os degustar, tanto de Inverno como de verão, tendo como única diferença, digo eu que sou uma nódoa como avaliador dessa matéria, que de Inverno se come mais.
Ouvir a chuva cair lá fora, e ter qualquer desses pratos na frente, quem consegue resistir?
Mas não vou comer nenhum..Até porque não os consigo tirar aqui do teu blogue, looool
Fica feliz
xx
Olá Ricardo!
EliminarPois, há pratos que têm mesmo que ser servidos bem quentes, e faltam aqui as sopas, porque faço sempre muitas sopas, principalmente no Inverno.
Há muita comida tipicamente de Inverno; eu por exemplo não me imagino a comer qualquer tipo de açorda, de cozidos, ou cabidela, em pleno Verão...mas em meia-estação ainda vá lá...
Mas os grelhados faço o ano inteiro.
Obrigada, Ricardo!
xx
Adoro grelhados...adoro comer bem..adoro a boa cozinha...Sou um bom garfo...
EliminarImagino-te uma cozinheira fabulosa. Felizes daqueles que degustam os teus pratos e pitéus...
Fica feliz
Bom fim de semana
Eu também gosto de grelhados, sejam eles de peixe ou de carne.
EliminarOs que experimentam os meus pratos nunca se queixaram..... ficaria mal...:-)
Bom fim de semana.
xx
São seis horas em Campinas e já estou com fome novamente, mesmo depois do café! abração
ResponderEliminarMas alguém sente fome depois de tomar café?!...:_)
EliminarAbraço, Ives.
Não conhecia essa tua faceta...A menina faz o obséquio de me dizer a hora e o local onde me devo dirigir para devorar esse apetitoso manjar?
ResponderEliminar:)))
Já foi tudo comido, Jorge!...:-)
EliminarTxiiii...azar dos diabos...
EliminarBeijinho doce e bom domingo, simpática!
:)))
Coisas que têm que ser comidas quentes, é o que é...:-)
EliminarQue ricas refeições, se não tivesse acabado de almoçar fazia já o download para provar o bacalhau frito com cebola pimento e pickles :-) adoro também cabidela, desde que esteja bem feita, o que nem toda a gente consegue, mas prefiro-a com arroz.
ResponderEliminarNo Inverno ou nos dias mais frios, um dos meus pratos favoritos é feijão com massa ou arroz, também com couves acompanhado com carne de porco da salgadeira e chouriça, cozido tudo na mesma agua, é daqueles pratos que conforta a alma!
Um excelente poema de Álvaro de Campos, heterónimo de Fernando Pessoa. Crítico, mas simultaneamente elogioso. Esse prato do Porto quando bem feita e tem de ser quente é muito boa.
Bom fds.
Aqui no sul a cabidela costuma ser com batatas e come-se muito pelo Natal. Eu gosto dela com arroz ou com batata.
EliminarEste bacalhau frito é super simples e muito bom....Também gosto de feijão com massa e com arroz, e até no feijão com couve ponho por vezes menos feijão e junto massa.
Por acaso na Dobrada aprecio mais o molho e o feijão que a dobrada propriamente dita, mas se calhar tenho é de provar uma feita no Porto para mudar de opinião...:-)
Bom fim de semana, Paula!
xx
Oi Laura,estou aqui com água na boca em ver essas delicias!
ResponderEliminarLindas fotos e poema de Álvaro Campos.
bjs amiga e um ótimo final de semana.
Carmen Lúcia.
Obrigada, Carmen Lúcia.
EliminarUm óptimo fim de semana também para si.
xx
Imperdoável! Servir o Amor frio, ainda por cima a um poeta.
ResponderEliminarClaro que as tripas iriam dar a volta ao estômago. Fez bem em vir para a rua...
Se Àlvaro Campos por cá andasse e o encontrasse para as bandas do Chiado, iria fazer-me convidado para a sua mesa na cervejaria Trindade, logo ali ao lado.
Por entre uns percebes algarvios de entrada com cerveja e um arroz com grão acompanhado com os mistérios do reco e vinho beirão, quem sabe não ficaríamos amigos...
Ele no local aonde se encontra deve estar a salivar com as iguarias da Laura, mas deduzo que não está só, o Aquilino Ribeiro deve estar ao lado a defender a sua dama gastronómica das Terras do Demo e a contar um dos seus pecadilhos glutões, as trutas dos nossos riachos:
«- Que há de almoçar? – perguntámos à mulher da taberna, uma digna e bochechuda matrona aprumada por detrás do balcão, ao lado dos copos espetados num escorredor de dentes, boca para baixo, enquanto Ralph consertava a correia no meio de grande ajuntamento de olharapos. Não havia nada; minto, havia uns bolos muito ressecos, e azeitonas. “E ali que tem?” – tornei a perguntar à vendeira, apontando uma terrina desasada. “Peixes cá do corgo, mas nem lhos ofereço que são amanhados à nossa moda e as senhoras não gostam”. “Deixe ver…” Provámos; era uma deliciosa calda de escabeche, gorda e profunda como cheia do Nilo, que afogava uma boa dúzia de trutas, esses extraordinários salmonídeos que pediram a casaca aos marqueses de Luís XIV, para serem os janotas da água doce, e o sabor ao manjar dos deuses para não ir nada igual à mesa de gulosos. E, veja, com broa de centeio, negra e crivada de olhos pequeninos, como se tivesse levado tiros de escumilha, um vinhinho, oh, mon cher, um palhete dos sítios que passava tilitando nas goelas e sabia a amoras e framboesas, almoçamos com mais regalo que os heróis de Homero quando abancavam à sua tão decantada barriga de porco, que um deles assava nas brasas com duas pedras de sal. À despedida a taberneira, enternecida com as honras que lhe prestou o nosso paladar, agarrou-se a nós em choro desfeito como se as trutas que tínhamos comido fossem pedaços da sua alma.»
Um abraço, Laura.
É verdade, Xico. Imperdoável ser-se servido um amor frio!
EliminarUm poema que faz uma excelente analogia entre a dobrada que tem de ser comida bem quente, e o amor quando surge fora de tempo; a simbologia da refeição quente como amor realizado, e fria como a ausência de amor. Também acho que tinha mesmo era que virar costas...
Não era nada de deitar fora essa ideia dos mistérios (secretos) do reco, e de tudo o resto...Álvaro de Campos não recusaria certamente...:-)
Obrigada por este trecho de Aquilino e as maravilhas das Terras do Demo, um trecho que tanto tem a ver com o tema.
Os seus comentários são impagáveis!...
Um abraço, Xico!
Gosto das comidas de inverno, mas têm de ser bem quentinhas, também gosto das tripas à moda do Puerto, mas confeccionadas na Ribeira, comer à sombra de uma árvore com a minha Primavera, é o meu prato preferido.
ResponderEliminarCom o meu abraço
Estou a ver que tenho de experimentar a dobrada na Ribeira...
EliminarUm abraço, António.
Que bom, Marcos! Sei que existem homens a cozinhar muito bem, então você é um deles!
ResponderEliminarO mais importante é sempre a qualidade dos ingredientes, não é mesmo?...
Oi Laura,
ResponderEliminarEste poema mostra uma certa ironia e desilusão perante o amor...
gostei de ler.
E gostei mais ainda, de ver essas refeições de inverno. Parecem saborosas!
Com exceção do último prato, os demais são lindos e coloridos!
Bom fim de semana, bjs \o/
Oi Clau!
EliminarO poema deste heterónimo de Pessoa não está datado, mas pressupõe-se ter sido escrito numa altura tardia. É como se na infância tivesse ficado toda a felicidade, seguindo-se um vazio que deveria ser de amores de juventude, mas que não foi. Logo, tardiamente na idade adulta qualquer amor que surgisse tavez fosse sempre "fora de tempo".
Os olhos também comem, por isso o colorido ajuda um pouco a abrir o apetite...:-)
Obrigada, Clau, e um bom fim de semana também para ti.
xx
Adoro comida de Inverno, mais pesada, sempre quente e acolhedora!!
ResponderEliminarPesada e quente, para aquecer os dias frios...:-)
Eliminarxx
Hola, amiga Laura. A mi me gusta mucho la poesía, y por eso sufro mucho cada vez que publicas algún poema, porque los pésimos traductores de internet, desvirtuan totalmente el sentido de los mismos. (es una pena).
ResponderEliminarY de los platos tan ricos que nos muestras, si lo has hecho tú, cuando quieras me invitas a comer, que con mucho gusto te acepto la invitación.
Yo pongo el vino y los dulces. ¿vale?.
Un cariñoso beso para ti.
Olá Manuel!
EliminarClaro que fui eu que fiz estes pratos, e convidar-te-ei para uma refeição quando estiveres novamente de passagem por aqui. Tu trazes o vinho, vale!!
Obrigada, Manuel.
xx
Amor frio é uma colocação um tanto estranha. Ou ele é acompanhado de calor, ainda que não queime, ou não será amor. E nesse caso, melhor virar as costas. De nada adianta pedir modificação. O poeta sembre brilhou e nos permitimos aferir de seus versos a lógica que a mente ou o coração nos indicar.
ResponderEliminarLaura, fiquei observando as imagens dos pratos e confesso que não conheço todos. O bacalhau é tentador, em qualquer época. Nunca ouvira alguém mencionar "percebes". Sou caipira (rss), fui criada no interior, sem ser apresentada a muitos pratos. Gosto do arroz com feijão, da carne, da linguiça, da couve, do angu. E sou uma negação na cozinha. Inverno chama sopa, leve e quente. Como o verdadeiro amor. Bjs.
O amor surge frio por apenas ter existido enquanto possibilidade, não como realização, daí que seja comparado a um prato de dobrada fria, prato que tem de ser comido quente.
EliminarUma analogia nada estranha; enfim, um pouco original...:-)
Eu também gosto de bacalhau , de qualquer forma. "Percebes" ou "perceves" é um tipo de marisco retirado das rochas, muito saboroso.
Também faço imensas sopas , mas cabei por não postar nenhuma...:-)
Obrigada, Marilene.
xx
GUAU... ESAS COMIDAS... DAN APETITO!!!!
ResponderEliminarUN ABRAZO
Abraço, Reltih.
EliminarSe você pediu amor,eles te trouxe dobradinha fria! Então o amor para eles é o prato frio. Um amor frio,é um amor sem sentimentos.
ResponderEliminarVocê estava com toda razão em reclamar! Fizeste a coisa certa!Pagou a conta e saiu!! E ninguém merece comida fria.Os pratos de inverno são deliciosos,mas contém muita calorias rsrs,vivo na dieta.
Beijinhos.
Não fui eu que pedi amor, foi o heterónimo de Fernando Pessoa, Álvaro de Campos!!!!!!!!!
EliminarVocê sabe escrever mas não sabe ler, não é Nelma?
Até acho piada!...:)
xx
Que maravilha! O poema de Álvaro de Campos e esses pratos de fazer crescer água na boca!
ResponderEliminarAdoro percebes e coelho :)
Já te sigo para não perder as iguarias que partilhas, quer literárias ou gastronómicas :)
Bom fim de semana.
Eu também adoro percebes. Em criança ofereciam uns enormes num Café no Almograve. Acho que é daí que me vem a tara por percebes e por ouriços do mar. Sabores de infância.
EliminarInfelizmente cá em casa só eu é que gosto de coelho, por isso raramente faço...:-(
Ah, eu não costumo postar acerca de gastronomia, calhou agora...
Obrigada, e um bom resto de fim de semana!
xx
Admirável, Laura Santos.
ResponderEliminarBom dia, desde cá do Brazil.
Por que tortura-me tanto ? esses sabores, deixa-me, com a boca umedecida de desejos.
Beijo na Alma, e bom fim de semana para você.
Existem torturas que sabem tão bem...;-)
EliminarBom fim de semana, Zé.
Pessoa é um de meus poetas preferidos . E a forma como ajustou o poema com suas refeiçōes preferidas no inverno ficou perfeita , Laura . Como sempre saio aprendendo e isto me alegra . Agradeço , também , suas carinhosas visitas ao meu espaço . Beijos e ótimo final de semana .
ResponderEliminarEu tenho tantos e tão grandes poetas por conhecer, mas dos que conheço, Pessoa é grandioso, por vezes numa forma de escrever tão simples, despojada e tão cruamente desalentada que nunca me canso de o ler.
EliminarAchei que esta analogia entre a ausência do amor e a dobrada fria ficava aqui bem. Aliás, o poema é o centro , as fotos de algumas das minhas refeições são meras ilustrações.
Obrigada Marisa. Tenha um excelente fim de semana.
xx
A poesia de hoje, literalmente tá uma delicia, Laura, tá agrandando a todos os gostos. Belas imagens.
ResponderEliminarhttp://www.youtube.com/watch?v=gB3A_G6fiXs
Ah Fábio adorei esta "Feijoada Completa" do Chico Buarque!! E o vídeo é fantástico, muito apetitoso.
EliminarQue grande presente, Fábio, obrigada!
Belo poema, como também belas refeições...Espectacular....
ResponderEliminarCumprimentos
Obrigada, Chana.
EliminarÉ também por poemas como este que o Fernando Pessoa é o maior poeta do século XX (acho eu, como muitos outros que são entendidos na matéria).
ResponderEliminarMas os teus pratos, a julgar pelas imagens, não ficam atrás na qualidade. Ou seja, és uma espécie de Álvaro de Campos na comida... e até gostas dela quente, tal como o amor, digo eu... mas a verdade verdadinha é que muitas mulheres conquistam o seu homem com a ajuda da comida...
Laura, tem um bom domingo e uma boa semana.
Beijos.
PS: saio daqui cheio de fome... e ainda falta mais de 1 hora para o almoço...
Concordo contigo acerca do F. Pessoa, e penso sempre o que não teria ele escrito se tivesse vivido mais tempo....
EliminarAcho que a comida ajudará a conquistar o homem quando ele já se deixou conquistar de outra forma, ou então se é do tipo de homem que só pensa em comer e quase tudo o resto lhe passa ao lado.
Essa espera para o almoço foi decerto recompensadora...:-)
Obrigada, Nilson, um bom resto de domingo e uma boa semana.
xx
Sim, apenas comida maravilhosa, design requintado!
ResponderEliminarDesign requintado?!...Tudo muito simples...
EliminarObrigada, Leovi.
Bom domingo!
ResponderEliminarEstou aqui salivando com todas essas gostosuras.
Obrigada por compartilhar
Abraços
Sinval
Salivar é bom!...:-)
EliminarObrigada, Sinval.
Abraço.
Uau Laura, que belos pratos! Nham nham! :)
ResponderEliminarBeijos!
:-))
Eliminarxx
Oi Laura,
ResponderEliminarQue cardápio, hein?
Só de ver a beleza dos pratos já aguça o apetite. Pelo que já pude perceber, você possui invejáveis dotes culinários. Já lhe falei que de cozinha eu só entendo o básico. Hoje em dia até me arrependo de não ter 'brincado' um pouco de cozinhar. É possível até que, no caso, eu tivesse desenvolvido o gosto e a habilidade para tal. De sua mesa de inverno eu somente dispensaria o percebes e o camarão (imagem inicial), que não como de jeito nenhum.
Gostei do poema de Álvaro de Campos ( heterónimo de Fernando Pessoa).
Bem apropriado para sua mesa de inverno. Interessante a analogia do poema entre o amor e a dobrada fria; afinal, ambos merecem ser saboreados bem quente-rs.
Excelente semana para você, Laura, e também um ótimo domingo.
Abraço.
Ah Vera Lúcia, eu sabia que porias de parte o marisco, de que não gostas mesmo, e quanto aos dotes culinários, e estou a ver que é uma questão familiar; neste caso de irmãs...;-)
EliminarUma excelente semana para ti, Vera Lúcia.
Abraço!
xx
Oi Laura,
EliminarSomos em cinco irmãos (quatro mulheres e um homem). Por incrível que possa parecer, meu irmão é o único que cozinha bem. Faz kibes e charutos deliciosos, mas isso ele aprendeu com minha mãe, cujo pai era sírio libanês. Creio que ele aprendeu essa arte por gostar mesmo de culinária e depois que assumiu a sua independência. Houve uma época em que meu pai foi dono de restaurante e minha mãe 'tocava' a gente da cozinha para não atrapalhar as cozinheiras-rsrs. Logo, somente fomos estimuladas para o básico e não desenvolvemos o gosto pela culinária.
Abraço.
Oi Vera Lúcia!
EliminarMas que irmãs desnaturadas...:-)) Muito interessante essa herança sírio-libanesa pela qual apenas o irmão se interessou...O meu irmão também cozinha muito bem.Se em criança se é posto fora da cozinha, o interesse é forçado a recuar, mas quem tem verdadeiro gosto pela culinária acaba por interessar-se mesmo que tardiamente. É um gosto como qualquer outro, e não é por ser-se mulher que se tem que ser boa cozinheira ou não.
Abraço!
xx
Laura,
ResponderEliminarSó pela entrada - o poema de Álvaro de Campos - já valeu a pena vir a este prazeroso "restaurante. Depois, no desfolhar do cardápio, as pupilas gustativas foram-se agitando, apesar de cada vez mais evitar a carne. Mas há por ali uns pratos que me deixaram água na boca.
Beijo :)
Pois é, Álvaro de Campos nunca nos desilude na sua própria desilusão.
EliminarRealmente tem de fazer-se um grande esforço para encontrar carne de qualidade, mas eu não evito um bom bife...:-)
Obrigada, AC.
xx
OI QUERIDA
ResponderEliminarPela imagem do prato deu água na boca. Adorei do poema de Álvaro de Campos.Amiga estou um pouco afastada devido um jeito que dei na coluna. Mais logo vou saber o que se passa. Depois do resultado do exame.Não aguento ficar muito tempo sentada doí de mais.Mais tento fazer uma visita aos amigos. Um beijinho no teu coração.
Ana
Olá!
EliminarNão se preocupe com visitas, por favor, preocupe-se com a sua coluna.
Que melhore rapidamente, são os meus desejos.
xx
Minha querida
ResponderEliminarUma bela entrada à Fernando Pessoa e depois é uma viagem que deixa água na boca. Cozinha bem nossa.
Um beijinho com carinho
Sonhadora
Sim, cozinha portuguesa, com um toque aqui e ali de alguma novidade...:-)
Eliminarxx
Querida Laura, convida-me para jantar!!!
ResponderEliminarBeijos!
Convido, pois!
Eliminarxx
Laura que delícia de mesa muita comida gostosa vou amar o inverno, Laura beijos.
ResponderEliminarhttp://www.lucimarestreladamanha.blogspot.com.br
Ainda bem que aqui começou a Primavera, para começar a a confeccionar pratos mais leves!...:-)
Eliminarxx
Bom dia amiga Laura,obrigada pela visita e comentário.
ResponderEliminarbjs e um ótimo inicio de semana.
Carmen Lúcia.
Não tem o que agradecer, Carmen Lúcia.
EliminarObrigada, e uma óptima semana também para si.
xx
Escrito no vento!
ResponderEliminarQue o vento não levou
Bem guardado ficou
Dentro do peito!
Tudo aqui ficou!
O que pensei escrevi
Foi o vento que deixou
Porque estou aqui!
O coração ajudou!
Não chegou o cansaço
Cansado não estou
Deixo aqui um abraço!
Eduardo.
Que lindos versos!
EliminarObrigada, Eduardo. Um abraço!
Belos pratos
ResponderEliminarObrigada.
EliminarNossa, quanta coisa diferente!! E tudo parece gostosíssimo!!
ResponderEliminarBjos
PS: Também odeio comida e amores frios.
E tanta coisa tão diferente falta aqui, Larissa!...:-)
Eliminarxx
Eu gosto de tudo o que está aí, mas porque é que pões natas nas batatas assadas?
ResponderEliminarJoão Nicolau
Não são natas, é crème fraîche com cebolinho.
EliminarNão conhecia este poema.
ResponderEliminarAlguns dos pratos são bem deliciosos.
Bjs
É um poema muito simples e muito bonito, na minha modesta opinião...:-)
EliminarObrigada, Elizabete.
xx
Dizer que me abriste o apetite é pouquissimo.
ResponderEliminarGosto de tudo e tenho saudades de alguns pratos.
Se morasse perto seria visita habitual para 'provar o tempero', tão somente.
Uma maravilha do paladar e da visão pois também come, conforme se diz.
Beijinhos e obrigado pelo banquete.
Ainda com apetite a esta hora?!...:-)
EliminarObrigada eu, Zé Carlos.
xx
Meu Deus quanta delícia....
ResponderEliminarBeijo Lisettet.
:-)
Eliminarxx
Vou daqui com a barriga a dar horas, Laura.
ResponderEliminarQue delicias, todas! E mais não digo, se há algo que faço com prazer e sem restrição é comer. :)
Beijos
Também eu, Sónia. Cozinho com prazer, como com prazer e não tenho restrições, como um pouco de tudo sem abusar...:-)
Eliminarxx
Voltei para saborear a tua excelente comida.
ResponderEliminarPelo aspecto, está tudo óptimo...
Laura, tem um bom resto de semana.
Beijo.
Eu até não acho o aspecto por aí além, porque não tenho muito jeito para fotografar, e também não tenho cuidado a empratar; é tudo um bocado à toa, mas o que interessa é saber bem...:-)
EliminarObrigada Nilson, e um bom resto de semana também para ti.
xx
Depois de tão grande ausência, sou "recebida" com mesa farta de pratos saborosíssimos. Tive saudades da "galinha à cabidela" que minha mãe fazia!
ResponderEliminarRica e nutritiva postagem, Laura...obrigada!
Beijos,
da Lúcia
Mesmo a propósito, Lúcia!...:-)
EliminarObrigada sou eu. Espero que toda a sua mudança tenha corrido muito bem.
É um prazer "revê-la".
xx
Laura boa noite aqui no Brasil, passando pra desejar uma ótima quarta-feira beijos.
ResponderEliminarhttp://www.lucimarestreladamanha.blogspot.com.br
Obrigada, Lucimar.
Eliminarxx
Minha linda, entrei aqui apenas para deixar um sorriso e uma estrela para ti, mas fui traída pela gula, acreditas? Não pude resistir a pratos tão apetitosos, mesmo aqueles cujos nomes causaram-me estranheza, ou seja: o borrego e o espadarte. Os pratos me pareceram tão deliciosos que busquei saber o equivalente em nosso idioma, e para minha agradável surpresa deparei-me com duas iguarias que me descem bem ao paladar: cordeiro e peixe. Apenas o último prato, percebes, não me encantou os olhos nem me apeteceu o paladar. No mais, nota mil para todos os outros e parabéns por tua escolha e sugestão.
ResponderEliminarAinda sem condições (traduza-se por ânimo, disposição) de deixar a alma falar novamente através das postagens. Escudo-me também na ausência de tempo que, de alguma forma, poderia ser burlado com aquela tua sugestão de postar uma vez por semana ou por mês. Ainda estou estudando a possibilidade de usar este recurso, mas por ora, minha tão preciosa amiga, a alma se recusa a descer pelos dedos e registrar-se no papel, mesmo que em parcos versos. Acho que ela (a alma) está tentando expurgar todas as lembranças (aquelas que fizeram o blog existir) de uma forma mais radical, ou seja, deixando que apenas o tempo e a distância se encarreguem disto. Acredito que a alma seja sábia neste sentido, pois quanto mais eu deixava as lembranças falarem através dos versos e textos amorosos, de mais tristeza se inundava a alma e mais dor se aninhava no coração. Quem sabe o tempo seja mesmo o senhor de todas as respostas? Quem sabe seja necessário viver apenas as perguntas e deixar que ele (o tempo) se encarregue de fazer-me conhecer primeiro o sentido de todas as indagações ou até mesmo a necessidade delas, pois como dizia Rilke: as perguntas são como quartos trancados e como livros escritos em língua estrangeira. Talvez eu não deva mesmo procurar por respostas que eu não teria condições de viver. E se a questão é viver tudo seria melhor viver as perguntas agora e quem sabe, gradativamente, sem nem mesmo perceber, eu esteja vivendo a resposta num dia distante... Quem sabe?
Minha linda, e assim, parafraseando o grande poeta de língua alemã, vou me despedindo com o mesmo apreço de sempre, espalhado entre os sorrisos e as estrelas que te deixo nesta noite de Outono, sabendo que aí para os teus lados a Primavera já se apresenta fazendo com que parques e jardins se enfeitem de tão rara beleza que, aos olhos humanos, parecem pequenos mimos dos céus.
Com meu carinho no teu coração,
Helena
Helena, tenho andado a pensar e acho que não vale a pena colocar questões que nunca serão respondidas. É inconsequente entregarmo-nos a uma busca de sentido para certas coisas porque há coisas que não fazem sentido nenhum, embora isso nos surja como uma necessidade natural. Depois de tentar expressar os sentimentos em relação a uma determinada situação há que seguir em frente, e dedicar o pensamento e as emoções a novas coisas que ajudem a desviar o olhar do que passou.
EliminarO tempo é sem dúvida o grande mestre; pode não curar tudo , mas suaviza dores que antes seriam profundas.
Se não é tempo de voltar ao blog, eu até acho que isso pode ser um bom sinal. Não existe mais o que exorcizar, e existe muito mundo lá fora à espera de ser desbravado.
Obrigada querida Helena, desejo que pelo menos estejas a começar a sentir-te leve e feliz. Sim, aqui começou a Primavera, já esteve muito sol, mas hoje está muito frio e a chover!
Um grande abraço!
xx
PS - Ah, eu adoro percebes, e borrego ou cordeiro, também.
Ah! Laura!
ResponderEliminarFiquei completamente empanturrada! A poesia" encheu-me" a alma...depois os teus dotes culinários deixaram-me arrasada! Eu vou confessar-te que sou uma nulidade na cozinha, só o trivial. Se pudesse ia sempre ao restaurante. As fotos estão óptimas...acho que já tenho mais meio quilo só de olhar para elas, e sabes? o meu cardiologista obriga-me a controlar o peso e o colesterol!!! Beijos.
Ah Emília, eu acho que já nem tenho coração, quanto mais cardiologista...!...:-) Mas não tenho colesterol nem peso a mais.
EliminarBom regresso às lides blogosféricas!
xx
Tanta coisa boa! Eu costumo fazer o atum de cebolada, mas assim também será bom...e nunca tinha ouvido falar de açorda com pescada, mas agora vendo aquele aspecto quero experimentar.
ResponderEliminarManuela Pires
Eu também faço atum de cebolada, mas a minha filha prefere com natas, limão e pimenta preta.
EliminarA açorda de pescada só pode ser feita com pescada muito fresca para aproveitar a água de cozedura. Nunca com pescada congelada! De resto é tudo igual.
xx
Boa tarde,
ResponderEliminarao meu gosto nunca como comida fria, seja verão ou inverno, na minha região (Algarve) no inverno comemos o que se chama comida da panela, feijão com massa, açorda, sopas de tomate, ovos com tomate, e outras coisas mais que aquecem a barriga.
Abraço
ag
Boa tarde!
EliminarEu também vivo no Algarve, mas acho que em todas as regiões do país se come comida " da panela" ou "do tacho" durante o Inverno.
Sim, come-se isso tudo e muito mais que aqueça a barriga.
Abraço!
Vive no Algarve e passou pelo Almograve?! Interessante.
EliminarTudo muito apetitoso.
Passava muito pelo Almograve em criança, sim.
EliminarObrigada.
Então se foi em tempo do turismo selvagem que se fazia por lá de certeza que passou muito bem!
EliminarBjinhos
Curioso, é a primeira vez que ouço a expressão "turismo selvagem"....só tinha ouvido falar de campismo selvagem...:-)
EliminarSó boa comida! Adoro as espetadas!
ResponderEliminarLOL, Já tinhas comentado!...:-) As espetadas, o atum, o espadarte...;-)
Eliminarxx
Com um cardápio destes... como não engordar??? :)
ResponderEliminarEu não tenho peso a mais (por sorte não tenho tendência para engordar), mas perante estas iguarias, quem poderá resistir?
Obrigada pelas simpáticas palavras na «DEUSA».
O Amor é um nobre sentimento, para mim o mais importante.
Uma noite boa.
Um beijo
Miguel
Não se engorda porque a alimentação é muito variada, e os cozidos com carne e enchidos só são comidos de vez em quando...:-)
EliminarJá reparei que falas do Amor sempre de forma muito elevada, e falar de amor nunca será uma perda de tempo.
Obrigada, Miguel, e um bom dia para ti.
xx
Bolas, Laura, eis um post que atualiza o meu calcanhar de aquiles: sou apenas razoável na cozinha e de pratos básicos (o que me vale é a minha mãe para me deliciar com alguns dos apetitosos pratos que apresentaste. Alguns só se forem confecionados por ela, caso da cabidela, feijoada. Cá para cima também é típico fazer um prato com cascas - feijão seco dentro da vagem, acompanhado com carnes variadas). Depois esta apresentação é deveras atrativa!
ResponderEliminarSorri com o poema de um heterónimo de FP (Álvaro de Campos). Não conhecia este e fiquei deliciada com a maestria poética a propósito de um prato tradicional do Porto...
Bjo, Laura :)
Ah Odete, já ouvi tanta gente dizer que não sabe cozinhar nada de de especial, e afinal cozinham bastante bem...só que há alguns pratos que só as pessoas com mais idade sabem fazê-los como deve ser...:-)
EliminarEsse prato das cascas já ouvi falar mas nunca provei, sei que é característico do norte mas não sei exactamente de que região.
Também acho este poema de um desalento tão resignado que chega a ser comovente.
Obrigada, Odete.
xx
Hummm... tanto para o poema quanto para cada uma das imagens... que saudade dos sabores de Portugal!
ResponderEliminarEu então pouco conheço da gastronomia brasileira...faço de vez em quando uma moqueca de camarão que é bem bom!...:-)
Eliminarxx
Além de poeta tu és cheff!! hahaha que legal.... aquela cabidela me deu agua na boca
ResponderEliminarbeijos
Aaah chefe!!...Mera executante das lides diárias numa cozinha sempre muito agitada...:-)
EliminarEu também gosto de cabidela!
xx
Hum...só coisa boas
ResponderEliminarA comida será sempre algo de apelativo, Adelisa!...;-)
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