Enroscado a meus pés
novelo lânguido te desenrolas
como lã.
Angorá
delineando agora, já
o trajecto para o meu colo.
Fôfo, brincalhão, esfinge quente,
atrevido e bonacheirão,
cravas-me as unhas impaciente
se não te ofereço atenção. Ladino
ao meu afago alongas o pescoço,
roças em mim o teu bigode fino
no miado rouco em que te ouço.
De repente
teu rabo erecto sacode a preguiça
do corpo altivo e independente
que o cio desafiante atiça.
Malícia e sedução tamanha
no pêlo eriçado que te assanha...
Com agilidade felina saltas a cerca
em direcção a becos e telhados
de fêmeas sem dono.
Gatas sem laço,
gatas sem sono
à espera do feroz abraço
do teu corpo elástico,
do brilho dos teus olhos de aço.
Da elegância do teu traço plástico.
Voltas de manhã,
mansamente em frouxo passo
para adormecer no meu regaço.
Fotos de Nancy Wilde
Elaine Page, com Memory do Musical Cats, de A.Lloyd Webber, a partir dos poemas sobre gatos de T. S. Eliot







Cats are so amazing.
ResponderEliminarThose eyes . . .
And then of course . . . that great song from CATA . . . Elaine Page makes my skin tingle.
xx
They really are. I specially like them when they are a kind of arrogant. :-)
EliminarNobody can sing this song like Elaine Page..
xx
CATS, not CATA. ((oops))
ResponderEliminar:-)
EliminarLaura sou apaixonada pelos gatos, eles são muito fofos, Laura beijos.
ResponderEliminarhttp://www.lucimarestreladamanha.blogspot.com.br/
Fazes muito bem, Lucimar! Uma bela paixão, essa.
Eliminarxx
Boa tarde Laura.. não temos aqui mas os do vizinho vivem futricando no terreno rsrs
ResponderEliminareles tem um poder de cura muito grande..
tem um video no youtube da cristina cairo que ela fala sobre os gatos.. vale a pena conferir..
como diz no filme da Mumia.. eles são guardioes do outro mundo.. tenha um lindo dia
Olá Samuel!
EliminarEu também não tenho gatos, mas tenho por aqui alguns que me visitam tão assiduamente, que acaba por ser quase como se os tivesse.
O gato transporta consigo uma aura de mistério desde a Antiguidade, isso é certo. Mas que tem a penas a ver com o facto de ser um felino domesticado. Quanto a mim, nada mais do que isso.
Obrigada, Samuel.
xx
Querida amiga Laura,
ResponderEliminarDepois de três meses ausente estou tentando entre um intervalo e outro colocar em dia as visitinhas aos blogs amigos como antes fazia
com imenso carinho e prazer...Aqui estou também para agradecer
seu carinho e suas orações nesse momento difícil que estou atravessando...
Ainda continuarei ausente por tempo indeterminado porque assim se faz
necessário, fazendo quimioterapia minha mãe ainda e mais que nunca requer meus cuidados diários não me deixando tempo disponível para a blogosfera...
Em breve se Deus quiser estarei de volta interagindo e trocando carinhos com todos
Desejo dias felizes e de muita paz pra você!
Deixo beijos com muito carinho.
Marilene
Oh que problema e que angústia enorme, Marilene...
EliminarA blogosfera não tem importância nenhuma, comparada com a necessidade de dedicação que a tua mãe precisa neste momento.
Desejo que com o amor de que está rodeada, em conjunto com os tratamentos de quimioterapia, o seu restabelecimento aconteça o mais rapidamente possível.
Muita força e coragem, que dias felizes chegarão também para ti e para tua mãe. Obrigada por teres dado notícias, e pelo carinho de
sempre, querida Marilene.
Um abraço.
xx
¡Hola Laura!!!
ResponderEliminarHas escrito un exquisito poema en el viento inspirada en la suavidad de esos ladinos suaves y cariñosos gatitos que son un encanto para los sentidos. Es precioso el poema y tienes la facilidad de seguir dando puntadas hilvanando con hilos de oro hasta dejar el traje prefecto. Esto es metáfora eh. Mi enhorabuena.
Es verdad que por la mañana vienen a paso lento ronroneando a nuestro regazo. Yo también tengo uno que zalamerea cada mañana a mi alrededor.
Gracias Laura, por tu buen hacer y por tu amistad.
Te dejo un abrazo y toda mi estima.
Se muy muy feliz.
Olá Marina!
EliminarJá vi que és excelente no uso das metáforas...;-)
Obrigada pelas palavras tão simpáticas.
Que sejas muito feliz, também.
xx
Uau... Hoje são gatinhos...Tenho um (bem atrevido)
ResponderEliminarAdorei o teu poema, lindo de mais. Parabéns
A musica é maravilhosa, adoro!!
((Por falar em gatos, o meu é amarelo, chama-se frederico, e agora trouxe uma amiga cá para casa,loool mas é de uma vizinha.))
Beijinhos obrigada pelo teu carinho.
A verdade é que eu não tenho nenhum gato, a não ser alguns que me aparecem na varanda. Dou-lhes comida, desaparecem, regressam...enfim, parecem adorar a minha varanda...:-)
EliminarFrederico é um belo nome para gato!
Obrigada, Cidália.
xx
Os gatos não são a minha paixão, prefiro os cães. Os cães são mais alegres, activos, interagem mais com as pessoas, para além de excelentes guardas e normalmente são fieis aos donos.
ResponderEliminarBeijinhos, Laura!
Eu também prefiro cães, mas gosto muito da mania de independência dos gatos, do seu, por vezes, ar imperturbável, das suas atitudes imprevisíveis. Um cão realmente nunca te abandona, já um gato pode simplesmente desaparecer sem dizer "água vai".
Eliminarxx
Uma graça amiga Laura,doce e muito fofo seu poetar e essa música
ResponderEliminarlinda demais.
Adorei você ter aceito o desafio no Face.
bjs.
Carmen Lúcia.
Obrigada, Carmen.
EliminarAh, eu gosto de desafios...:-)
xx
Oi Laura :)
ResponderEliminarQue fotos lindas!
O poema é maravilhoso, e descreve
muito bem o comportamento desses animais.
Gatos são lindos, independentes
não latem e nem mordem a visita!
Já tive um, mas depois que ele morreu não quis mais saber...
Beijos \o/
Oi, Clau!
EliminarTambém acho as fotos muito bonitas.
De facto nunca tinha pensado nisso : "os gatos não mordem a visita". Apenas se forem incomodados poderão porventura, dar uma valente "bofetada"! :-)
Obrigada, Clau.
xx
Eu prefiro gatas, e de preferência que não arranhem, quando se deitam no meu colo/regaço... m(i)au! m(i)au! Enfim...gostos!
ResponderEliminar:)
Um lindo poema muito bem ilustrado/musicado
Nada a que não esteja já habituado
Resta-me dizer: muito obrigado.
(Mais logo vou mostrá-lo à "gata" mãe)
Obrigada sou eu, Rui.
EliminarAs unhas são realmente uma questão tramada!
Você tem, ao que julgo saber, duas gatas aí em casa; uma de quatro patas, a outra de duas pernas muito elegantes...:-)
xx
Não sou grande apreciadora de gatos. Apesar de em menina ser mordida por um cão, ainda assim gosto mais de cães. Reconheço que alguns são muito bonitos, minha sobrinha tem dois e um deles é mesmo muito bonito, e minha neta tem uma riscadinha.
ResponderEliminarGostei do poema, e do vídeo.
A propósito de gatos, ainda há muitos na meia praia?
Um abraço e fique bem.
Curioso, em criança também fui mordida por um cão,, mas nunca deixei de gostar de cães.
EliminarSim, há muitos gatos na Meia-Praia. :-)
Obrigada, Elvira.
xx
Olá, Laura,
ResponderEliminarAliciante o poema. Quase uma ode, se não o é pela extensão, é um canto lírico, aqui sem a lira, pois há a glorificação ou exaltação de algo: o gato. Note-se a beleza da sonoridade obtida graças a certa dispersão das nasais pelo poema e um ritmo ágil contrastando com o ritmo lento, preguiçoso do gato. Note-se ainda a precisão das escolhas semânticas que procuram dar uma ideia precisa dos movimentos do gato e a minúcia da descrição desses movimentos, perpassando pelos sentimentos que nele se apreende. Note-se que se percebe a felicidade do poeta ao delinear a figura do gato.
Um primor, o poema; a escolha musical, as fotos.
Forte abraço,
Foi para mim um pouco difícil escrever este poema. Levei "encalhada" em certas palavras. Por exemplo, no verso final, escrevi : "para adormecer no meu regaço", depois troquei "adormecer" por ronronar, que achei um verbo mais significativo, no entanto voltei novamente ao "adormecer" por uma questão de sonoridade.
EliminarEnfim, sou um pouco indecisa, mas gostei do poema, um tanto ou quanto narrativo. Como se fosse uma história. :-)
Obrigada, Zé. Eu gosto de gatos!
xx
É bom saber que gosta de gatos, Laura!
EliminarAliás, não havia margem para dúvidas depois do poema.
A confissão reiterada me encorajou a imaginar-me um gato na sua varanda. Não de pelos brancos, mas de cabelos brancos... (rs)!
Uma boa noite, Laura! Aliás, um bom dia!
Aaah, parece que gatos de cabelos brancos têm charme, o que parece já não ser tanto assim quando se fala de gatas....:-)
Eliminarxx
A black cat on a hot tin roof......
ResponderEliminarMy first confrontation with "a movie cat"
I am a big animal" lover" with on the first place, all kinds of dogs !!
Laura,i im still surprised, reading your weekly analitic comments....Thanks
XX
That's un unforgettable movie!
EliminarI prefer dogs, too, but I like cats because they don´t actually give a damn about anything else but themselves. And as Terry Pratchet would say, cat´s do have "style". :-)
xx
Uma bonita homenagem aos gatos!
ResponderEliminarEm tempos, tive um siamês.
Bjs
Eu não tenho gatos dentro de casa. Tenho apenas os que insistem em visitar-me. :-)
EliminarObrigada, Elisabete.
xx
Amor com amor se paga!
ResponderEliminarum poema se comenta
com outro poema...
Na casa onde nada falta
toda a gente se contenta.
Verdes oliveiras!
pretas azeitonas
fazem asneiras
miam bem a gatinhas
têm bigode as gatonas,
as mais meiguinhas
não arranham poltronas
bem comportadas elas são
não fazem o que não devem
porque tem boa educação.
Onde não devem não mexem
para cima da mesa não vão
as suas patinhas colocarem,
onde para se comer coloca o pão.
Tem na mansão um gatil
as flores no jardim
onde é que está o canil?
Não precisa, não tem cão,
tanta animação sem fim
deve ser muito divertido
com os seus animais de estimação
de noite e de dia, acredito!
Amiga Laura, tá bonito
esse poema gostei de o ler
não escrito por você, foi escolhido
para igual ou melhor escrever
tem talento, sei por isso o digo!
Tenha uma boa noite amiga Laura, um abraço.
Eduardo.
Nem sei onde será a mansão e o gatil. Nenhum destes gatos é meu.
EliminarMas o poema é meu. Se não fosse, teria lá o nome do autor.
Boa noite, Eduardo.
xx
Pois é, amiga Laura,valeu!
ResponderEliminarnão sabia, mas desconfiei
que esse poema era seu
o nome do autor procurei
vi por Laura Santos publicado,
não estava onde o imaginei
que pudesse ser encontrado!
Quando o poema não é meu, ponho sempre em baixo o nome do escritor. :-)
Eliminarxx
Reconheço alguns desses gatos! =) Gostei muito do poema!
ResponderEliminarOh se reconheces, Cláudia!...O preto e o branco são gatos de lisboetas, outra era a tua gatinha, e a outra a da Catarina. ;-)
Eliminarxx
Versátil a poetisa. E essa gata, Nancy, tua?
ResponderEliminarhttps://www.youtube.com/watch?v=VckOJeomF14
A gata não é Nancy. Nancy é o nome de quem tirou as fotos.
EliminarObrigada pelo "Negro Gato". Não conhecia o Luis Melodia, que pelos vistos também gosta de dançar. :-)
xx
Também gostei do resultado final, Marcos.
ResponderEliminarxx
Boa tarde, seu dom poético de fácil interpretação fascina, tudo no meu Algarve é maravilhoso, incluindo os lindos gatos com expressões fantásticas.
ResponderEliminarAG
Obrigada, António. Este gato preto e este gato branco não são algarvios, são lisboetas...:-)
Eliminarxx
Tenho um no meu armazém, que está lixado com o do vizinho, não só lhe roubou a namorada, como demarcou território dentro do armazém e faz o meu dormir à chuva, faz com ele gato-sapato e eu nem sempre lá estou para lhe acudir, parece que foi mandado para o Iraque!
ResponderEliminarQuando demarcam território, a coisa fica complicada, António! Em estado de guerra, mesmo....! :-)
Eliminarxx
Hello Laura,
ResponderEliminarVery nice shots of these cats. Very funny!!
Many greetings,
Marco
Hello Marco!
EliminarYes, the photos are nice. I knew you would like to see them. :-)
xx
Olá Laura,
ResponderEliminarSua descrição poética dos movimentos do gato foi tão perfeita que a acompanhei por aqui, passo a passo. O poema ficou muito lindo, rimado e com uma bela construção.
Interessante que fui criada longe dos gatos, por problemas alérgicos, e, por isso, não me afeiçoei a eles. Acho alguns especialmente bonitos, mas não consigo pegá-los em meu colo. Lembro-me de que, quando pequena, acordava assustada com o berreiro das gatas e não entendia bem aqueles miados exagerados. Pensava que alguém estivesse batendo nelas-rsrs.
Lindas as fotos de Nancy Wilde, Parecem pinturas. E o gato é um "gato"-rsrs. Que olhar! E as cores? Uma beleza.
'Memory' é uma música apaixonante. Adoro esta música e a interpretação foi um show.
Ótimos dias.
Beijo.
Olá Vera!
EliminarFelizmente não tenho nenhum tipo de alergia, que eu saiba, por isso posso aproximar-me e tocar todos os bichos.
As gatas têm de miar exageradamente para se fazerem ouvir, mas a verdade é que os gatos têm um ouvido tão apurado que nem valeria a pena "berrar " tanto...:-)
Obrigada, Vera. E dias felizes.
xx
Nao chorem, para tal eu basto.
ResponderEliminarEra uma vez...
Numa casa junto ao rio (Tejo), acabado de mudar, um cao husky, a quem dei o nome Shuki tinha visto que era oriundo dessas tribos americanas.
E um gato, anafado e corpulento, mas sabio. o Caramelo, doce e dessa cor gulosa, tipo acabado de sair do forno, mas o cao que ia ficando corpulento, tinha a liberdade condicionada num apartamento, apesar dos varios passeios diarios.
12 de Agosto de uns anos atras, altura de ferias.Algarve, Vilamoura, na casa de costume, barata para o sitio, mas o cao tinha destino marcado para ir viver com um casal amigo que tinha terreno de sobra para se sentir feliz e em liberdade, como veio a acontecer.
Almocamos no restaurante desse amigo, junto das Amoreiras em Lisboa e partimos ...de ferias.
Em silencio, apenas quebrado pelo miar do Caramelo e num solucar contido de todos. As lagrimas corridas ajudavam...
O Caramelo dormia em casa, mas durante o dia, vinha comer no quintal da casa. Ao segundo dia e vindo mudar a agua e por comida fresca, quem por tal esperava, eram pombos e melros, e uma rola.
Tudo o que era poste, veio a ter a sua foto, so ponto de ser chamado pelas autoridades locais, pela inestetica, apesar de apelativa na angustia.
NUnca mais vi o meu Caramelo.
Oh Xico, deve ter sido muito triste!...O afastamento do husky, que embora por motivos compreensíveis, sempre custa, e depois o Caramelo a desaparecer sem justificação alguma.
EliminarA demonstração de que tudo o que nos é doce nos pode desaparecer, amargando-nos um pouco a existência. A afeição aos bichos torna estas situações muito difíceis.
xx
Olá, Laura.
ResponderEliminarBonito poema a esses seres de excelência.
Esses seres maravilhosos que seduzem e tomam para si, os humanos que, incautos, se deixam apaixonar por eles.
Lindas fotos que escolheu >¨<
bj amg
Obrigada, Carmem. Os gatos são animais muito sedutores.
Eliminarxx
Laura, pelas suas respostas, sei que não tem gatos (rss). Fiquei surpresa porque seus versos descrevem com propriedade o comportamento deles e pensei, ao lê-los, que havia um especial em seu lar. Eu os considero belos, mas longe de mim. Sou mais chegada aos cães, embora não tenha nenhum, eis que é difícil mantê-los em apartamento, principalmente quando se mora só. Escolheu imagens lindas de Nancy Wilde. Os olhos e o pelo deles são encantados. Sobre a música e o espetáculo, só uma palavra: amo! Grande beijo!
ResponderEliminarPois é, Marilene, não tenho gatos, mas conheço os gatos das minhas amigas, e os vadios que me visitam; sou boa observadora...:-)
EliminarUm cão poderá viver num apartamento se for pequeno, mas o maior problema quanto a mim, é por vezes o tempo que têm que passar sós, porque as pessoas têm de trabalhar.
Obrigada, Marilene.
xx
Bom dia Laura
ResponderEliminarFiquei emocionado. Como conseguiste descrever-me tão bem?
Fica feliz
xx
A sério?!... E também pulas a cerca, ou ficas-te pelo sofá?...:-)
Eliminarxx
Fantástico, querida Laurinha !!
ResponderEliminarSou uma cats-person. Gosto deles, da sua agilidade, inteligência, furtividade e doçura que tão bem descreveste.
Os meus gatos sempre foram considerados uma extensão familiar, por isso a sua perda foi tão sofrida.
No momento tenho o Dean e a Sally e são uns malucos.
As fotos são lindas e o Cat's do Andrew Lloyd Webber é de culto cá por casa. Há peregrinação sempre que regressam. Duas vezes no Coliseu e uma terceira no Campo Pequeno. Memory é sem dúvida a música mais conhecida e tem sempre excelentes intérpretes. As letras são fantásticas, e é engraçado ler o Old Possum's Book of Practical Cats e ver lá os nossos personagens favoritos.
Como habitualmente, adorei o teu post.
Grandes, enormes beijos, minha amiga. :) :) :) :)
Já tinha reparado que és uma cat-person, e recordo-me bem do teu estado de espírito quando tiveste de lidar com a perda deles.
EliminarEu nunca vi o musical "Cats" ao vivo, só conheço os videos...Realmente a ideia de compor a partir das personagens tão diferenciadas do Old Possum's Book of Practical Cats, foi de mestre!
Obrigada, Dulce.
xx
Perfeita expressão demonstrando o carinho por esses animais lindos os quais você soube descreve-los muito bem...
ResponderEliminarObrigada, Francis.
Eliminarxx
Uma bela descrição poética e encantadora sobre esses bichos magníficos e muito independentes que são os gatos.
ResponderEliminarAs fotografias estão muito boas.
Um abraço e continuação de uma boa semana.
O que me fascina nos gatos é o facto de cada animal poder ser totalmente diferente dos outros.
EliminarObrigada, Francisco. Um bom resto de semana, também.
xx
Como decía Víctor Hugo:
ResponderEliminar“Dios hizo el gato para ofrecer al hombre el placer de acariciar un tigre.”
Un Gato nos dará toda su Amistad si somos dignos de ello, pero nunca serán nuestros esclavos.
Magnífica Poesía describiendo a esta belleza de animal. Leal, enigmático, mimoso, drástico, elegante, presuntuoso; pleno de orgullo y, a la vez, de sana humildad.
La canción y el video de Elaine Page, com Memory es una maravilla.
A finales de este mes, el sábado día 30, iremos de viaje de excursión en autobús a Vilanova de Cervera y a Santoiño y este sábado vienen a visitarnos unos amigos de Viana do Castelo para hacer una quedada que organizan mis hijos para coches de marca Toyota,,,Como ves, vamos a estar en contacto con nuestros amigos portugueses, a los que estimamos y tenemos mucho cariño.
Abraços e Beijos.
Victor Hugo é um dos escritores que muito me influenciaram na minha juventude. A minha mãe comprou-me nessa altura todos os volumes de "Os Miseráveis", e de "O Homem que Ri". Obras que também nos mostram que os homens não devem ser escravos de nada. Os gatos sabem-no. E deveríamos olhá-los mais.
EliminarQue bom, Pedro, já sei do teu afecto por Portugal, e do amor pela tua mulher portuguesa, por isso imagino como vai ser boa essa confraternização este sábado aí em Espanha, e depois cá em Portugal no fim do mês. Uma questão de " mãos unidas" também entre portugueses e espanhóis. Aproveita bem e diverte-te. Depois de tantos problemas que tiveste, mereces tudo.
Obrigada, Pedro.
xx
Olá Laura!
ResponderEliminarQue poema delicioso, sobre estes felinos que tornam os nossos dias mais suaves e adocicados pela meiguice do seu ronronar.
Ilustraste esta postagem com fotos magníficas e um vídeo escolhido inteligentemente com bom gosto.
É sempre com muito prazer que te visito, pois saio daqui mais sábia e conhecedora...
Beijinho Laura...noite boa para ti...:)
Olá Cristina!
EliminarMais sábia, duvido, porque não ensino nada a ninguém, mas podes talvez divertir-te um pouco....;-)
Obrigada, Cristina. Boa noite.
xx
Que lindo poema, Laura, ondulante como os movimentos dos felinos. E que belas fotos. Adoro gatos, já tive muitos, muitos.
ResponderEliminarBeijos!
Obrigada, Shirley. Tentei traçar a doçura do gato, a sua agressividade, a sua postura devido ao cio, e o regresso à calmaria. :-)
EliminarTambém adoro gatos.
xx
Gatos felizardos...
ResponderEliminarBeijinho para si!
Verdade amigo Vieira ...gatos entres as palavras e a arte da talentosa Laura!!! abraços meus
EliminarEstes gatos, pelo menos dois deles (gatas), foram verdadeiramente felizes. Já cá não estão.
EliminarObrigada, poeta Vieira Calado.
xx
Arte, Lia...?...Onde? Eu apenas brinco com as palavras.
Eliminarxx
Querida amiga Laura
ResponderEliminarHá tanto mistério nos gatos...
Tanta beleza...
Tanta liberdade...
Talvez,
seja esta a razão do seu fascínio...
___________________________________
Gostaria de convidá-la a visitar o meu outro blog
www.semvoceeunaoseria.blogspot.com.br
Nele estou publicando textos inspirados em músicas.
Projeto de um livro para acordar sentimentos.
Se puder, escute a música, leia o poema
e deixe sua valiosa opinião.
Amigos sabem ler nossas entrelinhas,
e muitas vezes nos veem melhor do que
realmente somos.
Aluísio Cavalcante Jr.
Sim, talvez esse seja o fascínio; são muito belos e livres.
EliminarE castrar um gato é sempre uma violência, tal como castrar outro animal qualquer.
Obrigada, Aluísio.
xx
Laura: pura poesia felina...com muita rima e alegria!!! Miauuu!!!! bjins carinhosos pra ti
ResponderEliminarGosto de variar um pouco o que escrevo. Neste caso lembrei-me dos gatos.
EliminarObrigada, Lia.
xx
Poster interessante, com gatos fofinhos. Um bom fim de semana. Bjs
ResponderEliminarObrigada, Nal.
Eliminarxx
Como não amar um post maravilhoso desses, de uma das criaturinhas que mais amo no mundo Laura!!!
ResponderEliminarParabéns pois eu simplesmente amei tudo!!!
Beijos e beijos e que tu tenhas um lindo fim de semana!!!
http://simplesmentelilly.blogspot.com.br/
Amante de gatos, também?...:-)
EliminarObrigada, Lilly.
xx
LOS GATOS TIENEN UN MISTICISMO ÚNICO. EXCELENTE DEDICATORIA.
ResponderEliminarABRAZOS
Eu acho que tem a ver com a sua beleza e com o olhar que não se revela.
Eliminarxx
Na casa dos meus pais sempre houve gatos, aliás, na minha aldeia todas as casas tinham um gato...ou dois! A sua função era caçarem bicharocos como lagartixas, osgas, mas principalmente, ratos, pois em tempos mais recuados não havia raticidas e, por isso, tinham gatos para os caçar. Hoje os gatos são uns fidalgos, mesmo os da minha aldeia, já pouco ou nada têm em comum com as gerações de pedigree selvagem!
ResponderEliminarAs portas do rés-do-chão da casa, da adega ou das palheiras, costumavam ter um buraco para que o gato pudesse passar. Hoje nas construções modernas não se vê esse pormenor.
Eram baptizados de: Malhado, Farrusco, Pintado, Tareco e até Platini! Havia mais nomes que, neste momento, não recordo, mas, para nós, crianças, era perfeitamente natural chamar os gatos daquela maneira inconfundível: "Biiichiiinhooo, bsbsbsbsbsbs..." e o bicho vinha e aguardava pela comida ou pela "festinha" - pela mão que lhe acariciava o pêlo. Agora, com as casas cada vez mais vazias (também de ratos) serão menos frequentes os gatos, mas os meus pais continuam a ter gatos e cães. Gosto de ambos, se bem que há anos atrás tinha medo dos miados dos gatos, próprios do ataque ou lutas (entre eles) quando disputavam o comer ou as gatas. Hoje, ainda me assusto com o miar das gatas no cio, parecem crianças a chorar.
Tenho muitas recordações destes bichos e podia ficar horas a falar deles, mas para terminar ainda quero dizer que o seu poema fez-me ainda lembrar os gatos nos telhados ou ao soalheiro enrolados no colo das velhotas (mulheres mais idosas) ou nos degraus de pedra que todas as casas tinham. No inverno ficavam enrolados junto à lareira no chão ou num banquinho pequeno que ainda hoje se vendem nas feiras da região.
Gostei muito do post, Laura.
Bom fim de semana.
Também no Alentejo me lembro dos gatos e da sua função no celeiro. E eram realmente excelentes caçadores de ratos.
EliminarInteressante que embora hoje, estejam mais confinados ao interior das casas como animais de estimação, muitos conservam o seu espírito predador, e quando se assanham, principalmente por questões de domínio de território, são bastante intimidatórios.
Obrigada por tão belo comentário, Paula. Daria um verdadeiro post!
Tem uma excelente semana.
xx
Bom dia!
ResponderEliminarLindas fotos de belos felinos.
Gatos são enigmáticos e ágeis.
Sou profissional da área de teatro
e estudamos essa forma que os
felinos saltam e pousam no chão.
Isso
é fantástico.
Aguardo você la no Espelhando.
Feliz fim de semana.
Bjins
CatiahoAlc.
Obrigada, Cátia. Boa semana.
Eliminarxx
Querida Laura,
ResponderEliminarAdorei esta tua postagem, as fotos encantadoras e a tua poesia
na beleza rítmica dos gatos: o encanto, a sedução, o mistério,
a independência e a capacidade única do gato se valorizar em
em atenção e presença. Quando junto, perceba que não está
recebendo atenção, crava as unhas ou se afasta com ar
bem majestoso...
Depois que perdi minha gatinha (12 anos) e o gato (18 anos),
a morte dele foi meses depois do falecimento dela. Estou
alguns anos sem gatos, mas convivo com gatos da sobrinha,
vizinha, sempre observo e vou por carinho, adoro o carinho
dos gatos, mas gosto de cães também.
Parabéns para a Nancy Wilde, fotos arte ( belíssimas)!
Uma semana alto astral para ti!
Bjos.
Olá Suzete!
EliminarDe facto, o gato nem precisa fazer alarde da sua presença, para fazer-se notar. Toda a sua postura, ora melosa, ora indiferente, a descontracção e plasticidade dos seus movimentos, são suficientes para atrair a nossa atenção.
Um gato com 18 anos já é um gato com bastante longevidade, e independentemente do tempo que vivam, custa sempre muito quando desaparecem de nossas vidas.
Também acho que as fotos embelezaram, e muito, o meu poema.
Obrigada querida. Uma óptima semana também para ti.
xx
Laura, minha linda, trouxeste-me agora à lembrança a figura de minha mãezinha rodeada por seus bichanos (não menos que oito) que conviviam tão harmoniosamente com os cãezinhos (sempre havia uns seis), a quem ela também dedicava um imenso amor. Dava gosto vê-la tão bonita rodeada por seus bichinhos, cuidando de cada um com uma dedicação invejável. Se acontecia de um adoecer, ai meu Deus, era uma correria para o veterinário, cuidados especiais, dedicação extrema. E depois, tão bonito vê-la a contar para os outros bichinhos como fora a visita à clínica, consulta e os socorros aplicados. E eles se acercavam dela e dispensavam uma atenção que era até comovente de se ver, pois parecia que estavam entendendo o que havia acontecido. Não só aos animais o seu amor e cuidados eram dirigidos, pois aos semelhantes era dispensada uma atenção que somente uma alma generosa como a sua seria capaz. Desdobrava-se de carinho e cuidados para com todos, e possuía um coração do tamanho do mundo onde cabiam seres humanos e os "bichinhos de Deus" como ela chamava seus animaizinhos tão amados. Os bichinhos escolhidos são lindos! Parece até uma foto daqueles da minha infância.
ResponderEliminarO teu poema vai entrando assim pela alma da gente de um jeitinho tão doce, tão delicado, que também nos sentimos donos da tua poesia...
“Voltas de manhã,
mansamente em frouxo passo
para adormecer no meu regaço.”
O vídeo é um primor. Uma belíssima interpretação da Elaine Page. A letra da canção é poesia pura e soubeste bem escolher um dos mais primorosos musicais de todos os tempos.
Grata pela postagem e por tudo que ela me proporcionou de emoção.
Agradeço também pelo carinho que sempre deixas no meu cantinho. Emocionou-me este texto: “de tanto amor, que um dia nunca perguntará porque tanto amor lhe aconteceu...Porque ele próprio vos amará tanto, que o amor será a sua condição e o seu ponto de partida para olhar também o resto do mundo.”
Lindo demais!
Um sorriso para enfeitar a estrela desse teu olhar tão delicado.
Helena
Olá Helena!
EliminarA minha mãe também gostava muito de animais, mas só tivemos gatos, quando éramos crianças e vivíamos no campo. Mais tarde, na cidade, apenas um cão.
Com tantos gatos e cães, deveria ser uma diversão, e ao mesmo tempo uma preocupação constante, porque algum sempre acabará por ficar doente... E é mesmo verdade, quem gosta de animais fala muito com eles, e eles entendem. Na casa ao lado,vive um cão já com muita idade que ainda gosta muito de dar os seus passeios. Quando volta e encontra o portão de casa fechado, como já não consegue saltá-lo, vem ao meu portão para que eu vá abrir o portão da casa dele. Basta que eu pergunte se ele quer ir para casa....ele volta-se na direcção desejada para que eu o siga. Outras vezes não quer ir para casa e fica junto de mim a apanhar sol.
Ah sobre o que escrevi; eu acredito mesmo que quem nasce e vive em amor, essa será a sua condição em relação aos demais. De forma natural. Aprendi isso com a minha mãe, a quem nunca vi um gesto agressivo ou brusco, a quem nunca vi aflorar nenhum sentimento negativo.
Obrigada querida Helena, pelo excelente comentário, e pela tua doçura. Como sempre.
Que tudo continue a correr lindamente, é o que desejo.
Uma semana radiosa! :-)
xx
Bom e feliz semana.
ResponderEliminarAG
Obrigada, António. Para si, também.
Eliminarxx
Talvez "miaumoso", sim. Gosto muito de gatos, e apeteceu-me escrever sobre eles. :-)
ResponderEliminarObrigada, Priscila.
xx
Oi Laura! Teu belo poema lembrou-me um gato que minha querida e inesquecível mãe tinha e era chamado de Mimi. Era amarelo mesclado de branco, lindo e muito safado, era o xodó do meu pai. Só comia coração de boi. O meu próximo post será uma baboseira que fiz em homenagem a ele.
ResponderEliminarAbraços,
Furtado.
Um gato chamado Mimi, teria de ser uma gata, não?... Ainda por cima ser o xodó do teu pai...:-)
EliminarBolas! Só comia coração de boi?!...
Fico à espera dessa tua bela "baboseira".
xx
Laura passando pra desejar uma ótima semana beijos.
ResponderEliminarhttp://www.lucimarestreladamanha.blogspot.com.br/
Obrigada, Lucimar. Uma óptima semana.
Eliminarxx
Querida amiga, preciosa entrada y muy lindas y tiernas tus palabras.
ResponderEliminarUn abrazo.
Obrigada, Manuel.
Eliminarxx
Laura , muito bom seu poema .
ResponderEliminarGato me lembra Mia Couto , que teve este pseudônimo adotado por sua paixão por gatos . Gosto da escrita dele como também da sua . Beijos e boa semana.
Por acaso a mim também me remete de vez em quando, para o Mia Couto.
EliminarObrigada, Marisa, mas não compare a "sorte grande" com a "aproximação"! ;-))
Boa semana, Marisa.
xx
Adoro gatos, Laura. Em tempos tive um...
ResponderEliminarGostei imenso do poema, mas gosto sempre da forma como escreves. As ilustrações são um mimo!
Boa semana para ti. Beijinhos
Eu só tive gatos quando era criança.
EliminarObrigada, Sónia. Um bom resto de semana também para ti.
xx
Boa noite, Laura.
ResponderEliminarDefiniu muito bem os gatos e seus movimentos, como agem de maneira peculiar.
Apesar de eu gostar de cachorro, desde que manso, a sua descrição foi perfeita.
Parabéns.
Beijos na alma.
Boa noite, Patrícia.
EliminarExiste, da parte de algumas pessoas, a facilidade em esteriotipar, considerando os cães uns "anjos", e os gatos uns "demónios", quando existem cães agressivos, e gatos muito ternurentos.
Obrigada.
xx
Hoje começo por te agradecer a partilha deste vídeo. Gosto mesmo muito! Uma referência este musical...
ResponderEliminarAs fotos estão encantadoras e "saíste-te" muito bem com o poema! Delicioso! Revi-me em situações que versejaste. Gosto de gatos (cheguei a ter uma dúzia a deambular pelo jardim); foram morrendo e já não tenho nenhum. Não quero ter mais, pois não era fácil arranjar quem viesse tratar deles nas ausências de casa.
Bjo, Laura :)
Pobres gatos; isso é que foi uma razia!...Quem se ausenta muito é complicado ter animais, a não ser que tenha onde deixá-los, ou alguém que possa ir todos os dias a casa tratar deles.
EliminarObrigada, Odete.
xx
OI LAURA!
ResponderEliminarSOUBESTE COMO NINGUÉM, COLOCAR EM PALAVRAS A ELEGÂNCIA DOS FELINOS, SUA AGILIDADE, INDEPENDÊNCIA E CAPACIDADE DE NOS CATIVAR.
LINDAS FOTOS E O POEMA, DEMAIS TAMBÉM.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/
Imaginei como seria ter um gato cá em casa....:-)
EliminarObrigada, Zilani.
xx
Boa noite Laura
ResponderEliminarNossa essas criaturinhas são uma graça.Para você eu desejo os sonhos mais lindos de uma noite, e que todos os seus sonhos sejam realizados ao amanhecer.
Boa noite!
Obrigada, Ana. Tive uma boa noite, não de sonho, mas de sono. Só sonho de dia. :-)
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Excelentes imagens em harmonia com o Poema :)
ResponderEliminarCumprimentos
Luis Sousa
Obrigada, Luís.
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¡Hola Laura!!!
ResponderEliminarDe nuevo paso a visitar estos bellos pelusos de mirado aguda que parece se sienten bien cómodos; y releer tus maravillosos versos que encuentro como un regalo no me canso de repasarlos y ver que tienes una maleta llena bien llena de inspiración. Me encantan y es un inmenso placer leerlos.
Te dejo mi gratitud y mi estima.
Un abrazo grande y se muy muy feliz.
Obrigada Marina, mas não precisas comentar de volta, apenas porque te fiz um comentário. Eu gosto de comentar, dá-me prazer ler o que os outros escrevem, porque aprendo muito. :-)
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Oi Laura,minha amiga linda,obrigada pelos comentários sempre dóceis em meu espaço.
ResponderEliminarBjs e um lindo final de semana.
Carmen Lúcia.
Não tem o que agradecer, Carmen. Comentar não dói! :-)
EliminarObrigada e um feliz fim de semana também para si e toda a família.
xx
Amorosos mas por vezes traiçoeiros.
ResponderEliminarOs gatos são sedutores e porventura traiçoeiros, como alguns homens. ;-)
EliminarObrigada Diana.
xx
Estimada, Laura Santos.
ResponderEliminarOs gatos. lindos
Desejos de um bom fim de semana
Sim, lindos.
EliminarBom fim de semana.
xx
Reli seu belo poema, Laura, e fiquei com saudade dos muitos gatos que já tive. São adoráveis...
ResponderEliminarBom domingo!
Querida Shirley, não precisa comentar novamente apenas porque lhe fiz um comentário.
EliminarEu levo tempo a postar, mas comento mais vezes do que posto, e com muito prazer. :-)
xx
Olá ,
ResponderEliminarReler , Agradecer a amável visita , as Palavras plenas de substância que lá ficaram , e desejar Um Bom Fim de Semana :)
Luis Sousa
Obrigada, Luís, como disse à Shirley, sem novo post não há necessidade de novo comentário.
EliminarUm bom resto de domingo e uma boa semana.
xx
Bom dia. Os gatos são talvez os animais mais meigos e até de uma doçura adorável, que existe. Também são terríveis quando se aborrecem com algo. Adorei o poema que considero delicioso. Domingo feliz
ResponderEliminarConcordo. Meigos e agressivos, como quase todos nós, por vezes.
EliminarObrigada Sílvia.
xx
esqueci-me que tinha tirado algumas dessas fotos!
ResponderEliminareu prefiro cães mas os gatos são engraçados. bonito poema. ronronam!
São tantas as fotos! E de gatos ainda existem muitas mais!
EliminarEu também prefiro um cão como companhia, mas os gatos são terrivelmente fotogénicos! Embora os cães também o sejam, é claro.
xx
Amei este blog, sou fascinada por gatos, visite meu blog , lá tenho 2 lindos e fofos. Belos poemas li por aqui!
ResponderEliminarTenha um abençoado dia
Visite-me se puder!
Bjs!
Obrigada Diná.
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