sábado, 12 de julho de 2014

Dança





                                              Que eu dance
                                               a valsa perdida dentro de mim.
                                              Que eu a lance
                                               em andamento sem fim.
                                              Que eu seja leve
                                               em penas de cetim
                                               e transporte nos espaços
                                               desenho breve.
                                               Leve tão leve
                                               que permita
                                               elevar nos meus braços
                                               esta alma que se agita.
                                               Traçar nos meus passos
                                               utopia que não caia
                                               por maior que seja a vaia.
                                               Que eu dance no vento
                                                liberta ave
                                                essa valsa suave
                                                do meu pensamento.
                                                E quando o meu corpo parar
                                                que a valsa bailada
                                                se eleve
                                                grácil sonho breve
                                                e comece a voar.
                                               Que suba bem alto
                                                dance por um momento
                                                esquecido de sobressalto
                                                enquanto o meu corpo
                                                palco em movimento 
                                                jaz
                                                e atrás da cortina, sereno
                                                encontre 
                                                paz.
                                                 



                                                
 Svetlana Zakharova e a "Morte do Cisne

125 comentários:

  1. Laura , feliz por sua volta ! Uma bailarina das palavras e sentimentos delas advindos não poderia ficar longe dos amigos , muito tempo . Obrigada . Beijos e bom final de semana .

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    1. Obrigada, Marisa. O apelo foi mais forte :-)
      Um bom domingo para ti.
      xx

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  2. LAURA,

    momento de sobriedade com odor de nostalgia,enfim um pouco de tudo da vida de todos nós.

    A morte...também do cisne!

    Um abração carioca.

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    1. Creio que já estivemos "lá" todos em determinadas ocasiões.
      As mortes são inevitáveis e as suas representações necessárias.
      xx

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  3. Regresso em grande, Laurinha, com um dos poemas mais formidáveis que já li, escritos por ti!
    Há muita beleza no ocaso, no crepúsculo, no canto do cisne que dança e esvoaça elegância e deslumbramento. Há uma beleza indescritível na leveza que nos aproxima do fim.
    A dança e a música complementam o brilho do poema.
    Sou uma privilegiada em poder ler-te.
    BFS. Beijos. Muitos. D

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    1. Perante a arte, a proximação do fim e o próprio fim pode ser muito belo de facto, tal como o nascimento e renascimento.
      Esta dança do cisne não é mais do que o essencial exercício de uma luta vã, mas de que há que tentar sempre resistir, embora o fim esteja tão próximo.
      Obrigada, D.
      xx

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  4. Que volta mais linda Laura.
    Uma poesia leve,quanto essa dança de uma valsa suave.
    Adorei a poesia e o vídeo.
    Seja bem vinda novamente.
    Bjs amiga e um ótimo domingo
    Carmen Lúcia.

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    1. Obrigada, Carmen Lúcia.
      Ainda não fiz tudo o que tenho que fazer, mas postarei a partir de agora não tão assiduamente.
      xx

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  5. Oi Laura :)
    Mas enquanto o corpo não para,
    que a leveza, suavidade e doçura desta bailarina,
    continue encantando.
    O vídeo é lindo e está em sintonia com o belo poema.
    Beijos!

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    1. Oi Clau!
      A "bailarina" é um pouco tosca, ao contrário da bailarina do vídeo ;-)
      xx

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  6. Assim será, enquanto "durar a valsa dentro de mim".
    Lindo!
    Grande beijo, Laura!

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    1. A dança nunca acabará, Shirley. Viverá independentemente das bailarinas.
      xx

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  7. Minha querida

    Um poema sublime...um voo no tempo e no espaço.Adorei

    Um beijinho e bem vinda
    Sonhadora

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    1. Obrigada, Rosa.
      Fiquei contente com o teu regresso. Incrível esses plágios descarados!
      xx

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  8. Olá olá minha Amiga Laurinha
    Que bom que estás de volta,e, pelos vistos em grande! Com um voo triste mas lindo, como só tu sabes fazer.

    Pois minha Amiga, amanhã dia 13 pelas 15H nasce mais um Filho meu (2 Livro) em Lisboa. Estou feliz, claro, embora demonstre alguma ansiedade, penso que é tipico, da minha pessoa, ehehehe

    Oxalá estejas completamente de volta, gosto do teu perfume no meu blogue ;-)

    Tem um excelente Domingo
    beijokas


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    1. Olá Cidália!
      Parabèns pelo novo livro, que sei o quanto é importante para ti.
      Espero que tudo esteja a correr lindamente em Lisboa, tudo como desejaste, e deita fora essa ansiedade, porque a ansiedade mata :-)
      Estou de volta mas postarei menos vezes e comentarei menos. O tempo não dá para tudo.
      Vou preparar-me para ver a final do Mundial, com uns petiscos, claro ;-)
      Boa viagem de volta a casa.
      xx

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  9. Chegou bem a dançar!
    não você a dançarina
    de certeza a recordar
    os tempos de menina.

    Estou aqui para cumprimentar,
    o seu regresso aplaudindo
    foi bom amiga Laura Santos, voltar
    ao escrito no vento sorrindo!

    Bom fim de semana, um abraço.
    Eduardo.

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    1. É verdade, a bailarina dança muito bem. Como eu gostaria de dançar assim...mas também danço, e continuo a dançar.
      Obrigada, Eduardo, e tenha um bom domingo.
      xx

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  10. Quem dança assim está livre de vaias mas o público, exigente como é, não lhe perdoa e grita: - QUEREMOS MAIS POESIAS LAURA! BIS!!!
    :)

    (É bom tê-la de volta)

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    1. Aaah Rui, pode até nem estar livre das vaias do público, mas o importante é que as vaias do público, mesmo existindo, deixaram de ter importância.
      Pode crer que já tinha saudades suas.
      Obrigada.
      xx

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  11. Laura que saudades de você e das poesias lindas que você publica,dança que coisa boa dançar faz bem ao corpo e mente, maravilhoso vídeo escolhido, Laura tenha um bom final de semana beijos.
    Blog /Fan Page / Twitter /

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    1. Dançar é muito bom mesmo. Até para manter o coração em forma.
      Obrigada, Lucimar.
      Uma boa semana para ti!
      xx

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  12. Laura, querida, obrigada por suas carinhosas palavras. Infelizmente, não conseguiria, no momento, entregar-me aos seus belos versos, para comentá-los como você merece. Meu sentir está prejudicado. Mas voltarei, por certo, com a alma mais leve. Fico feliz por vê-la iluminando, novamente, seu espaço. Bjs.

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    1. Marilene,
      leve o tempo necessário a fazer o luto de sua mãe. As mães viverão connosco para sempre, são docemente enormes para que possam desaparecer.
      Um grande abraço para ti e para a Vera.
      xx

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  13. .... e porque a vida é tudo o que nós quisermos, ela poderá sim, ser essa dança suave e leve, que este poema tão bem sublima.
    Voei nas tuas palavras, e deixo-te o meu beijinho grato, pela partilha de tão belo sentir...

    Pois é Laura, até ao fim de Julho estou onde muito bem adivinhaste.Hoje estou em Lisboa, mas já de saída...

    Muitos beijinhos. Feliz por te sentir de volta....

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    1. Olá Cristina!!
      Acho que a vida até poderá não ser tudo o que quisermos, mas em grande parte será, porque tanto depende de nós.
      Não me digas que andas para cima e para baixo ;-) Assim não descansas...:-)
      Pensei que nas férias "desligasses" mesmo...Obrigada por apareceres e aproveita bem o resto das férias!
      xx

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  14. Saúdo o regresso da poetisa Laura Santos. Como sempre oferece-nos um poema divino. Fiquei encantado. Que o teu coração se eleve ao mais alto grau da sensibilidade, gosto. e alegria de viver.
    Fica feliz e em...paz
    xx

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    1. O problema é que o meu coração eleva-se ao mais alto grau e deixa-me para trás à procura dele LOL
      Estou sempre em paz. Mesmo quando me levantam guerras surdas, eu levanto a bandeira branca e viro costas.
      Obrigada, Ricardo.
      xx

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  15. Bom dia Laura.. pois é.. outro dia mesmo me perguntei não vi mais a Laura nem no meu nem em blog algum.. tudo a seu tempo né.. tempo para nós tb é sempre bem vindo..
    as danças dentro de nós nem sempre são de alegria.. as vezes os passos oscilam.. nossa alma grita por liberdade..
    tudo nos ensina.. alegria e tristeza estão de mãos dadas pq buscam o equilibrio delas tb..
    bjs e até sempre

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    1. Pois é, Samuel, estive desaparecida noutras frentes de batalha, mas decidi voltar até antes do previsto.
      As danças podem ser alegres ou tristes e o corpo precisa dancá-las todas, a seu tempo. E é bem verdade, a alegria e a tristeza são filhas de uma mesma mãe, às vezes são até siamesas; levam a vida unidas e de mão dada :-)
      Até sempre, Samuel.
      xx

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  16. Laura, ainda bem que está de volta, pois faz falta à "blogosfera" por ser capaz de pintar com palavras aquilo que sente e também porque para escrever aquilo que os outros querem ler ou escrever aquilo que os outros vão gostar e achar bonito há já gente a mais!
    Gostei muito da música, da dança e como não podia deixar de ser do seu poema.
    Passe um bom domingo.

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    1. Olá Paula!
      Num mundo em que quase tudo é descartável, não acho que faça falta, mas é importante para mim continuar a dizer alguma coisa. Mas é verdade, numa coisa tens razão, eu escrevo para mim, não a pensar no que a maioria das pessoas gosta. E esse é o único caminho possível, embora mais difícil em termos de sucesso, mas mais gratificante.
      Obrigada, Paula. Ainda nem tive tempo de lá ir ler os outros posts, mas irei :-)
      xx

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  17. Eu sou muito mais alegre do que triste, mas só sinto necessidade de escrever quando estou triste.
    Acho que no sol do meio dia pode existir tanta poesia como num luar da meia-noite, mas para mim é sempre numa certa sombra que a profundidade das coisas se dá.
    A tristeza é tão inevitável como a alegria, e eu não tenho esse dom de escrever com a alegria e o sentido de humor que tu demonstras na tua escrita.
    Ainda há pouco estive a ler um pouco de "Os Portugas", essa sátira extraordinária e divertida aos Lusíadas....:-) Soberbo!
    xx

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  18. Vês?...Só sabes brincar!
    Depois da derrota de ontem com a Holanda espero que os brasileiros tenham percebido de vez que o resultado do jogo com a Alemanha não foi um mero infortúnio.
    O Brasil precisa pensar seriamente se quer ter uma equipa forte para o futuro. O Neymar apenas iludiu a situação enquanto jogou, e com equipas mais fracas. Só tenho pena que a maioria das pessoas sofra tanto por causa do futebol, se ligue tanto...
    Messi é boa gente de facto, e o povo argentino também, mas não sei se tudo isso será suficiente.
    Obrigada pela resposta, Marcos.

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  19. Um poema magistral,que nos proporciona a dançar também
    por dentro,evocando as emoções a serem transfiguradas pelo
    o sublime voo poético no palco-vida-morte...
    Também o foco da dança da poetisa (o poema);
    no primeiro tempo (ato),a valsa recolhida e conhecida
    acordando e acendendo as luzes refletidas nos passos bailados.
    No segundo tempo (ato), a trajetória do voo bailado na
    libertação que transcendem os movimentos (limites),no
    respirar dos sonhos...
    No último tempo (ato) o voo ilimitado recolhendo os sonhos,
    o bailado a percorrer na trilha serena e além...
    Muito belo,tocante (dorido) e tão bem acompanhado pelo
    vídeo (morte do cisne)...
    Porém,estou feliz de ler-te novamente,mergulhar neste teu
    universo poético tão especial,Laura!

    Beijinhos.

    Ps: Torci para o Brasil... O pior são os bastidores,a propaganda
    da vitoria antes e depois da derrota,o comportamento imaturo,
    estimulado pela imprensa. Antes bajulavam e agora, uns urubus.
    Poucos, as exceções de críticas sérias... Torci pela Argentina
    no jogo da Holanda e continuo a torcer pelos "los hermanos"
    contra a Alemanha.

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    1. Suzete,
      analisas tudo o que lês de forma totalmente desarmante. O que dizer a seguir?!...:-) Apenas agradecer os teus excelentes comentários.
      Obrigada, Suzete. E também não vou jamais esquecer o poema que me que me dedicaste e as palavras a acompanhá-lo.

      Quanto ao Futebol, aqui é exactamente a mesma coisa; a imprensa coloca a selecção nos píncaros, como se tivesse uma qualidade que não tem, para depois do insucesso já serem os piores do mundo. Demasiada paixão e interesses à mistura.
      Eu também desejei que a Argentina ganhasse, e esteve perto, mas não aconteceu. É apenas futebol, um jogo. O prestígio de um país não deve ser visto pela qualidade do seu futebol, sobretudo quando tantas áreas essenciais desse mesmo país são esquecidas.
      xx

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  20. A dança da vida. A vasa dos dias. Poesia serena, bonita. A vida é dança, é harmonia, é imprevisível. Bela poesia. Que bom que tenha voltado Laura, que sua ida foi breve.

    https://www.youtube.com/watch?v=KGN6oQmhKck

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    1. A dança da vida pode ser muito imprevisível, mesmo.
      Já conhecia esse vídeo do John Lennon da Silva, até pensei em colocar um link no post, só não fiz porque acho que a filmagem não está bem feita (raramente mostra os pés). Mas J. L dança primorosamente. Um talento que emociona.
      Obrigada, Fábio.
      xx

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  21. No “DEUSA” respondi assim ao teu comentário:

    Miguel13 de Julho de 2014 às 17:05

    Olá, Laura
    Mas que surpresa boa! Pensei que fosses estar ausente mais tempo… mas verifico, COM PRAZER, que me enganei.
    Claro que não vais morrer sem ver a Itália!!! Era o que faltava, raios! -:) 
    Estou recuperado, “são como um pêro”, quase “ ultrapassando os 100 quilos” e cheio de vontade de regressar ao trabalho - e às passeatas .
    Seguirei o teu conselho de me portar bem, especialmente se não me puder portar mal -:)))))))))))))))))))))
    Um beijo

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    1. Obrigada por postares aqui a resposta, Miguel, mas eu até costumo ir ver as respostas...
      Fico contente por saber que já recuperaste os "100kg" e que estás "são como um pêro". Isso é que interessa.
      xx

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  22. Olá Laura!
    Estou contente com o teu regresso! Eu estou de saída por uns tempos.
    Que bem retratas a valsa da vida...
    A bailarina ora se sente leve e flutuante...ora um pouco mais ligada à terra.
    Mas como diz outro poeta " o sonho comanda a vida" e a bailarina acaba por encontrar a paz que procura, é uma questão de vontade,de querer.
    Hoje recuso-me a falar da morte do cisne...estive num funeral...
    Um grande abraço.

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    1. Olá Emília!
      pois já vi que a tua pausa será longa, mas vai decerto fazer-te bem.
      Gosto muito de bailado e acho que as artes físicas não por vezes tão valorizadas como as da mente, o que é um contra-senso porque uma bailarina para dançar muito bem, a mente e a sensibilidade interpretativa desempenham um papel fundamental.
      Todo o acto criativo pode ser sempre um caminho para a paz.
      Um grande abraço, Emília, e boas férias!
      xx

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  23. Hello Laura,
    GOOD TO SEE YOU BACK ON THE BLOG TRACK!!
    Never stop writhing,good poemes with a message..
    Put on your dancing shoe's!
    Thanks a lot for your different comments.
    Willy xx

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    1. Maybe I´ll stop writing one day, but I wouldn´t like to stop dancing barefoot ;-)
      Thank you for your nice paintings.
      xx

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  24. Hello Laura,
    Good to see you back on the blog track!!
    Never stop writhing poemes with a message...
    Put on your dancing shoe's!
    Thanks a lot for your nice comments.
    Willy xx

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  25. Harmonia e beleza do princípio ao fim.
    Sofia

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  26. Bom dia, Laura
    Regressaste ou é apenas um interlúdio?
    Seja como for... presenteias-nos com um post da mais alta qualidade.
    O poema é belíssimo (ainda que imbuído duma certa nostalgia - não gosto do termo "tristeza"); o vídeo é fabuloso; e a imagem que encima o poema é maravilhosa!
    A verdade é que adoro ballet, considero-o dos espectáculos mais belos que existem.
    Assisti duas vezes ao "Lago dos Cisnes" (ao vivo, claro!), mas não tive a sorte de ver Svetlana Zakharova, que foi, e não sei se ainda é, "prima ballerina" no Bolshoi.
    Obrigada por me proporcionares estes momentos deliciosos!
    Beijinhos

    PS - Hoje, dia 14, como habitualmente, publiquei novo post.
    Gostaria de "saber" a tua opinião.
    + 1 beijito



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    1. Boa noite, Mariazita.
      Rressei mesmo, só que postarei menos vezes, para ver se consigo manter o blog.
      Os poemas mais nostálgicos, ou tristes, ou saudosos, são geralmente mais profundos que os alegres ou neutros (geralmente assépticos do ponto de vista dos sentimentos). Mesmo assim, as grandes dores são mudas, e só as "ligeiras" se conseguem exprimir. No entanto, como diria Murakami, "a dor é inevitável, o sofrimento opcional".
      Também eu adoro ballet, em Coimbra vi por várias vezes o Ballet Gulbenkian,mas apenas Bailado Contemporâneo. Nunca vi o Lago dos Cisnes ao vivo, apenas em vídeo...:-(
      A S.Z continua como primeira figura do Ballet Bolshoi, sim, e participa de vez em quando noutras produções internacionais.
      Obrigada, Mariazita. É sempre um prazer rever-te.
      xx

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  27. Uma valsa de ouro, beatificada pela mão santa que promove a paz! abração

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    1. Muito bem lido, Ives.
      O acto criativo é uma forma de redenção e evoca paz. O etéreo domínio do sagrado.
      xx

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  28. Estive por aqui.
    E, desejo felicidades.

    Manuel

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  29. Que bom o seu regresso...

    "QUEM"
    Eu sou a que no mundo anda perdida,
    Eu sou a que na vida não tem norte,
    Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
    Sou a crucificada... a dolorida...

    Sombra de névoa tênue e esvaecida,
    E que o destino amargo, triste e forte,
    Impele brutalmente para a morte!
    Alma de luto sempre incompreendida!...

    Sou aquela que passa e ninguém vê...
    Sou a que chamam triste sem o ser...
    Sou a que chora sem saber por quê...

    Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
    Alguém que veio ao mundo pra me ver,
    E que nunca na vida me encontrou!

    "Florbela Espanca"
    Um abraco.

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    1. Nem sei se o meu regresso será bom para mim...:-)
      A Florbela é uma sonetista perfeita, e não conheço nenhuma que se lhe equipare, tanto na forma como no conteúdo. Mas espero que não tenha postado este soneto por considerar-me uma pessoa "perdida" e sem "norte"... Mas no que respeita a " incompreendida" e "triste sem o ser", isso sim. E quando choro sei sempre muito bem porque choro :-))
      Mas o soneto vale por si mesmo, independentemente de qualquer interpretação, e admiro o seu bom gosto. Poesia de FE é sempre um grande presente.
      Obrigada, Xico.
      xx

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    2. Nem perdida, nem sem norte.
      Simplesmente um "arrepio", leve ao ler, talvez pela desnsidade do escrito.
      Que bom que veio o sorriso no choro.
      Um abraco.

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    3. Bom, eu até acho que o meu norte é sempre virado a sul...:-)
      E sou mesmo uma "desnorteada" no que ao choro diz respeito porque sou capaz de chorar e rir ao mesmo tempo.
      xx

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  30. Em primeiro, desejar-te ânimo para continuares no mundo da blogosfera. É unânime que a tua presença faz falta :) :)
    O poema: reli e atentei em cada verso. Globalmente: a dança é beleza e leveza, assim também o que vais soltando em palavras se vai elevando e esvoaçando em espaços em que os sonhos são livres de se fazerem realidade em utopias artísticas... Gostei imenso destes "movimentos"...
    Um excelente recomeço, querida Laura. BJO :)

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    1. Ah eu acho que não preciso de ânimo, preciso é de tempo! :-)
      A dança é para mim uma das primeiras artes. O corpo como lugar primordial de expressão.
      Obrigada, Odete, és um amor. Isto agora iá devagar, devagarinho...
      xx

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  31. OI LAURA!
    QUE BOM TE VER LÁ NO "SÓ PRA DIZER"E LER TEU COMENTÁRIO.
    NESTA DANÇA EM QUE TUA ALMA SE AGITA, RODOPIA E VOLTA, EM VERSOS PERFEITOS.
    ABRÇS
    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

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    1. Obrigada, Zilani.
      Não tenho uma alma acomodada, não :-)
      xx

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  32. Ah, minha linda amiga, que bom ver-te por aqui novamente! Vir ao teu espaço e encontrar um pedacinho de tua alma esvoaçando entre os versos é um presente dos deuses ao olhar e um encantamento ao coração. Tão suave este teu poetar sobre a valsa... um dos ritmos que sempre me fascinou. O vídeo também nos transporta ao mundo mágico do ballet, que fui deixando pelo meio do caminho depois de muita luta para conseguir fazer o curso... como muitos outros sonhos que a vida se encarregou de mudar o rumo por mim traçado.
    Que tu possas sempre dançar ao vento como uma ave liberta a valsa suave do teu pensamento, para que nós, teus amigos/admiradores/fiéis leitores, possamos continuar a usufruir desse teu mundo mágico de poesia.
    Seja bem-vinda nesse teu regresso tão aguardado por nossos corações, amiga querida!
    Deixo-te sorrisos (aqueles que esbocei ao saber-te de volta à blogosfera) e também estrelas... aquelas que brilharam no olhar dos amigos felizes com teu regresso.
    Tudo com meu carinho,
    Helena



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    1. Helena,
      já disse que me estragas com mimos, não disse?...És tu e a Suzete.
      A minha alma tenta esvoaçar nos versos, nas ruas e nos descampados, ausenta-se e volta sempre para mim ;-)
      A valsa foi um pretexto; poderia ter sido outra dança quqlquer, o importante é dançar, é criar, é esforçar-se e elevar-se para além do tempo e das circunstâncias.
      Eu adoraria ter sido bailarina, mas ao mesmo tempo acho uma actividade tão rigorosa e desgastante, que talvez seja mesmo melhor dançar "sem saber dançar".
      Obrigada, querida Helena, pelos teus sorrisos e pelo teu carinho de sempre.
      xx

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  33. Olá Laura td bem/
    Vim te fazer uma visita e já estou ficando
    por aqui, achei td muito bonito, e de bom gosto
    poemas maravilhosos enfim um lugar para voltar sempre
    Quando puder venha tomar um café no meu Cantinho
    ficarei feliz e será bem vinda
    Abraços de sempre
    Bjusss
    Rita!!!!

    http://cantinhovirtualdarita.blogspot.com.br/

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    1. Olá Rita!
      Seja bem vinda. Irei certamente tomar um café no seu cantinho.
      xx

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  34. Querida amiga, Laura. Me ha dado mucha alegría ver que ya estás de nuevo en activo, y además pisando fuerte; con una entrada, con la calidad a que nos tienes acostumbrados.
    Besos.

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    1. Ocorreu-me de súbito um poema e decidi postar!
      Obrigada, Manuel.
      xx

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  35. Laura boa tarde, passando aqui pra desejar uma ótima quarta-feira beijos.
    Blog /Fan Page / Twitter /

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    1. De um amanhecer fluído e expectante até à penumbra intensa VOLTASTE em passo de dança... e fielmente acompanhei a tua dança, como uma sombra furtiva. Belo Poema Laura !

      maria jorge

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    2. Obrigada, Lucimar.
      xx

      Querida Maria,
      eu sei que tu és das boas (e fiéis) sombras que eu tenho por aqui. Apenas me surpreendeste pelo comentário, porque sei que não gostas de comentar :-))
      Obrigada, Maria.
      xx

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  36. Olá, Laura
    Concordo, e sempre fui de opinião que, em fases de grande felicidade e momentos de euforia, raramente se produz algo de grande qualidade.
    As verdadeiras obras-primas, em qualquer ramos das artes, foram sempre produzidas quando os autores se encontravam (ou encontram...) em dificuldades, quer materiais, sentimentais, de saúde... enfim, não viviam tempos áureos.
    A poesia, como parte integrante da "arte", não foge a esta regra.

    Agradeço a tua presença na minha «CASA». O teu comentário, bem elaborado, contribuiu para o enriquecimento dos mesmos, e olha que há lá comentários que acho muito bons! :)

    Beijinhos, minha amiga

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    1. Que bela foto, Mariazita!!
      Estás uma autêntica sereia de óculos de sol e com uma excelente cor! Eu pareço uma lula, ainda nem fui à praia...:-(
      Também penso assim, as grandes obras de arte nascem em tempos de crise e de tristeza, em tempos de guerra, em tempos de mudança, não em tempos de alegria e cómoda estabilidade.
      Não tens nada a agradecer-me. É um prazer.
      xx

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  37. Olá Laura
    Estou imensamente feliz em te ver de volta. Volta essa feita com tanta leveza, como o voar dos pássaros libertos nos céus...Volta essa feita com um bailar de valsa e alma liberta, podendo saborear o vento que passa e dissolve todo e qualquer momento pesado...Senti tua falta. Estar aqui e saborear teus versos e teu lindo poetar é sempre muito prazeroso.
    Receba meu abraço apertado de ♥ pra ♥
    Marilene

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  38. Olá Laura
    Estou imensamente feliz com teu regresso. Regresso esse feito com a delicadeza e a leveza dos pássaros a voar nos céus...Regresso esse feito de um bailar suave, onde a alma senti o ventinho morno que passa e leva tudo que é por demais pesado. Senti a tua falta amiga. Estar aqui e ler teu suave e belo poetar foi muito prazeroso...
    Receba meu abraço carinhoso de ♥ pra ♥
    Marilene

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    1. Porquê dois comentários?!...Bom, um é diferente do outro...;-))
      xx

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  39. A dança da vida dança da vida...
    Beijo Lisette.

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  40. Já tinha saudades de ler poesia assim, Laura.
    Um regresso muito belo.

    Manuela Pires

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  41. Boa tarde, Laura!
    Linda poesia, a dança é diária, todos os dias dançamos vários ritmos, por vezes a dança a que somos obrigados é mais calma.
    Ainda bem que regressou com os seus lindos poemas para valorizar este mundo da blogosfera.
    Dia feliz
    AG

    http://momentosagomes-ag.blogspot.pt/

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    1. Boa noite, António!
      É tanta a dança que queremos dançar, tanta a dança que nos fazem dançar como marionetas...
      Obrigada, António.
      xx

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  42. Depois de ler e reler ao som do vídeo, depois de tudo... encontrei o Belo!

    Muito obrigada pelo carinho das palavras. Estou voltando. :)

    Beijinho

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    1. O Belo nunca conseguiremos encontrar. Mas obrigada por teres gostado :-)
      Um bom regresso.
      xx

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  43. Foi o que eu imaginei, Marcos, eu que sou uma cega daquele tipo que teima em não querer ver...;-)

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  44. A vida, seja ela para dentro ou para fora de nós, se não for uma dança, é uma coisa enfadonha e sem graça.
    E o teu poema, sendo literáriamente excelente, também ele é uma dança... de palavras...
    Querida amiga Laura, tem um bom fim de semana.
    Beijo.

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    1. Concordo contigo. A dança é um tipo de linguagem feito de corpo e emoção em movimento. Por isso, dancemos.
      Obrigada, Nilson, é um privilégio para mim ser comentada por um poeta como tu.
      xx

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  45. Laura, dancei novamente, na leveza das nuvens e na beleza de seus versos.
    Beijo!!!

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    1. Por favor, Shirley, não precisa comentar-me novamente apenas porque lhe fiz um novo comentário.
      Obrigada pela atenção de qualquer das formas.
      xx

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  46. Laura, que bom ter voltado ao blog! E então com um poema tão lindo, melhor!
    Bjs

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  47. Laura: doce amiga lusitana..que bom te ver por aqui..sempre criativa!!bjins carinhosos

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  48. Sair da aldeia pode ou não!...
    para ir atrás de um sonho lindo
    quem manda é o coração
    desejo-lhe resto de bom domingo
    amiga Laura Santos,
    obrigado pela visita,
    um abraço.

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    1. O coração nem sempre manda bem, mas não há outro remédio senão segui-lo. Depois logo se vê :-)
      Não tem nada que agradecer, Eduardo.
      xx

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  49. A dança é a expressão do corpo que não sabe falar.

    Abraço

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    1. Eu diria que o corpo "fala" através da dança.
      Obrigada pelo seu comentário, J Araújo.
      xx

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  50. Oi Laura,obrigada pela visita e obrigada por ser minha amiga.
    bjs
    Carmen Lúcia.

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    1. Oi Carmen, a amizade não se agradece, embora estejamos sempre agradecidas ;-)
      xx

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  51. Trouxe sorrisos e estrelas embrulhadinhos no meu carinho para te desejar uma linda semana, minha querida amiga!
    Helena

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  52. Laura querida,

    Postagem divinamente bela. Emocionou-me sobremaneira.
    O poema é leve, lindo e tocante e não há como deixar a emoção de lado diante desse triste bailado, interpretado lindamente por Svetlana Zakharova.

    Agradeço o seu carinho e conforto, Laura. Você é uma pessoa muito especial e gosto muito de você. Senti-me abraçada pelas palavras finais de seu comentário em meu recanto. Muito obrigada!

    Ótima semana e belos dias.

    Abraço.

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    1. Vera, dizer simples palavras poderão não servir para nada, mas eu acho sempre que ditas com boa intenção num momento como esse, poderão servir de alguma coisa. E a cumplicidade e simpatia na dor do outro é algo de natural em mim.
      Que os dias fiquem cada vez mais leves é o meu desejo, Vera.
      E obrigada sou eu. Sempre.
      xx

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  53. Laura, você desenhou com leveza e suavidade os movimentos ansiosos de uma dança interior, motivada pelas emoções e pela turbulência que costumam nos levar ao sonho utópico de uma paz abraçável. Abandonou o espírito sua prisão corpórea e se elevou, de forma magnífica , até alcançar o mundo mágico do voo livre e colorido, comumente desejado. Creio ser a inquietude da alma o alicerce de belas construções, aquelas que afloram nossa sensibilidade e criam uma identificação especial com os verdadeiros arquitetos das palavras, como você.
    Espetáculos de dança sempre me atraíram e lamento quando chegam ao fim. Sejam leves ou rápidos os movimentos dos bailarinos, têm a capacidade de nos afastar de tudo, para que não percamos nenhum gesto.
    O vídeo é sublime. Reside na melancolia a riqueza da "Morte do Cisne".
    Renovo a você os meus agradecimentos pela força e pelo carinho, muito confortantes. Bjs.

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    1. Muito belo o teu comentário, Marilene.
      Dançar não é senão um exercício de liberdade para uma alma inquieta, como dizes. E não existirá nunca uma alma que não se inquiete, nem que por momentos. Quem não se inquieta pelo menos uma vez na vida só poderá ser um ser inanimado.
      O cisne bem tenta resistir, mas terá de resignar-se.
      Não tens que agradecer, marilene. Tu e a Vera são duas pessoas que muito prezo.
      xx

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  54. Boa tarde, Laura!
    Sobre a minha ultima foto publicada a mesma não é no Algarve, é uma praia da Costa Vicentina junto à ilha do Pessegueiro.
    Fique bem
    AG

    http://momentosagomes-ag.blogspot.pt/

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    1. Muito obrigada pela informação, António. A verdade é que parecia mesmo uma foto do Algarve...afinal é no meu Alentejo que por vezes esquecemos ter praias tão maravilhosas.
      xx

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  55. Sublime poema y sublime danza. Una maravillosa conjunción de talentos. ¡Magistral! Felicitaciones! Un abrazo

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  56. Obrigada, Marcos. Tentarei ver numa próxima oportunidade, até porque gosto do W. Herzog.
    xx

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  57. Lindo poema, Laura! Valeu a sua ausência por ter o seu retorno me trazido essa beleza! Triste, mas a poesia é uma bela forma de trabalhar a tristeza, não é?
    Amei a história de como sua filha começou a ler. Obrigada por compartilhá-la comigo.
    Feliz com sua volta ;)
    Abraço!

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    1. Obrigada, Jussara, a poesia para mim é uma forma de sublimar a tristeza. A alegria não precisa de sublimação.
      Muito interessante a forma como ela começou a ler, sem que eu desse conta, de repente lá estava ela lendo. Foi muito surpreendente :-)
      xx

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  58. Acho que deves reciclar muito bem a tristeza, porque ainda não a vi na tua escrita.
    xx

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