"Faz frio. Mas depois de uns dias de aguaceiros,
Vibra uma imensa claridade crua.
De cócoras, em linha, os calceteiros,
Com lentidão, terrosos e grosseiros
Calçam de lado a lado a longa rua" (...)
Cristalizações, Cesário Verde
O rei D. Manuel I mostrava-se aos súbditos apenas uma vez por ano, exactamente a cada 21 de Janeiro, dia do seu aniversário, daí a expressão "quando o rei faz anos...".
Incomodado com o facto do cortejo real, em trajes de gala e ricos adornos ficar usualmente sujo de lama, e devido à recente chegada de um rinoceronte branco que o transportasse pelas ruas, decide, na viragem do séc.XV para o séc.XVI, ordenar o calcetamento das ruas do percurso real para que o animal, de nome "Ganga", não sujasse as suas pesadas patas na lama. Com início na R. Nova dos Mercadores, a empreitada terá ficado cara devido ao transporte de granito do norte do país.
No sé. XVIII depois da destruição do terramoto de 1755, a reconstrução da cidade abandonou este tipo de revestimento, mas em meados do século seguinte, em 1842, foi realizada por decisão do Governador de Armas do Castelo de S. Jorge, uma calçada calcária nos moldes como hoje a conhecemos. A partir desta altura foram concedidas verbas para que o Governador do Castelo, Eusébio Furtado, empreendesse a pavimentação de toda a Praça do Rossio, prática que viria a espalhar-se por todo o país e colónias como moda e ideal de bom gosto, aliando utilidade a sentido estético.
Em praças, passeios, ruas pedonais, nos mais variados espaços públicos e até privados, a calçada portuguesa, maioritariamente utilizada em Portugal e nos países lusófonos, atravessou fronteiras e existe actualmente um pouco por todo o mundo. Em calcário branco e negro ( embora na Madeira e Açores o basalto seja utilizado por ser comum na região), e ocasionalmente noutras cores, a calçada portuguesa passou com o tempo, de simples pavimentação de rua a arte decorativa.
Em 1986 foi criada por iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa, a primeira escola para calceteiros.
Monumento ao Calceteiro de Sérgio Stichini
E aí está o primeiro Código QR feito com pedras portuguesas. O Turismo de Portugal pensa em tudo menos no essencial. Devia lembrar-se de colocar a trabalhar os alunos qualificados que saem todos os anos das escolas de Hotelaria e Turismo. E já agora, também gostaria de saber quanto ganha um calceteiro...









muchas gracias por compartirnos tan interesante articulo.
ResponderEliminarun abrazo
De nada, ReltiH :-)
Eliminarxx
Sabe que tb fiquei curiosa sobre o salário de um calceteiro? São uns artistas e deveriam ser reconhecidos como. Bom reencontrar aqui as calçadas portuguesas - que amo - e os versos do Cesário Verde!
ResponderEliminarAbraço!
Quando eles trabalham para as Câmaras Municipais ganham pouco, mas se trabalharem numa empreitada particular serão bem pagos.
Eliminarxx
Lindo! Além de útil por não sujar as patas do "Ganga"de lama, embelezou as ruas da cidade.
ResponderEliminarAbraços,
Furtado.
No séc.XVI foi mesmo só para não sujar de lama o séquito real. A parte artística do calcetamento surgiu mais tarde.
Eliminarxx
OI LAURA!
ResponderEliminarLEGAL, SABER-SE A ORIGEM DAS CALÇADAS, QUE PARA MIM, SÃO MESMO, OBRAS DE ARTE.
UM POST MUITO BOM AMIGA.
ABRÇS
http://zilanicelia.blogspot.com.br/
Eu também não sabia bem a origem, então fui estudar o assunto... :-)
EliminarObrigada, Zilani.
xx
E essa é uma bela homenagem que prestas a esses quase anónimos artistas!
ResponderEliminarBeijinhos!
Anónimos artistas que fazem a arte que pisamos.
Eliminarxx
Bom dia Laura,
ResponderEliminarcuriosa a origem dessas calçadas maravilhosas. Inteligente, o senhor. Mas os obreiros incansáveis e verdadeiros artistas é que mereciam o mérito. Mas enfim, esta é a vida como a conhecemos.
Por acaso tenho o hábito, considerado louco por alguns, de reparar na arte por debaixo dos pés.
A pedra portuguesa também chegou ao Brasil, onde temos calçadas lindas, embora sua construção fosse alvo de controvérsias, por ser, além de dispendiosa (pela importação da pedra) ainda feita, muitas vezes, por trabalho forçado de presidiários, que trabalhavam acorrentados uns aos outros.
Enfim, as várias belezas de que hoje usufruímos tem passagens negras na História.
bj amigo
Olá Carmen!
EliminarSerá sempre assim; o povo pode atascar-se na lama, mas o rei e toda a nobreza, não.
É verdade, uma arte que foi ficando mais cara, e com a importação da pedra ainda mais cara ficará.
Também aqui as primeiras verdadeiras calçadas no séc.XIX, foram executadas por presos. Ou seja, andamos todos sobre o sacrifício dos outros.
Belo comentário!
xx
São bonitas de ver quando estão bem conservadas: sem pastilhas elásticas, sem caca dos animais, sem pedras soltas, ou demasiado polidas/escorregadias...
ResponderEliminarClaro que gosto da calçada portuguesa (e de a fotografar também)!
:)
:)
É isso mesmo, Rui, às vezes estão tão sujas; teriam de ser limpas periodicamente para recuperarem a cor e deixarem de ser escorregadias. Aqui em Lagos ando ando sempre a derrapar nos passeios inclinados.
EliminarVocê fotografa tudo o que mexe e o que não mexe! :-)
Gostei dos figos.
xx
Bom dia Laura
ResponderEliminarBem, ti andas mesmo aprimorada, nem sei que te diga. Estas calçadas são uma beleza, dá gosto olhar.. Abençoadas mãos que as trabalham.
Miga a história nunca foi meu forte, lool
Adorei o teu poste, mas volto.
Beijinho
Olá Cidália!
EliminarSão mesmo uma beleza, e tantas vezes não reparamos onde pomos os pés! Esta história até é muito simples...:-)
xx
Já um dia falei dos calceteiros profissionais, daqueles que faziam trabalhos fantásticos e apreciados além fronteiras, mas infelizmente as escolas que lhes davam formação, já foi chão que deu uvas, hoje vejo por aí aqueles que dizem que são, mas ficam a centenas de anos de distância, penso que não é só o saber que lhes falta, é a paciência e o empenho profissional.
ResponderEliminarCom o meu abraço
É a velha questão de trabalhar por gosto ou não, e neste caso o saber é muito importante porque partir a pedra e colocá-la bem é essencial, caso contrário, as pedras soltar-se-ão com as primeiras chuvas.
EliminarE a perícia também tem de ser paga como deve ser.
xx
Bom dia, a arte do calceteiro só é reconhecida quando se passa por uma rua calcetada com desenhos que chamam atenção, reparo que os turistas que nos visitam ficam encantados com as lindas ruas calcetadas.
ResponderEliminarO calceteiro executa um trabalho duro e criativo, penso que os mesmos ganham mais ou menos, entre 3 a 4 milhões de euros por ano e atingem reformas anuais de um milhão de euros, também beneficiam da redução fiscal.
AG
http://momentosagomes-ag.blogspot.pt/
Um salário assim tipo jogador de futebol topo de gama! :-))
EliminarBoa, António!
xx
Linda apresentação amiga Laura,para conhecermos melhor essas calçadas diferentes aí de Portugal.
ResponderEliminarAdorei tudo que você escreveu e as imagens também.
bjs e um ótimo final de semana.
Carmen Lúcia.
Obrigada, Carmen Lúcia.
EliminarSó uma daquelas imagens não é em Portugal; é a do Imagine, o Memorial a John Lennon em Central Park, Nova Iorque.
xx
Belíssimas as calçadas, oh amiga Laura eu nem imagino quanto que ganha um calceteiro só sei que eles são trabalhadores, são eles que deixam as calçadas lindas, Laura beijos.
ResponderEliminarBlog /Fan Page / Twitter /
Os calceteiros não ganham muito, Lucimar.
Eliminarxx
Uma profissão quase extinta. Uma arte muito apreciada, feita por um artista quase anónimo. Na zona de onde venho, os poucos calceteiros que ainda existem, ganham pouco mais que o ordenado mínimo...espero que haja outros, que sejam mais bem pagos.
ResponderEliminarExcelente homenagem, Laura! Gostei muito.
Beijinhos
Só serão bem pagos a trabalhar por conta própria, porque nas Câmaras ganham muito pouco.
EliminarObrigada, Sónia.
xx
Olá Laura,
ResponderEliminarUm trabalho de arte magnífico. E que trabalheira para confeccioná-lo, hein? Nunca havia pensado a respeito da remuneração de calceteiros. É um trabalho que merece valorização. Aprecio as praças com tal tipo de calçamento. Chamam a atenção pela beleza da arte. Lindos os das imagens.
Interessante a origem desses calçamentos. Adorei saber.
Belo artigo. Cultura geral faz bem-rsrs.
Ótimos dias.
Beijo.
Olá Vera Lúcia!
EliminarCultura geral não ocupa lugar, e ao menosassim já sabemos de onde vem a expressão "quando o rei faz anos..." :-)
Obrigada.
PS - Aceita as minhas condolências por mais uma morte na família, desta vez da tua cunhada. Tomei conhecimento no blog da Marilene.
xx
Obrigada, Laura, por ser tão atenciosa.
EliminarFoi outra morte que surpreendeu. No velório da minha mãe ela estava lá, nos dando força. Sinto ainda mais pela dor do meu marido. As ocorrências foram muito próximas e nos abalaram profundamente. Mas a vida segue. Torcendo aqui para que essa 'nuvem negra' se desfaça no ar. Estamos até pensando em fazer uma viagem para espairecer.
Abraço.
Um exemplo de como a vida é tão surpreendentemente fugaz. Duas ocorrências uma em cima da outra, sem que ninguém pudesse sequer suspeitar.
EliminarUma viagem soa bem, Vera, para desanuviar, para ambos seria muito bom.
xx
Olá, Laura: detive-me longamente no preâmbulo (Cesário Verde e belíssimas fotos da calçada à portuguesa; lembro-me de ter trabalhado este e outros poemas de CV na escola e depois como professora; ainda que alvo de críticas no seu tempo, sendo considerado poeta menor, sempre gostei da sua poesia (precursor do realismo); depois, a nossa pavimentação é mesmo uma arte que admiro imenso: Tanto que (esperei até ter dinheiro) o meu espaço exterior está calcetado à portuguesa mas com cubos pequenos de granito amarelado, aplicado com o chamado traço seco para evitar o nascimento de ervas. E posso dizer-te que não fica nada barato, pois fica onerosa a mão de obra.
ResponderEliminarNão conhecia a origem... Imperdoável!
Obg pela partilha!
BJO :)
(Retomando aos poucos; depois das obras e reorganizado o essencial, quedo-me nos pormenores, altero espaços, redecoro...Tarefas que também me dão imenso prazer.)
Também não acho nada o Cesário Verde um poeta menor, gosto muito do aspecto descritivo na sua poesia.
EliminarSortuda!...Com um espaço calcetado à portuguesa!...Cá está, a mão de obra em trabalhos privados vai buscar o dinheiro que não recebem no sector público. Mas vale a pena pagar o que fica bem feito.
Eu também gosto de re-decorar, alterar tudo em casa. Agora ando numa de reciclagem. Talvez mostre...;-)
Obrigada sou eu, Odete.
xx
Nas pedras bate, bate outra vez,
ResponderEliminarcom elas faz na calçada o desenho
com empenho o calceteiro português
ao calor, à chuva, ao frio e ao vento!
Para você amiga Laura Santos,
desejo um bom fim de semana, um abraço.
Eduardo.
Belos versos de homenagem ao calceteiro!
EliminarBom fim de semana também para si, Eduardo.
Obrigada.
xx
calcetar é uma arte... mas acho que não ganham muito bem...
ResponderEliminarE quem é que ganha bem em Portugal?...:-)
Eliminarxx
Interessantíssima postagem, Laura.
ResponderEliminarCultura para os olhos e o coração.
Saudoso abraço!
Obrigada, Will.
Eliminarxx
Olá, Laura Santos, boa noite.
ResponderEliminarMesmo com esta correria do tempo, encontrei tempo, para passar aqui e desejar-te, uma noite maravilhosa de Sexta Feira.
Se quisermos, tudo pode-se, realizar
Abraços
Olá Zé!
EliminarAdoro o teu optimismo. Obrigada, e uma noite maravilhosa para ti, também.
xx
Por vários calceteiros experientes, diria eu, porque só um demoraria muito a acabar...:-) É a grande Praça dos Restauradores em Lisboa.
ResponderEliminarxx
Laura, esse maravilhoso trabalho existe aqui, originário de Portugal. É sempre aplaudido, eis que encanta os que passam por espaços assim decorados. Arte que exige empenho em sua manutenção, pelo rico valor, não apenas material /visual .
ResponderEliminarAqueles que elaboram projetos têm reconhecido seu talento, ficando esquecidos os que manuseiam as pedras, o trabalho braçal. Se um particular os contrata, cobram caro, mas se o contratante for um órgão público, só recebem bem as empresas para as quais prestam serviços.
Não conhecia a expressão "quando o rei faz anos", assim como a consequente origem dessa forma de pavimentação. Mas a observo, no Brasil, com admiração. Bjs.
É verdade, Marilene. Quem projecta os espaços tem os louros, mas quem os executa no terreno nunca terá. Aquele velho preconceito de que o trabalho braçal vale menos que o trabalho de secretária.
EliminarConcordo com tudo o que disseste.
Bom domingo!
xx
Adoro estas calçadas feitas com a magia das pedras, beijo Lisette.
ResponderEliminarEu até adoro pedras, simplesmente...:-)
Eliminarxx
Essas calçadas portuguesas são famosíssimas aqui no Brasil. As das fotos são verdadeiras obras de arte, lindos desenhos. Lindas, Laura.
ResponderEliminarhttps://www.youtube.com/watch?v=Vmp6Zg0xNvs
Fábio, tu nem imaginas como adorei o teu presente!...Oito minutos de puro prazer.
EliminarMuito obrigada!
xx
The stone story,magical, fysical art, very good for the soul and of corse"A strong eye catcher"
ResponderEliminarXX imagine,Laura
I find the reasons of the king Manuel I quite understanable...of course nobility would never get themselves in the mud.
EliminarHow do I imagine!...:-)
xx
Adorei a partilha...bom fim de semana!
ResponderEliminarBeijinhos
Maria
Obrigada, Maria. Um bom domingo!
Eliminarxx
Laura , é prazeroso chegar ao seu espaço e sempre aprender . Obrigada . Beijos
ResponderEliminarQue bom, então...
Eliminarxx
Não sei se sabes , mas há um movimento no País, mais particularmente em Lisboa e até no blogger, contra a calçada Portuguesa. Calar a minha boca é um feito titânico, ainda para mais quando está em causa esta arte centenária , tão bela e tão nossa. Está claro que me subscrevo contra o movimento. Entendo que a pedra delapida e se torna escorregadia para velhinhos e crianças, e que as senhoras de stillettos não são artistas de circo, mas cruamente observo que só escolhe o percurso quem quer. Aos moradores de artérias calcetadas, que não têm alternativa , caberá à CML polir as pedras com anti-derrapante e zelar pela sua manutenção. É em nome da modernidade e da incompreensão que se têm cometido os maiores crimes culturais de que há memória.
ResponderEliminarA calçada portuguesa é uma arte renascida e renovada, que merecia todo o incentivo deste povo egoísta e mesquinho.
Excelente o clip do QR Code e o poema do meu caro troca tintas.
Grande post este !!!
Bejos, Laurinha.
Sim dei-me conta desse movimento contra a calçada portuguesa, e também do movimento a favor.
EliminarA calçada tem de ser bem limpa de tempos a tempos para tirar a sujidade, recuperar a cor, e evitar escorregadelas, o que sai mais barato do que retirar o pavimento todo e colocar um novo seja de que tipo for...mas neste país, ou deixam-se cair os edifícios para que desapareçam, ou até o chão que se pisa é um obstáculo...Manutenção é coisa de que os nossos zeladores da coisa pública nunca ouviram falar, e quanto a quem usa salto alto, mude de cidade ou faça como eu, ande a "rasar " o chão :-)
Aqui em Lagos tínhamos a Praça do Infante em calçada portuguesa, também decidiram acabar com aquilo...Modificaram para pior, e assim se vão os dinheiros públicos.
Boas férias, querida Dulce!
xx
Imagens fantásticas.
ResponderEliminarAdorei esta publicação cheia de requinte e bom gosto
xx
Coisas que às vezes temos debaixo dos pés e que nem reparamos.
EliminarObrigada, Ricardo.
xx
Uma só palavrinha venho deixar!
ResponderEliminarpara lhe desejar bom domingo
em casa, na praia ou a passear
passe-o bem com alegria sorrindo!
Um abraço.
Obrigada pela atenção, Eduardo.
EliminarContinue a ter umas boas férias no nosso Alentejo.
xx
Oi Laura! Retornando para dizer que fiquei muito feliz por teres gostado da baboseira que escrevi e desejar um ótimo domingo para ti e para os teus.
ResponderEliminarAbraços,
Furtado.
Obrigada, Furtado, um excelente domingo para ti e para tua família.
EliminarQuanto a "baboseira", deixa de ser modesto, porque o que eu li foi um grande poema!
xx
É preciso imaginação, atenção, amor e, sobretudo, paciência para executar tão lindo trabalho.
ResponderEliminarLaura, beijo e bom domingo!
Imaginação é fazer o desenho, depois surge a atenção ao detalhe do desenho para ser executado, depois os calceteiros executam talvez com paciência por ser um trabalho moroso.
EliminarQuanto ao amor, é como em tudo; há quem deposite amor em tudo, e há quem nem imagine o que isso é.
Mas quem faz um trabalho lindo, acredito que o tenha feito com amor.
Obrigada, Shirley.
xx
Obrigado pela informação sobre a origem da expressão.
ResponderEliminarÉ bom aprender...
Quanto à calçada...que dizer?
É do melhor que temos.
Beijinhos
Achei giro postar acerca da origem da expressão :-)
EliminarExistem calçadas magníficas.
xx
Laura passando pra desejar um ótimo domingo beijos.
ResponderEliminarBlog /Fan Page / Twitter /
Obrigada, Lucimar.
EliminarBoa semana!
xx
Uma arte muito bela e merece ser preservada e os calceteiros o direito
ResponderEliminarde uma remuneração justa. Aprecio muito aqui essa arte herdada,porém a ganância imobiliária é muito alta e a consciência da preservação histórica
nula. Sendo assim,as perdas de construções históricas são enormes
para minha tristeza. Garanto que a minha cidade tem um azul do céu
com um infinito mais belo e isso eles não podem mexer.
Achei muito curioso a origem, sempre bom sabemos como começou...
Desejo um domingo alegre e uma semana harmoniosa,amiga querida!
Bjos.
Não só aí, Suzete. Aqui também têm destruído autênticas obras de arte, neste caso de calçada à portuguesa, mas muito mais do que isso. Felizmente, como dizes, não conseguirão acabar com o azul do céu, caso contrário já lhe teriam mudado a cor e retirado a luminosidade.
EliminarBoa semana, Suzete!
xx
Sabe, minha cara? Eu não fazia nem ideia disso! Achei sua postagem magnífica, pois, além, de ricamente ilustrada, tem cunho instrutivo digno de elogio. Parabéns!
ResponderEliminarVem fazer-me uma visita.Será uma honra...
Obrigada, muita gentileza sua.
Eliminarxx
Laura estou passando para desejar
ResponderEliminaruma linda semana para você .
Um carinhoso abraço...
Evanir..
Obrigada, Evanir. Uma bela semana para si, também.
Eliminarxx
Dziękuje za odwiedziny :)
ResponderEliminarPozdrowienia z Polski... Eugeniusz
Your photos are really marvellous, Eugeniusz.
Eliminarxx
Oi Laura,
ResponderEliminarSão lindas essas calçadas,
cada mosaico é mais bonito que o outro.
Desconhecia a origem das calçadas portuguesas,
foi gostei de aprender sobre esse assunto.
Bjs!
Existem calçadas de facto muito bonitas, o problema é que nem sempre estão limpas...
EliminarAqui na minha cidade, temos mais os motivos marítimos relacionados com as Descobertas, mas por exemplo em Castelo Branco, uma cidade famosa pelos seus bordados de flores, a calçada reflecte o motivo desses bordados antigos, enquanto outras vilas ou cidades apresentam os seus brasões, ou outras características da região.
xx
Desconhecia que o rei D. Manuel é que tinha mandado fazer as primeiras ruas calcetadas, realmente gente fina é outra coisa, quanto aos que a fazem trabalham muito e ganham mal.
ResponderEliminarJá aprendi mais um bocadinho.
Manuela Pires
Será sempre assim, uns trabalham de sol a sol para outros não sujarem os pés.
Eliminarxx
Mas que belas calçadas... tão bom caminhar em cima de obras de arte|!
ResponderEliminarPois é...!
Eliminarxx
Poderia ter achado melhor que este? Acho que não. A epígrafe do poeta da deambulação – que não o fazia apenas com os pés, mas com os olhos também, sobretudo com o olhar arguto, atento, perspicaz – uma breve, mais importante, essencial, preleção sobre esse trabalho que se irradiou pelos países lusófonos e outros, que nos faz pensar sobre aspectos sociais desse trabalho. E a ilustração cuidadosa. Arte que, na maioria das vezes, esmagamos com os pés sem que a percebamos na sua inteireza. Sedutor o trabalho dos calceteiros tanto quanto o seu olhar sobre o labor deles.
ResponderEliminarAbraços,
É verdade, Cesário Verde é um grande poeta, injustamente "mal amado". Atentamente debruçado sobre o real, de uma forma naturalista, e com uma magia descritiva única.
EliminarAquela é apenas a 1ª estrofe de um grandioso poema que dá gosto ler. Pena que a tuberculose o tivesse levado tão cedo.
Obrigada, José Carlos.
xx
Querida Laura, já te disse, mas volto sempre a dizer, estar aqui é sempre um gostoso aprendizado, foi muito bom saber de como se começou a construir calçadas ai em seu pais, e por sinal muitas lindas, verdadeiras obras de arte. Pena que a especulação e o desejo de acabar com o que é belo é muito maior. Entristece ver tanta coisa linda mal cuidada e por vezes retiradas da história para dar lugar a modernização...Obras de arte feitas por mãos calejadas, mal pagas, que não ficam gravadas na história de um pais.Amo tudo isso, as imagens são belíssimas. Parabéns pela linda postagem. O verso poético de Cesário Verde fez jus ao trabalhador calceteiro, que com amor construiu verdadeiras obras de arte.
ResponderEliminarBeijos com muito carinho
Marilene
Acho a origem da calçada muito interessante, e com rinoceronte branco pelo meio, ainda melhor!...:-)
EliminarExistirão sempre uns "vanguardistas" para os quais o que é antigo e tradicional é uma pirosice, e só o moderno tem interesse. Tenho exemplos desses na minha cidade, arrasaram com zonas bonitas só pelo gosto de gastar dinheiro e modificar o que estava tão bem. Até árvores e vegetação eles arrasam.
Obrigada, Marilene, e parabéns pelo poema "Eu Sou" :-)
xx
ResponderEliminarQuerida amiga Laura !!!!!!
Passando por aqui para deixar o meu
Abraço e carinho e, ao mesmo tempo,
Deleitar-me com a beleza de seu Blog e
Conteúdos.
Interessante esse fragmento de história,
que só tem a nos mostrar um pouco da cultura,
agregando conhecimentos.
Perdoa-me a demora na visita,
Tenho estado muito atarefado. Quero também
Desejar-lhe um lindo dia e maravilhosa semana,
Com muita paz, amor e felicidade em seu
Coração. É o que lhe desejo!
Beijos de luz !!!!!!!!
POETA CIGANO – 26/08/2014
http://centelhaspoeticas.blogspot.com
“Meus Sonhos e Devaneios Poéticos”
Obrigada, Carlos.
Eliminarxx
Olá, Laura.
ResponderEliminarBelíssimo o seu texto. Didático, por sinal.
Aqui no Brasil, é comum, depararmos com esse tipo de calçamento.
Bravo e parabéns.
Obrigada, Zé.
Eliminarxx
+Oi Laura! Passando para te cumprimentar e dizer que fiquei feliz por teres gostado do Louco e dos demais poemas. O Geraldino foi um grande poeta.
ResponderEliminarAbraços e uma ótima quarta-feira para ti e para os teus.
Furtado.
Oi, Furtado!
EliminarAchei um poeta extraordinário de facto, e nunca dele tinha ouvido falar... E gosto sempre de ler a história de vida do autor.
Todos os poemas eram muito bons!
Obrigada, Furtado, bons dias para ti e toda a família.
xx
adorei seu blog
ResponderEliminarbjs
Flavia
www.secret4beauty.blogspot.com
www.adoteumfocinhocarente.blogspot.com
loja virtual: www.adote.iluria.com
Porque é que há gente que adora fazer publicidade?!...:-)
EliminarTudo bem.
xx
Pois, pois! rsrs ( só rindo!)...
Eliminar:-))
EliminarLaura, saudades! Ando correndo por conta de tantas coisas por fazer...
ResponderEliminarnão tenho ido a quase nenhum lugar. O desânimo me bateu à porta e fico assim, escondida!
Gosto daqui e quando dá eu venho.
Estes calçamentos são belos. É uma ARTE!!!
Aqui no Brasil, há lugares que eles permanecem bem arraigados, noutros são mais tímidos, mas de uma beleza imensa.
Um abraço!!!
Oi, Malu!
EliminarAndas sempre correndo!...Mas que desânimo é esse?!...Não quero nem ouvir falar em desânimo, isso não pode existir. Talvez um pouco de tristeza, desânimo, nunca.
xx
Laura, que bela postagem! Adorei ver as calçadas com seus mosaicos, trabalho perfeito dos calceteiros, uma profissão digna de elogios. Aqui no Brasil vemos várias dessas obras artísticas espalhadas por muitos lugares. Certa vez passei por uma praça onde estavam alguns operários trabalhando e tempos depois, ao passar novamente pelo lugar, deparei-me com um trabalho tão belo que tive de parar e ficar admirando, fazendo um percurso mental de quando tudo ainda era terra revolta, pedras espalhadas, baldes, areia, cimento, enfim uma balbúrdia de materiais, até aquela maravilha que estava a me encantar o olhar. E pensei justamente na remuneração, se seria um valor que fizesse jus ao belíssimo trabalho ou apenas um salário mínimo a exemplo de tantas outras profissões que sabemos não recebem um valor justo pela sua ocupação. Ao pesquisar fui informada de que um calceteiro (pelo menos aqui para os nossos lados) recebe em média um salário mínimo regional. Como o nosso mínimo é bem digno do nome, algo que consideramos vergonhoso, só pude lamentar que tão belo trabalho não tivesse uma remuneração mais digna. O famoso calçadão de Copacabana, no Rio de Janeiro, foi feito com pedras importadas de Portugal, como também daí veio um grupo de calceteiros, lá pelos idos de 1906. Só depois é que foram descobertas jazidas dessas pedras por todo o Brasil.
ResponderEliminarSão belos os trabalhos por ti expostos, bem como os versos do poeta Cesário Verde que, numa bela imagem, traça com delicadeza o trabalho desses profissionais tão competentes.
Como sempre, uma postagem tua que nos enternece a alma.
Minha linda, deixo-te estrelas e sorrisos, com meu carinho,
Helena
A questão é sempre a de tratar-se de trabalho braçal,e neste caso os trabalhadores para além de saberem partir a perda e colocá-la de forma conveniente, a posição enquanto trabalham é bastante desconfortável. Muito injusto por isso que não sejam pagos como deveriam.
EliminarÉ, o calçadão de Copacabana é muito famoso, e muito longo!
Não enternece nada, tué que és uma querida e valorizas sempre tanto os posts dos outros...:-)
xx
Escreveu um post super interessante e bem construído como as nossas belas calçadas.
ResponderEliminarBjs
Obrigada, Elisabete.
Eliminarxx
Querida Laura!
ResponderEliminarComo é bom sentirmos a presença de pessoas que deixam marco na nossa vida!
Foi assim que me senti, quando lês-te e comentaste aquele meu desabafo emocionado: feliz, muito feliz, num dia também particularmente repleto e de coração cheio...
Pois bem, tenho andado afastada do blogue e acho que até, já nem sei comentar, quanto mais escrever.
Não houve nenhuma razão para isso, a não ser o cansaço, a desmotivação, o ter deixado de fazer sentido.
Hoje, vim aqui cumprimentar-te e agradecer-te, e deparo-me com esta postagem de um valor que não tem tamanho sobre as calçadas portuguesas, e esses artistas tantas vezes subvalorizados ou pior ainda, não reconhecidos de acordo com o mérito que lhes é devido, a eles, e à sua arte.
É com alegria e gratidão, que hoje me despeço.
As férias foram boas sim, espero que as tuas também tenham sido, e que continues a movimentar e a alegrar este lugar, onde é sempre um enorme prazer encontrar-te. Pela amizade, pelo engenho e pela arte...
Beijinho com imenso carinho....:)
Cristina, eu senti aquele post como muito especial para ti, mas na verdade também tinha sentido isso em relação aos outros. Todos especiais.
EliminarMas não me digas que estás assim tão desmotivada ao ponto de deixares de escrever, espero que não, porque não existe na blogosfera assim tanta gente a escrever com tanta qualidade. Seria uma pena...! Que não te vás definitivamente, minha querida, arranja motivação e volta a escrever aqueles belos poemas que muito gosto de ler.
Obrigada sou eu pelo carinho que sempre me dedicaste.
xx
Sabia que ias responder, como sempre fizeste.
EliminarÉ mesmo isso Laura, desmotivei-me completamente. E como tu sabes bem, as coisas não saem quando nós queremos.
Quando surgir alguma coisa, publicarei sim!
Beijinho afectuoso sempre...:)
São fases, há alturas em que a inspiração não é constante... Embora ache que escrever também seja um exercício que implica esforço e disciplina, sem alguma inspiração não se consegue escrever algo que nos satisfaça.
EliminarCompreendo-te, e ficarei atenta a uma eventual publicação tua no futuro.
Olha, dias felizes e até sempre!
xx
Verdadeiras obras de arte, sendo pisadas, mas são pisadas dadas com grande prazer, pela beleza com que nos deparamos por tantas ruas e praças. A primeira vez que ouvi a expressão "calçada portuguesa" foi no Rio de Janeiro, ao pisar a imensa Avenida Atlântica, em Copacabana, que imitam as ondas do mar, calçada que ficou famosa no mundo todo. Pena que não temos bons calceteiros, tendo em vista que as novas calçadas feitas com as chamadas pedras portuguesas, logo se desfazem. Ao menos, aqui em Fortaleza. Hoje passei por uma igreja no centro, com belos desenhos, que já está bastante "desfalcado" , feito há menos de 1 ano. Quando os calceteiros estavam lá, a trabalhar, gostava de apreciar a forma como trabalham. Muito interessante, Laura. Bela postagem. Um beijo!
ResponderEliminarAs ondas do mar na calçada de Copacabana são realmente dos motivos mais utilizados em zonas com o mar por perto, mas encontram-se tantos motivos diferentes; desde flores, aves, barcos, alfaias agrícolas e cenas da vida rural, e um infindável número de padrões geométricos. Uma infinidade de temas.
EliminarQuando depois de um ano as pedras se soltam é porque o trabalho não ficou bem feito.
Obrigada, Lúcia.
xx
Tens razão, lindona! Por exemplo, ontem foi uma jantarada no Zé do Peixe, em Albufeira, mesmo à maneira...já hoje foi um fiasco enorme aqui prós lados de Vila Moura! Nunca mais!
ResponderEliminarAh pois tenho! O que é que te deu para ires comer a Vila Moura?!...:-) Vila Moura é para os turistas estrangeiros. Fui lá uma vez e nunca mais lá quis voltar a pôr os pés.
Eliminarxx
Laura te felicito por esta interesante entrada, me ha encantado ver a través de tus fotografías esos magníficos mosaicos. Son una maravilla, pero sobre todos me ha gustado mucho el de la última toma, es una obra de arte.
ResponderEliminarBesos.
Apenas três destas fotos são minhas. A última é de facto muito bonita. É a calçada junto ao Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa.
Eliminarxx
Olá Laura,
ResponderEliminarGosto de vê-las, embora muitas já acusem o peso dos anos, afinal os anos não passam só pelas pessoas, mas são lindas na mesma!
Como bem refere “…a empreitada terá ficado cara devido ao transporte de granito do norte do país”. Por isso deixe-me que estenda a homenagem a todos os pedreiros e artesãos da minha Beira (Beira Alta). Hoje já há modernas maquinarias, mas antigamente para cortar as pedras (grandes), os pedreiros utilizavam pólvora, guilhos, pistolo e marreta. Conheço um pouco do trabalho de quantos trabalham a pedra porque como a minha aldeia é uma terra de granito um dia pesquisei sobre o assunto.
Tanto pedreiros, como calceteiros, os de ontem estão uns bons furos à frente dos de hoje. Creio que são poucos os que trabalham com gosto, brio, pelo menos os que trabalham nas Câmaras Municipais, mas como é sabido também são mal pagos!
Particularmente a profissão até é rentável, mas temos de concordar que não interessa às novas gerações ser calceteiro!
Até breve.
Paula!...Pensei que só regressasses em Setembro!...:-)
EliminarPois é, as pedras acusam os anos e muitas vezes precisam de ser limpas, o que nunca acontece.
Imagino como seria trabalhoso retirar o granito e parti-lo, uma pedra tão dura e resistente. Até costumo dizer que o meu sogro, quase com 93 anos continua rijo e resistente por ter "Granito" como apelido...:-)
E tens razão, pedreiros e calceteiros como antigamente são difíceis de encontrar. Para além de mal pagos e do desinteresse, também se perdeu muito do brio profissional, não só neste sector como noutros.
Excelente comentário, Paula, obrigada pelas tuas achegas sempre importantes.
xx
Laura boa tarde, muito obrigada pelo carinho de sempre indo ao meu blog Laura vim te desejar uma ótima quinta-feira beijos.
ResponderEliminarBlog /Fan Page / Twitter /
Eu sei que o retorno é importante para o teu tipo de blog, Lucimar.
Eliminarxx
Oi Laura! Como está? Espero que bem!
ResponderEliminarInteressante sua postagem. Moro em uma cidade do interior do Estado de São Paulo, Araraquara (arara amarela, em tupi), onde a influência portuguesa e italiana são marcantes. Muitas praças possuem esse tipo de calçamento com mosaicos, dando um charme especial a cada recanto.
Agradeço sua estada e comentário tão pertinente deixado em meu blog.
Tenha sempre bons dias!
Estou bem, obrigada, Augusto.
EliminarGosto muito de todos esses nomes brasileiros de origem Tupi, têm todos uma sonoridade muito especial e sempre remetendo para a Natureza, para a vida animal ou vegetal. E sim, eu gosto de calçada com motivos, acho que dão beleza a esses espaços que pisamos.
Gostei também muito daquele texto de carácter reflexivo. Muito bom!
Obrigada, e bom fim de semana.
xx
Oi amiga! Retornando para desejar uma ótima noite e muita paz para ti e para os teus.
ResponderEliminarAbraços,
Furtado.
Obrigada, Furtado, esta noite até sonhei e tudo! :-)
Eliminarxx
Ola!
ResponderEliminarAinda fresco no regresso da terra dos Gangas. Nem de proposito o seu emprenhado tema de um povo que respira em solavancos, esquecendo em retoricas ventiladas o que tem de tao bom e genuino.
Calceteiros, mestres da arte, rendilhadores de cultura, retratos da nossa historia, linda na sua genualidade e tantas vezes menosprezada. Linda, eterna e garbosa.
Durante anos, palmilhei a baixa lisboeta e parava a ver a matematica genuina e sincopada daqueles homens batendo na pedra para remediar um buraco de acordo com a cor sem desfigurar o desenho. E falavam entre eles...
Rua Augusta, Aurea e Prata, cheia de ourivesarias e lapilhadores, via eu que a minha janela do escritorio, os apanhava.
Eles, os calceteiros, artifices de gema pura, escorriam suor ao cortar ao cortar os veios a preceito da gema da pedra.
Nao sei qual valia mais, mas admiro mais o calceteiro, sem saber quanto ganhava ou ganha.
Talvez mais, nao precisava de ir procurar uma gravata...
Um abraco, Laura.
Olá Xico!
EliminarO que se pode apreciar a partir da janela de um escritório, sobretudo na baixa lisboeta; o brilho e a leveza do ouro e das pedras finas, ou o peso do trabalho rústico e suado mas também esplendoroso do partir e exímia colocação da pedras sobre as quais andamos, tantas vezes sem pensar no labor e arte que ali está.
Eu também prefiro sempre os trabalhos que dispensam gravata...:-)
Já tinha saudades dos seus comentários primorosos, tal como dos da Paula.
xx
Amiga querida achei seu post
ResponderEliminarum luxo....as vezes nem tenho palavras
para expressar a beleza vc é genial eu adorei
bjusssss
Bjuss com carinho
└──●► *Rita!!
Geniais são os calceteiros que construiram no chão aquelas imagens...:-)
EliminarObrigada, Rita.
xx
Sinto muito, Alice, mas eu não publicito livros dos quais desconheço o teor. Além disso o Facebook não é a minha plataforma.
ResponderEliminarMas desejo toda a sorte com o seu livro.
xx