Esta cadeira chegou-me assim.
Depois de lixada foi só colar um assento e pintar!
Esta foi a primeira cadeira que arranjei. Como não me tinha passado pela cabeça fazer post não tirei foto ao Antes. Teve de ser lixada com lixa para ferro porque tinha sido envernizada. Foi uma trabalheira!
Este banco com muitos anos que estava a precisar de uma pintura e de uma nova estofagem. Um banco de ferro que fazia parte do mobiliário do meu e do quarto da minha irmã quando éramos adolescentes.
Uma das poucas coisas que restaram dessa altura. Tenho hoje muita pena de me ter desfeito de uma cadeira também em ferro do mesmo conjunto.
Aproveitei este tecido que acho que ficou bem, porque está na sala do computador, onde tudo está decorado em tons de bege, castanho, branco e terracota, numa miscelânea de objectos com muitas recordações e muitas, muitas fotografias pelos móveis e pelas paredes. E alguns quadros pintados pela minha filha.
O cavalete está ali a olhar para mim, e acho que vou começar também a utilizá-lo!
O cavalete está ali a olhar para mim, e acho que vou começar também a utilizá-lo!
A MINHA CADEIRA
A minha cadeira favorita
tem braços, pernas, costas
um colo suave onde me sento
para ler e descansar.
Quando o norte está nublado
viro a cadeira para o lado sul
para o ar quente e ondulado
onde a paisagem se veste de azul.
Os pés da minha cadeira não oscilam
enquanto os meus estão no ar,
e de tanto nela recordar
a minha cadeira predilecta
faz-me viajar.
Ser quieta preguiçosa atleta
de almofada.
faz-me viajar.
Ser quieta preguiçosa atleta
de almofada.
Que doce é não fazer nada!...
Espreguiço-me lentamente
nesta cadeira confidente
perto de uma parede branca
e de um candeeiro amarelo.
Com um livro aberto sobre a anca
e na cabeça um universo paralelo.
Boa noite Amiga
ResponderEliminarFicou muito linda esta cadeira, a cor-de rosa, tens jeitinho para a coisa. E tudo faz pandan, não é verdade?
O que o poema ficou maravilhoso lindo, imagino-te na cadeirinha nas tuas leituras apanhando uma réstia de sol :-) Gostei muito
Beijinhos
Olá Cidália!
EliminarClaro que tem de ficar tudo a combinar! Ainda tenho que fazer outra almofada para a cadeira verde porque não estou a gostar daqueles tons ali... Eu acho que não tenho jeito para nada, por isso me jogo um pouco a tudo a ver se descubro um dia o meu verdadeiro talento...:-)
O poema é sobre uma cadeira apenas por uma questão de forma.
Na verdade trata-se de um cadeirão largo em madeira maciça (daí eu falar no poema, em braços), que tenho a um canto da varanda, mas a palavra cadeirão não soaria tão bem...Adoro de facto sentar-me naquele cadeirão que é super confortável!...:-)
xx
Boa tarde querida Laura.. agradecido pelo teu comentário.. gostei bastante..
ResponderEliminarsobre as fotos que colocaste.. fica maravilhoso dar uma cara nova a coisas antigas.. ou que muitos jogariam fora..
aqui tb temos o costume de cuidar e dar nova vida.. meu tio tem muita coisa antiga.. um quarto da casa é só para elas rsrs
é trambiqueiro rsrs vende, compra tá sempre pegando e vendendo rsrs
faz parte né
bjs e até sempre
Olá Samuel!
EliminarMuito atinado o teu tio! Eu não reciclo mais porque embora a minha varanda seja grande e tenha uma divisão onde posso guardar toda a tralha, já está tudo muito cheio!..:-)
Eu só reciclo para mim ou para oferecer a alguém.
Obrigada, Samuel.
xx
Sento. Leio um livro.
ResponderEliminarEncosto. Recito saudades!
As cadeiras ficaram lindas, um trabalho maravilhoso. Parabéns!!
Abraços
É isso mesmo! E tantas vezes o livro está só na minha cabeça!...:-)
EliminarObrigada, Suzana.
xx
trabajos muy bonitos: la silla y tu dedicatoria.
ResponderEliminarun abrazo
Obrigada, Relthi.
Eliminarxx
Dessa eu não sabia!
ResponderEliminarque era assim a sua cadera
vê-la restaurada é uma alegria
Laura, restauradora à manera.
Alentejana, habilidosa,
se mudou para o Algarve
cadera sem tampo, sem costa
restaurada está mais grave.
Para ler e descansar,
depois de um dia de trabalho
sentada de pernas para o ar
no inverno junto do borralho.
Isso era no tempo da avozinha,
lá no monte alentejano
está tão grave a sua caderinha
com o seu novo tampo!
Banco e almofada de ferro, pois é,
olhando para você o cavalete
os alentejanos tiraram o i ôlete
para o porem no caféi...
Maquegete, moço no Algarve,
há outras palavras alentejanas
no Alentejo, moças são maganas
bem vestido/a diz-se está grave!
Restauradora poetisa,
revelando o seu talento
sentada na sua favorita
cadeira ao relento!
Gostei do seu poema,
muito não só, assim, assim
a sua cadeira bem aplicado tema
minha lenga, lenga chegou ao fim.
Tenha uma boa noite amiga Laura, um abraço.
Eduardo.
Isso é que foi inspiração, Eduardo! Tem toda a razão, os alentejanos tiraram o "i" ao leite para o colocarem no café(i), o que é assim como que uma reciclagem linguística do ponto de vista da oralidade que faz da pronúncia alentejana, quanto a mim, a mais bonita do país...:-)
EliminarObrigada, Eduardo, por embelezar este espaço com os seus comentários em verso.
xx
Adorei amiga Laura.
ResponderEliminarSabe eu reciclei uma cadeira que pertencia ao meu avô paterno e hoje
ela está linda,bem perto do meu computador.
O poema é maravilhoso.
bjs amiga
Carmen Lúcia.
É bonito conservar os objectos que possam ter significado para nós, não olhando apenas à sua utilidade.
EliminarObrigada, Carmen.
xx
Laura , parabenizo-a duplamente . Primeiro, pelo bom gosto na reciclagem . Depois , pelo poema onde conseguimos vê-la , na sua cadeira favorita ,com um livro na mão , viajando pela literatura . Aproveito para lhe agradecer as generosas visitas ao meu espaço . Beijos
ResponderEliminarObrigada, Marisa.
Eliminarxx
Frequentemente esquecemos o valor existencial de alguns objetos ou peças que fazem parte da nossa história. São espaços dentro de vários tempos (nossos). Gostei imenso do poema; aliás aprecio sempre a originalidade poética (cansam-se frases feitas...) pois, de um quotidiano de gestos, se faz a mais bela poesia!
ResponderEliminarSobre o conjunto de fotos, retratanto alguns dos passos seguidos para reciclar, elogio o teu saber e dedicação (eu não tenho jeito nenhum). Deste modo "personificas" lembranças e acrescentas vida à tua vida. Não sei se a primeira também era da "casa". Em todo o caso, ficaram lindíssimas. Parabéns!
Bjo, querida Laura :)
A questão, Odete, é que eu já deitei fora móveis e outros objectos, algo de que me arrependi, porque só tardiamente comecei a olhar para as velharias de outra forma.
EliminarNão, nenhuma destas cadeiras era cá de casa, estavam perto do contentor do lixo :-) e eu gosto de restaurá-las não por necessidade, mas pelo prazer que me dá, embora acabe sempre por encontrar-lhes utilidade. A verde está na varanda, e a outra está de momento a um canto da sala com livros em cima, mas mudará de lugar várias vezes, certamente....:-)
Obrigada, Odete!
xx
Lindas as cadeiras com o teu trabalho de arte e afeto,
ResponderEliminarpossibilitando uma nova expressão espacial e novo movimento
que repercute no nosso interno, parabéns!!
O poema é lindo, Laura...
Acho que até as cadeiras (objetos) são valorizadas pelo
olhar afetuoso do poeta. Ah poetisa, esta cadeira ficou vestida
da mais bela poesia, um barco navegando pelas ondas do
teu pensamento azul (infinito), a ficar a cada porto das
páginas do livro, remetendo ao teu livro-vida,poesia,poesia...
Adoro o teu espaço e ler-te sempre. Beijinhos.
PS: Mesmo com o tempo atarefado,visito com vontade,
alegria e gosto muito...
Poesia também pode ser amor e criação de beleza, neste caso a tentativa....:-) Tenho agora uma mesa pequena com tampo redondo, de madeira sem qualquer tipo de tratamento, que quero pintar com desenhos, talvez aves ou flores, ainda nem sei...mas agora não tenho tempo.
EliminarTudo isto como o blog, é um passatempo para mim, mas tento sempre fazer o melhor que posso, dentro do tempo disponível. Eu sei que comentas com prazer, mas não deves retirar tempo aos teus afazeres, para comentar. O tempo não estica, e comigo estás à vontade...;-))
Obrigada, Suzete pelo teu carinho de sempre.
xx
Amiga,
EliminarQuando tiveres um tempinho passa no meu espaço, tem
a minha resposta ao teu magistral comentário, que eu
adorei... Muito obrigada,querida!! Bjos.
Estou indo...:-)
Eliminarxx
Lindo o trabalho realizado na cadeira, pois é...
ResponderEliminarQuase tudo é reaproveitável. Parabéns!
Quanto ao poema, ficou adorável.
Bjuss e obg pelas visitas e comentários ;)
De nada, Nádia.
EliminarDe facto quase tudo é mesmo reaproveitável, basta pôr a cabeça a funcionar! :-)
xx
Bonitas fotos y poema.
ResponderEliminarObrigada, David.
Eliminarxx
Adoro estas reciclagens. Dar uma nova vida aos objectos é lindo.
ResponderEliminarEu adoro do velho fazer novo! :-)
Eliminarxx
Bom dia, parabéns pela sua habilidade no reciclar, sou ao contrario, jogo fora o que devia reciclar. as cadeiras ficaram lindas e o poema é magistral.
ResponderEliminarAG
http://momentosagomes-ag.blogspot.pt/
Boa tarde, António!
EliminarHá-de dizer-me onde joga todas essas coisas fora para eu ir lá buscá-las!...:-))
xx
Gosto muito das cores das cadeiras e do tecido escolhido para forrar o banco.
ResponderEliminarSofia
O tecido com o qual forrei o banco já o tinha cá em casa, também não precisei adquiri-lo...;-)
Eliminarxx
Oi Laura!
ResponderEliminarQue bela inspiração...
adorei a poesia sobre sua cadeira favorita!
E a reciclagem ficou ótima,
deu vida nova à cadeira.
Beijos :)
Oi, Clau!
EliminarDei nova vida às cadeiras, neste caso...:-)
E a minha "cadeira" preferida é mesmo um cadeirão.
xx
Ah pois, hoje não tens razão de queixa, este poema não é triste! ;-)
ResponderEliminarAs mães gostam geralmente pôr a casa bonita...!
xx
Olá Laura Santos
ResponderEliminarQuero confessar-te uma coisa: O meu coração está um pouco despedaçado, partido, um pouco enferrujado.
Será que o posso colocar nas tuas mãos a fim de o ter novamente concertado, lindo e esplendoroso?
Parabéns...És sem dúvida uma mulher de uma habilidade espectacular...
Adorei o poema.
XX
Ah! Corações é que não são mesmo a minha especialidade, mas acredito que um coração partido se possa colar, dependendo da qualidade da cola, e quanto à ferrugem nada melhor que uma boa "lixadela"!... Estou a ver que a passagem do Zenit deixou em ti marcas profundas! :-)
EliminarObrigada, Ricardo.
xx
Não me fales no Zenit...fico arrepiado, lool
EliminarXX
Chato, mesmo... Para a próxima será melhor!...:-)
Eliminarxx
Laura, como são preciosos esses móveis antigos! Carregam lembranças que nos fazem voltar no tempo. São ricos e com nova roupagem decoram com beleza os ambientes. Também lamento não ter guardado alguns dos quais minha mãe se desfez, por serem ultrapassados (diziam). Eu não possuía, naquela época, o entendimento de hoje. Algumas peças tenho em meu apartamento, com carinho. Você reciclou esses e os deixou belos. Imagino a trabalheira (rss). Seus versos nos possibilitam visualizá-la, poeticamente, nessa cadeira, ora em contemplação, ora em meditação, ora em trabalho, ainda que, eventualmente, sua construção não se baseie na realidade, tendo sido fundada na sensibilidade e no cunho artístico que possui. Grande beijo!
ResponderEliminarEu já me desfiz de alguns móveis bons e acabei por comprar alguns piores, por estarem "fora de moda". Felizmente ainda tenho alguns razoáveis, e aproveito certas peças às quais possa dar um novo ar.
EliminarDá um pouco de trabalho, mas eu gosto deste tipo de trabalho que me faz sujar as mãos.
O poema até é bem "real" mas em relação a um cadeirão! :-)
Obrigada, Marilene.
xx
Oi Laura! Quando nas minhas caminhadas diárias pelas ruas do bairro onde me escondo, vejo sempre restos de móveis semi-novos, porém imprestáveis, totalmente irrecuperáveis, como: camas, armários, guarda-roupas, mesas, cadeiras, etc, por serem fabricados com aglomerados, e não, com madeira maciça como os fabricados antigamente. Grande exemplo este que acabas de nos dá, pois quem quiser continuar possuindo coisas boas, e por muito mais tempo, pense mais vezes antes de jogar algo fora. Se possível, recicle! Hoje não se faz mais nada como antigamente.
ResponderEliminarO teu trabalho obteve um excelente resultado. Ficaram lindas! Parabéns pela ideia e pela disposição.Rsrs.
Abraços,
Furtado.
Ps: Com relação ao "Elixir do Pagé", Meus netos(as) e seus amiguinhos são leitores assíduos. Espero que entendas.
Olá Furtado!
EliminarÉ verdade, os móveis modernos não têm geralmente grande durabilidade, ao contrário dos antigos em madeira maciça que duram gerações. Concordo em absoluto que o segredo da renovação pode passar e muito, pela reciclagem. E às vezes basta uma simples pintura.
Ui, B. Guimarães era ainda mais "destemido" que Bocage! Os teus netos já não frequentam o jardim-escola, então...:-)
Obrigada, Furtado.
xx
Eu, embora no passado me tenha desfeito de algumas coisas que não devia, sou daquelas que penso que um dia iremos precisar do que actualmente deitamos fora hoje, isto tanto a nível material como cultural, portanto, só posso dar-te os parabéns pelo trabalho feito. Gostei muito do que vi.
ResponderEliminarE nessa tua cadeira decerto passas dias bem passados. Adorei a parte do "Que doce é não fazer nada!..." porque eu agora estou numa fase que quase não tenho tempo para nada, sequer para ler um bom livro e talvez por isso também sempre que posso venho aqui para saber das novidades e ler os poemas que escreves, gosto muito de os ler, este então descansou-me e fez-me bem.
Boa noite Laura e 1 beijo*
Bem dizia a minha mãe que há coisas que nunca devemos jogar fora! Basta recuperá-las, tendo um pouco de tempo e paciência, e eu gosto de "meter as mãos na massa".
EliminarTal como também é doce não fazer nada, naqueles minutos só nossos!
Obrigada, Paula.
xx
Olá Laura,
ResponderEliminarReciclar também é arte, mas exige uma boa dose de criatividade e bom gosto, além de paciência. Eu, particularmente, não levo jeito, mas tive oportunidade de ver várias reciclagens interessantes e lindas.
A primeira cadeira ficou um charme nesse tom rosa pink. A verde fica bem perto de plantas, embora confesso que tal cor não me atrai para mobiliário. A capa do estofado do banco ficou perfeita e linda com suas cores bem combinadas e sintonizadas.
E o poema? Gostei demais. Deu até para visualizar você nessa sua cadeira predileta, confortavelmente instalada e saboreando uma bela leitura.
'Que doce é não fazer nada', hein?- Pena que nem sempre nos sobram tempo para ficar 'de papo para o ar'-rsrs.
"... atleta de almofada" foi ótimo´rs.
Beijo.
Olá Vera Lúcia!
EliminarHá realmente pessoas muito talentosas a restaurar objectos. Eu não tenho muito jeito, mas tenho muito gosto e paciência.
Ser atleta de almofada é mesmo o que me apetece ser de vez em quando! :-)
Obrigada, Vera!
xx
Mulher de sete ofícios: cozinha escreve e conserta, como eu a invejo!
ResponderEliminarNão resisto a deixar-lhe um chiste. Aqui há predicado mas não vejo o sujeito...
:)
Não me leve a mal Laura, bem sabe que a admiro imenso.
Agora só me resta ficar à espera para ver o que sai do cavalete.
Cordiais saudações.
Rui, é a primeira vez que ouço a palavra "chiste"!!...:-)
EliminarOs predicados são banais, e o sujeito ainda mais, e embora predicados sem sujeito não valham grande coisa, no caso de sujeitos sem qualquer tipo de predicado, a coisa poderá até ser pior!...:-)
Prometo que se pintar alguma coisa, mostro, que mais não seja para darem uma boa gargalhada...;-))
Obrigada, Rui, a admiração é mútua.
xx
As tuas cadeiras reflectem-te a ti. São brilhantes, coloridas,lindas e confortáveis.
ResponderEliminarA Laura e a sua escrita, são tudo isso e muito mais.
O poema é luminoso e suave.
A arte que te corre nas veias e te sai pela alma na ponta dos dedos, transforma-se em objecto de prazer para todos os sentidos.
Bem hajas, Laurinha.
Eu nem as queria tão brilhantes, mas como a tinta sem brilho é mais cara, achei que a diferença de preço não se justificava, além disso aqui em Lagos nunca têm as cores que queremos..:-(
EliminarObrigada, Dulce, mas és cá uma exagerada!...;-)
xx
Gostei de conhecer esta tua faceta e adorei o resultado final.
ResponderEliminarHá muito talento a correr pelas tuas veias. Uma mulher admirável, é tudo o que se vê daqui...
Beijo
E há outras coisas, mas talvez um dia eu mostre! Obrigada, Sónia.
EliminarTentei comentar-te mas não consegui!...Queria dar-te os parabéns pela participação naquelas duas Colectâneas. Bem mereces ver a tua escrita publicada e reconhecida!
xx
Obrigada, Laura.
EliminarA minha caixa de comentários está temporariamente fechada...sei que isso acabará por afastar quem eu quero e quem eu não quero também, mas...
Beijinhos :)
Bolas! É assim tão sério?!...Eu nunca tive um comentário ofensivo, já tive uns comentários anónimos que de tão estapafúrdios nem me incomodaram, até me divertiram. Porque sei quem os enviou. Alguém que não tem muito que fazer.
Eliminarxx
Nem sequer os considero sérios. Só não tenho é paciência, nem qualquer tipo de necessidade de aturar as frustrações dos outros. Continuo a ler quem gosto e se em algum momento alguém gostou de ler o que eu por ali debito, suponho que continue a fazê-lo. Com ou sem comentário, da minha presença aqui não te livras, Laura. :)
EliminarBom fim de semana.
Beijinho
Que pena!...Eu entendo, há sempre gente que gosta de incomodar os outros...Mas também concordo que quem quer ler continuará a ler, embora para ti não sentir as reacções ao que escreves também deve custar um bocadinho...:-(
EliminarMesmo agora lá fui, ver aquelas fotos extraordinárias! Sabes mesmo olhar para as coisas! Elvas é uma cidade linda.
Bom fim de semana, Sónia!
xx
Laura
ResponderEliminarNão podia deixar de comentar este teu post visto tratar-se de um assunto que me diz muito. Acho que com um pouco de engenho e criatividade às vezes consegue-se dar a oportunidade de nova vida e sentido a coisas quase imprestáveis. E as tuas cadeiras ficaram perfeitas! Tal como o teu poema !
beijo
maria jorge
Maria, eu sei que apareces sempre para ler, mas admirar-me-ia se tu não comentasses este post, pela paixão que tens pela reciclagem e tanta coisa linda que tens feito! :-)
EliminarObrigada, querida!
xx
Devo confessar que nunca tive muita habilidade com as mãos para fazer uma reciclagem. A minha mãe possuía mãos abençoadas, pois transformava lixo num artigo de luxo (entenda-se como luxo algo bonito e útil), isto numa época em que ainda não se associava o ato de aproveitar materiais em desuso, que já fora destinado ao lixo, e trabalhado para que tivesse uma outra finalidade. Além do que, de suas mágicas mãos saiam delicados bordados, crochês e tricôs que encantavam o olhar de quem era agraciado com seus mimos. De uma tela surgiam delicadas flores ou encantadoras paisagens, e de uma peça de porcelana branca (também encostada num armário qualquer) brotavam mimosos enfeites e o nome do presenteado, que seriam gravados e depois secos num forno apropriado. Do seu talento natural para estas atividades, confesso que só consegui herdar a habilidade com o bordado.
ResponderEliminarAh, minha amiga querida, como a tua postagem me fez bem! A tua cadeira favorita despertou em mim a visão da minha mãe acomodada na sua poltrona predileta onde ficava com um “bastidor” na mão, escolhendo as linhas que lhe repousavam ao colo para iniciar o seu bordado, e com toda a certeza devia trazer “na cabeça um universo paralelo”.
Desculpa-me ter “viajado” na tua postagem, mas foi a forma carinhosa que encontrei de dizer o quanto ela me agradou, não só na demonstração da tua habilidade manual como também na delicadeza do teu poema.
Quanto ao cavalete, por favor, faça uso dele o mais breve possível, pois uma tela em branco é um convite muito tentador para ser ignorado por longo tempo.
Quando estiveres a descansar na tua cadeira favorita, e teus olhos pousarem “onde a paisagem se veste de azul” deixa que os pensamentos percorram a imensidão de um “um universo paralelo” e de lá venha nos trazer mais versos para encantar o nosso olhar, perfumar a nossa alma e enternecer o nosso coração.
Grata por sempre me receber neste teu aprazível refúgio com tanto carinho e também pelas pétalas que levas nas mãos quando me visita.
Nos sorrisos e nas estrelas, meu carinho,
Helena
A minha mãe também era exímia em costura, tricot, crochet e bordados. E nós tivemos que aprender tudo isso, mas para tricot e crochet não tenho muito jeito nem paciência. Mas sempre gostei muito de bordar. Antes da minha filha nascer fiz alguns pequenos lençóis bordados e outros com aplicações de patchwork que ainda hoje guardo...E também tenho ainda o bastidor com o qual comecei a bordar...:-)
EliminarUm comentário muito bonito, com essas recordações da tua mãe (que me fizeram recordar a minha).
Obrigada por todo o carinho, Helena.
xx
Laura que beleza, o que a reciclagem faz, aquilo que era pra estar no lixo com um pouco de dedicação e carinho ela se torna boa para o uso, se todos fizessem reciclagem o mundo seria bem melhor, e a natureza agradeceria, Laura beijos.
ResponderEliminarBlog /Fan Page / Twitter /
Exactamente, Lucimar!
Eliminarxx
O.K. Laura,from now on i can confess, that my "passion"for second hand material, is bigger than it ever was before,
ResponderEliminarI love, fixing things, to give them a second life ,but from now on i will send you a picture before and after,so you can make some" poema's maravilhoso"
XX
I love second hand things, it's like giving them a chance for a second life.
EliminarWe all should fix our things paying a lot of attention how things were before and what they have become. I forgot to take the before photo of one of the chairs !...But, who cares!...:-)
Obrigada, Willy.
xx
A Laura, entre muitas virtudes tem destas coisas, desafios.
ResponderEliminarRecicla aqui na madeira memorias, assim tal vejo.
Eu sou um beirao alentejano que durante pouco mais de meia duzia de anos, seduzido pela beleza e afectividade de suas gentes, gozava os dias disponiveis olhando o "meu" Guadiana sob o alpendre, sentado em coisas compradas e depois recuperadas na feira de Estremoz. Ou uma ou outra nova mas sempre "alentejana". Aquelas cadeiras vendidas no dia da festa das flores no Redondo, floridas na pintura, com aquele toque azul que apenas o alentejo tem...Eram inspiracao.
A Paula, uns tempos atras queria mandar borda fora um movel da casa de banho, daqueles brancos...foi quando me veio a imagem das terras do "Cante" e "Deixa que fica por minha conta,,,", armado em valente para impressionar a dama, certo, certo, ficou bem, como que tivesse lido as instrucoes da Laura. Lixei e quase fui "lixado" pois a cor era ligeiramente, diferente do cor de rosa pedido, ficou quase da cor da tua cadeira e ainda bem. Uma obra de arte!
Mas nao resisto de trazer um pouquito de memorias mais recuadas, aquelas em que em volta da lareira na casa de meus avos ou pais, cirandavamos pelas duas, afinal parecidas nos habitos e parca decoracao e volta e meia se partia a perna de um mocho.
O mocho nao era aquela ave agoirenta, nem tao pouco a cabra ou chibo que nascia sem cornos, era apenas um banco de madeira de quatro pes e se um partia, la ia um bate cu...
Aquilo nao tinha encosto por isso tal como o poema "lindo" da Laura, era a minha cadeira, e encostava as costas na parede, mesmo junto ao pequeno forno que cozia carne, pao e biscoitos, junto da fogueira.
A dona de casa mandava "amanha remendas o mocho , ja sabes...".
Eu ouvia, mas nao sabia que um dia iam chamar aquilo reciclagem.
Sentia e ainda hoje sinto que era a minha cadeira, ali no quentinho ouvia estorias, via risos e lagrimas, via a expressao do mundo nos olhos dos adultos que mesmo sem perceber sentia que eles estavam a sentir algo.
Num simples mocho da altura de uma cadeira...
Beijo, Laura.
Quem tem um alpendre tem tudo, não é Xico?...Muito mais, se esse alpendre tiver vista para o Guadiana...:-)
EliminarEstou a ver essas cadeiras alentejanas, pintadas. São muito bonitas, e até são aqui vendidas aos turistas.
Esse móvel da casa de banho fez-me lembrar os meus armários de cozinha; queria pintá-los de verde azeitona, e o verde que me saiu na rifa acabou por ser muito mais escuro!
Sem dúvida que antigamente tudo se arranjava e não se lhe dava o nome de reciclagem. Muito bonita a história de como um mocho (não a ave) pode sempre pedir as costas emprestadas a uma qualquer parede, nesse caso uma parede junto a um pequeno forno de delícias.
Que belas recordações que esse mocho lhe traz, recordações quentes de um tempo que ficará sempre na memória.
Isto não é um comentário,mas um autêntico post! Acho que o Xico devia escrever um livro, porque tem sempre tanto que contar, e que bem conta!
Obrigada, Xico! Belíssimo comentário.
xx
Ser atleta de almofada não é nada bom, mas sabe bem...
ResponderEliminarGostei das tuas cadeiras. És uma artiusta.
Posso mandar-te meia dúzia para as arranjares...? eheheheh...
Bom resto de semana, querida amiga Laura.
Beijo.
Podes enviá-las! Eu costumo dizer que faço tudo, só não mexo em coisas eléctricas. Uma vez apanhei um choque, fiquei traumatizada...:-)
EliminarBom resto de semana também, Nilson!
xx
Nos tempos que correm, um hospital de cadeiras e outras coisas semelhantes até seria um bom negócio...
EliminarTem um bom domingo, querida amiga Laura.
Beijo.
Possivelmente. Não só de cadeiras mas de todo o tipo de móveis, só que existem certas técnicas para restauração de certos móveis antigos que eu ainda não domino. Mas é verdade que cada vez mais as pessoas querem preservar ou modificar um determinado objecto.
EliminarObrigada, Nilson. Espero que tenhas uma óptima semana.
xx
A prosa está bonita, mas ganha um particular significado depois de se ter visto as fotos que tocam muito pelo seu antes e depois, pelo ar que ganham, pela vida que passam a ter, como uma sala de reanimação, onde aqui se sai ainda (muito) melhor...
ResponderEliminarParabéns pelo trabalho, pela sensibilidade, pelo gosto...
Beijinho amigo
Obrigada, Daniel.
Eliminarxx
Bom dia, Laura.
ResponderEliminarQue belíssima e inspirada poesia.
Adorei ver como faz com a cadeira da tua alma.
Para mim, o que poetizou, não é apenas físico, vai muito mais além.
Vejo tal cadeira como a alma que encontra-se em determinados estados de espírito, assim, sabes muito bem como conduzi-la.
Tenha um fim de semana de paz.
Obrigada pelo carinho.
Beijos na alma!
Olá Patrícia!
EliminarAh eu sou mesmo mestra a conduzir cadeiras; basta sentar-me e fico noutro lugar :;-))
Bom fim de semana, também.
xx
Puxa vida!... Laura, que trabalho primoroso fizestes... Posso imaginar o trabalho que tivestes, mas que, por fim, foi coroado por êxito - julgando a foto da primeira cadeira, sem, entretanto, deixar de considerar os outros teus trabalhos admiráveis, feitos com notada entrega e extremo capricho. Quer dizer então, que além de notável poetisa és também uma artesã de "mão cheia"?
ResponderEliminarEncantou-me este teu post... Tenhas um final de semana maravilhoso, além de proveitoso.
Abraço.
Obrigada, Viviani. Convém dar alguma utilidade às mãos, e as minhas têm calos!...:-)
EliminarBom fim de semana!
xx
Laura, ficou espetacular! Parabéns.
ResponderEliminarGostei também muito do poema.
Bjs
Obrigada, Elisabete.
Eliminarxx
Com boas maneiras!
ResponderEliminarpara reler o seu poema
voltei aqui amiga...
para ver numa casa bonita
recicladas duas cadeiras.
Mas, não foi só por causa disso,
está à porta mais um fim de semana
como sou alentejano seu, virtual, amigo
venho aqui desejar-lhe por que não estou esquecido
bom fim de semana Laura Santos, virtual, amiga alentejana!
Boa noite e bons sonhos, um abraço.
Eduardo.
Obrigada, Eduardo.
EliminarTenha um bom fim de semana e uma boa noite.
xx
A cadeira ficou lindíssima, parabéns!
ResponderEliminarNão te julgava tão prendada, mas vejo que me enganei!
:))
Não acho que tivesse ficado lindíssima, apresentável, sim.
EliminarMas obrigada, Jorge.
xx
A chuva é algo de agradável para mim, desde que não esteja frio.
ResponderEliminarUm verdadeiro amigo é coisa rara.
xx
Laura, como convicta atleta de almofada eu só poderia amar seu poema... e as suas transformações. Ando em busca de um móvel antiguinho para transformar, mas ainda não calou encontrá-lo...
ResponderEliminarAbraço!
Encontra-lo-ás um dia. Eu agora ando a pensar como vou tratar de uma mesa redonda pequenina...:-)
Eliminarxx
Ao seu comentário, venho responder,
ResponderEliminarsou um caçador de boa amizade
não quero ver os passarinhos a sofrer
deixem-nos voar em liberdade!
Obrigado pela visita,
desejo resto de bom domingo para você
amiga Laura Santos, um abraço.
Eduardo.
Caçadores de boa amizade é o que interessa. Que os pássaros voem em liberdade.
EliminarObrigada, e boa semana, Eduardo.
xx
É bonito de ver o antes e depois. Tens habilidade e bom gosto em dar nova vida ao que parecia gasto e sem mais utilidade. Poesia e arte. Duas formas de expressão renovadoras.
ResponderEliminarAbraços/Prazer em conhecê-la.
Obrigada Rosa Mattos.
EliminarO prazer é todo meu.
xx
Laura..
ResponderEliminarQue coisa mais linda você fez!!!
Sou apaixonada por moveis antigo vendo seu trabalho
tive uma grande ideia com umas peças antigas .
Um carrinho de servir chá ,uma mesa de colocar telefone
tem mais outras também.
Vou me arriscar na pintura igual você foi corajosa sei bem o trabalho que da tudo isso.
Eu só não vu ter coragem é de reformar um guardo roupa
é
pena tudo em madeira.
Belo trabalho querida.
Tenha uma abençoada semana .
Abraço.
Evanir.
Dá um pouco de trabalho, sim, lixar dá cabo das mãos, mas quando se gosta tudo flui.
EliminarObrigada, Evanir.
xx
Ficou bom assim!
ResponderEliminarSeu post me fez lembrar o emborrachado dos apoios de braços da minha cadeira giratória que se estragaram, daí eu uso duas toalhas em volta dos ferros que restaram, para amaciar.
Com a borracha é mesmo assim; nada a mais a fazer do que arrancar os restos e substituir por outro qualquer material adequado à função.
EliminarAchei engraçada a utilização das toalhas! Quem não tem cão caça com rato...:-)
xx
Ficou muito legal, Laura! Já ouvi dizer que "todo problema do mundo é o desperdício". Ótimo poema, de repente um simples projeto inanimado fica animado e nos pega pelas mãos e nos lega a outra dimensão na imaginação, na criatividade mágica do poeta. Gostei!
ResponderEliminarOs problemas do mundo não se reduzem infelizmente ao desperdício, mas o desperdício é realmente um deles. Eu fui ensinada a não desperdiçar.
EliminarObrigada, Fábio.
xx
Adorei as cadeiras, beijo Lisette.
ResponderEliminarObrigada, Lisette.
Eliminarxx
Estive por aqui. E, olhei as 'cadeiras'.
ResponderEliminar---
Felicidades
MANUEL
Olhou e viu?....
EliminarFelicidades também para si.
xx
As minhas férias terminaram… e para assinalar o seu fim publicarei um post, logo, à meia noite. Fico-te aguardando.
ResponderEliminarBelo trabalho! Tenho que te contratar... :)
Como arquitecto faço remodelações... em móveis (idealizo-as, claro!). Se juntar a isso remodelar o recheio... tás a ver!
Gostei muito do poema - uma cadeira feliz nas mãos duma grande poetisa.
Um beijo
Miguel
Quem é vivo sempre aparece!...:-)
EliminarObrigada, Miguel. Bom regresso!
xx
Olá Laura.
ResponderEliminarGostei muito do resultado final. Ficou muito bem.
Quem me dera ter algum jeitinho... é que não passou por aqui nenhum jeitinho, ou se passou, passou desapercebido e eu nem dei por nada :)
Um beijinho
Paula
Olá Paula!
EliminarEu acho que toda a gente precisa é gostar de fazer. Com gosto, o jeito aparece :-)
xx
Bom dia. Tenho-me cruzado consigo por vários blogues amigos. Num deles li num seu comentário que é de Lagos, e isso trouxe-me até aqui. Meu marido é de Lagos, tem lá família e eu desde 67 que passo as férias em Lagos, exceptuando este ano. Cheguei e deparei-me com um belíssimo blogue, do qual fiquei fã. As cadeiras ficaram lindas e adorei ler o seu trabalho sobre as calçadas portuguesas e os calceteiros.
ResponderEliminarUm abraço
Boa noite, Elvira.
EliminarÉ verdade, andamos a cruzar-nos de vez em quando. Eu não nasci em Lagos mas vivo cá há tantos anos que é como se fosse. Quem sabe um dia não nos encontramos por aqui numa das suas férias?...:-)
Obrigada, Elvira.
xx
Que bom poder trazer as recordações para o nosso lar.
ResponderEliminarGostei tanto do poema como das sugestões ecológicas.
Beijos
Eu trouxe coisas velhas que pelos vistos não interessavam a ninguém, nem como recordação :-)
Eliminarxx
Laura, sorry for the bad feeling,but it give's me the power, to go on with painting
ResponderEliminarI like any kinds of feelings, translated in words.....
XX
Life is a mixture of good and bad feelings, and any kind of art only can show it as imagined, as it should be or as it is. "The Scream" of Munch or Picasso's Guernica also give us that wonderful "bad feeling"...:-)
EliminarFeelings should be translated in no matter whatever language, and if it won´t make you feel anything...something must have been "lost
in translation", or might be only an attempt to art.
I like your paintings.
xx
Ah, Laura, das coisas mais simples os versos mais lindos.
ResponderEliminarGrande beijo.
Que surpresa, Nato!
EliminarDe facto fiquei satisfeita com este poema. Escrito com toda a serenidade do mundo.
É a velhice, Nato, é a velhice! ;-))
xx
excelente trabalho...
ResponderEliminarObrigada, Til.
Eliminarxx
Boa tarde, Laura
ResponderEliminarFui lá acima (ao meu comentário...) ver o que tinha escrito para não estar a repetir-me, e evitar que me dissesses: é da velhice, é da velhice -:)))
Se calhar até é...
Cometi a gafe de escrever que, "na minha qualidade de arquitecto, faço remodelações em móveis". Claro que eu queria dizer em "imóveis"!!! - é da velhice, é da velhice... (não sou marceneiro, nem restaurador (só de "imóveis") mas tenho pena...)
Por acaso fiz restauração de prédios antigos (históricos) numa vilazinha adorável, na Bretanha, e foi um trabalho FABULOSO, que adorei fazer.
Bom, mas não vim aqui para falar de mim - coisa mais sem graça! - mas sim agradecer a tua presença no «DEUSA», que me dá sempre muito prazer.
Continuarei a passar por cá sempre que possível.
Um beijo
Miguel
Olá Miguel!
EliminarOlha que eu pensei mesmo que também tivesses começado a interessar-te por Arquitectura de Interiores, o que não seria de admirar com o teu bom gosto, mas decerto que restaurar imóveis, embora dê muito prazer, dá já uma grande trabalheira!
Deve ser extraordinário "pegar" em prédios históricos em estado moribundo e fazê-los renascer
Porque é que não postas sobre esses trabalhos que já fizeste?...Seria interessante ver o antes e o depois...:-)
xx
Olá Laura!
ResponderEliminarPara que saiba, divulguei a Programação das apresentações do 2º Prosas Poéticas que se iniciará nos próximos dias; dê uma olhada, quem sabe entre as autoras e os autores participantes, não tenha alguém a quem você gostaria de prestigiar.
Abraço.
Olá Viviani, já lá fui.
EliminarUma bela iniciativa!
xx