terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

A Céu Aberto


                                   
               "The Inner Ocean" Christian Schloe



                                                         Todo o vale a leste
                                                          foi ocultado por colinas
                                                          p'lo leve manto que me deste,
                                                          feito de vento e pedras finas.
                                                          Enquanto o espanto me pasmava
                                                          em perfume de alegria
                                                          a aragem despenteava
                                                          no meu rosto a franja do dia.
                                                          Do outeiro a norte
                                                          encomendei primeiro 
                                                          um pouco de sorte...
                                                          Do prado a sul
                                                          o aroma verde do pinheiro.
                                                          Do lago dos meus olhos
                                                          um espelho de luz no monte
                                                          a céu aberto.
                                                          Subitamente
                                                          do vasto horizonte
                                                          todo o sal da beleza
                                                          se fez perto
                                                          num mar de sol
                                                          e azul turqueza.




Sou uma apaixonada pela música do Fausto B. Dias, por isso escolhi hoje, Todo este Céu, cantado pela Né Ladeiras. 
" E qualquer coisa acontece no mais alto dos céus/ qualquer coisa no fundo do meu coração/ mas não sei das trevas nem da luz/ Pois sem ti não há céu nem chão/..."

108 comentários:

  1. Que poesia maravilhosa amiga Laura.
    "Do lago dos meus olhos,um espelho de luz no monte a céu aberto"
    Amei e a música nos faz sonhar e chegar ao vale leste oculto nas colinas através do manto recebido como abrigo.
    bjs-Carmen Lúcia.

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    1. Obrigada, Carmen Lúcia.
      Foi um manto de princesa, Carmen! ;-)
      xx

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  2. Em crescendo, no ritmo certo...
    Belo, Laura!

    Um beijo :)

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  3. Boa noite Laura

    Maravilhoso poema, mas este ""Enquanto o espanto me pasmava
    em perfume de alegria
    a aragem despenteava
    no meu rosto a franja do dia.""
    Lindo este Céu Aberto

    A musica não conhecia, mas é linda e oportuna, ou não tivesses sido tu.
    Gostei!

    Beijos

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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    1. Olá Cidália!
      Não conhecias esta música?!...É do Fausto, mas aqui cantada pela Né Ladeiras. Gosto muito das canções dele.
      Obrigada, Cidália.
      P.S - Enviei-te um email.

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    2. Desculpa tardar
      Mas de manhã tive problemas e tentei limpar.
      Volta lá, tenta ignorar

      Beijinhos

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    3. Desculpa, Cidália, mas não é uma questão de ignorar.
      Já te expliquei porquê.
      xx

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  4. Una preciosa canción de Né Ladeiras. Todo este Céu,
    Un Poema lleno de sensibilidad en las que tus Letras son un perfecto pincel para colorear ese intenso paisaje que brota del fondo del Alma.
    Es una perfecta composición que acaricia nuestra piel al ritmo de tus Versos.
    Abraços e Beijos.

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    1. Esta canção tem um poema muito bonito, por isso a escolhi.
      Um poema muito simples, o meu.
      Obrigada, Pedro, e sucesso para as "Manos Unidas"!
      xx

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  5. Hey,Laura
    With "Chat Baker's" version of " My funny Valentine" on the radio,just before my every dag "night walk" ....The inner feelings....
    XX

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    1. Thats the most beautiful version of "My Funny Valentine", in my opinion. A song with very peculiar lyrics, and the melody is awsome, and Chat Baker's voice is perfect for it!
      xx

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  6. Inebriado por cheiros e pelas formas que se deixavam adivinhar, imaginem como terá ficado depois, com tanta luz e cor, quando caiu o véu...
    Que lindo amanhecer!
    Gosto da Né Ladeiras mas não troco pelo Fausto, ele é único, como eu.
    :)
    Bom dia, cheio de alegria!

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    1. Ao menos não é um poema triste...! :-)
      Concordo consigo em relação ao Fausto, só que para este post eu precisava mesmo de uma voz feminina a cantar aquela magnífica letra!
      Obrigada,Rui. O dia esteve lindo, com um sol maravilhoso.
      xx

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  7. Canta bem Né Ladeira,
    gostei de a ouvir cantar
    a Feira da Ladra é verdadeira
    sempre tenho ouvido falar.

    Se de longe se faz perto,
    longe se pode ir a caminhar
    terá o poema A Céu Aberto
    a aragem vinda do mar?

    Se não há céu nem chão,
    onde é que se acolhe a beleza
    não deveria ser o coração
    evadido pela tristeza!

    Nos versos o aroma se envolve,
    nas palavras do poema sensibilidade
    com menos agressividade nas colinas se move
    o vento, quando diminui de intensidade!

    Desejo um bom dia para você,
    amiga Laura, um abraço,
    Eduardo

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    1. De longe pode fazer-se perto, e o poema tem mesmo essa aragem do mar, que por aqui se sente muito. Parece não existir céu nem chão, mas na verdade há sempre, e o coração não está sempre triste; de vez em quando sopram uns ventos que trazem alegria.
      Obrigada, Eduardo.
      xx

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  8. Fez-me bem à alma; enlevou o espírito ouvir melodia magistralmente interpretada de versos primorosos e encantadores, o que enfatizou e tornou entendível do porquê tu és uma apaixonada pelas criações do compositor, assim como, ratificou a sensibilidade poética que expusestes nesse
    lindo poema.
    Abraço.

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    1. O Fausto é mesmo um bom cantor, mas sobretudo um excelente compositor.
      Obrigada, Viviani.
      xx

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  9. Respostas
    1. Aaah!...You must have been in a hurry to your daily night walk to forget to sign your comment...:-)
      xx

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  10. Boa escolha, parabéns Laura!
    Cá vai o meu abraço, em dia de céu aberto.

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    1. É verdade, António, hoje esteve mesmo um dia de céu aberto. Até que enfim!
      xx

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  11. Dá para imaginar a paisagem que descreve nos seus versos.
    Bjs

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  12. Laura, minha querida: muitas vezes chego aqui e após a leitura da tua postagem que primeiramente faço de um só fôlego (risos), e só depois começo a leitura atentando para os detalhes, absorvendo cada pedacinho da beleza e sensibilidade que, sem nenhum exagero, estão sempre a permear os teus poemas.
    E também tento, invariavelmente, fazer um excerto de um texto ou de algum verso que me tenha chamado a atenção ou que me tenha “chegado” ao coração de forma mais prazerosa, mas fico tão perdida entre as nuances exaladas pela tua alma que, na maioria das vezes, não consigo retirar apenas uma parte.
    O poema de hoje é de uma delicadeza tão grande que dá para visualizar o suave manto “feito de vento e pedras finas” pousar nos teus ombros, enquanto o espanto te pasmava em “perfume de alegria” e a aragem despenteava no teu rosto a franja do dia.
    Delicado, Laura, como tudo aquilo que escreves e que nos chega para enfeitar o olhar e perfumar o coração. Nunca pensaste em colocar num livro toda essa magia que tem a fonte na tua alma?
    Outro dia estive aqui e não tinhas ainda feito uma nova postagem. Quando isto acontece num blog que aprecio, e o tempo pode esticar-se um pouco mais, busco reler alguma outra postagem, e nesse dia eu me deparei com um poema que publicaste no ano passado, intitulado “Sinto a tua falta”. Um poema de belas imagens, uma doçura de se ler, e já naquela ocasião tive o mesmo pensamento de que devias mesmo fazer publicar estas pérolas que tuas mãos recolhem lá na fonte da tua alma e que nos dás a conhecer. Hás de crer que as minhas palavras são ditadas pela amizade e consideração que te tenho, mas à margem delas, acredite, está a admiração pela grande POETISA que eu bem sei que tu és. Eu julgo o teu trabalho com a minha sensibilidade, mas bem sabes que outros amigos/admiradores teus o fazem também ditados pela sensibilidade, mas com o conhecimento que possuem para (re)conhecer um grande poeta.
    Pelo menos já pensaste nessa possibilidade?

    Minha linda, amei também o vídeo. Não conhecia a Né Ladeiras, mas fiquei fascinada com a sua interpretação de tão bela música. Buscando conhecer um pouco mais dessa grande cantora, encontrei um vídeo onde ela e o nosso Chico César dão um show de interpretação numa das músicas mais lindas desse grande compositor.
    Quando tempo houver, peço que assista o vídeo. Estou acrescentando também um outro vídeo (somente ela) na interpretação da mesma canção. Algo que nos encanta pela doçura dos seus movimentos.
    São estes os vídeos:
    https://www.youtube.com/watch?v=n_Dkrah0GU4
    https://www.youtube.com/watch?v=HbXd9yzcnIs
    Também procurei ouvir o Fausto B. Dias, e posso dizer que tens toda razão em admirar tanto o seu trabalho.
    Fica meu carinho no olhar lançado à sugestiva imagem que tão bem associaste ao teu delicado poema,
    Helena

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    1. Ah querida, Helena, melhor leitora não se pode desejar!...Para além de leres com atenção, e em várias direcções, ainda sentes curiosidade e interesse pelas músicas apresentadas, quando muitos nem sentem curiosidade para ouvir a música! :-))
      Já conhecia os videos, que fui rever, embora já quase me tivesse esquecido do primeiro, do qual gosto muito. Umas "Asas" que funcionam muito bem em dueto!
      O Fausto tem de facto composições muito boas, pena que grave muito esporadicamente....
      Quanto ao livro, Helena, a minha filha também leva a dizer-me isso, mas acho que ainda tenho que evoluir um pouco mais para que possa aspirar a algo do género, embora a publicação de um livro nunca tenha feito parte dos meus objectivos. Eu gosto de escrever, escrevo para mim, o resto não me interessa muito. Mas quem sabe um dia...?
      O "Sinto a tua falta" também acho que me saiu muito bem...:-)
      Obrigada pelos teus comentários (sempre), e pelas tuas considerações. Pela tua atenção e carinho para comigo, que retribuo, como bem sabes.
      xx

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  13. Bom dia, lindo poema a descrever o lago dos seus lindos olhos que é uma bela paisagem, a musica portuguesas é fantastica, temos lindas musicas que o mundo não conhece.
    AG

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    1. Obrigada, António. É verdade, a música portuguesa tem muitos valores, mas pouco divulgados, à excepção de dois ou três nomes...
      xx

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  14. Oi, Laurita,

    Depois do carnaval que rolou por aqui durante quase sete dias ininterruptos, nada melhor que essa música para reeducar os ouvidos e esse belo poema que nos faz reencontrar o encanto da palavra na materialidade deste poema. Essa realidade viva produzindo novos sentidos que exige do leitor atenção para se integrar à palavra poética, palavra tão bem arquitetada em imagens que, só na aparência revelam simplicidade, pois a palavra se oferece à descoberta exigindo do leitor acuidade, atenção para não perder o silêncio que precede a voz do poeta porque “subitamente/ do vasto horizonte/ todo o sal da beleza/ se faz perto/ num mal de sol/ e azul turqueza.
    Sem pedir permissão a Helena, faço minhas as suas palavras ou as endosso com um carinho imenso...
    Abraços,

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    1. Olá Zé!
      Eu gosto de samba, mas imagino que a seguir a um Carnaval, (principalmente no Brasil), saiba bem ouvir outros sons!
      Tu, tal como a Helena, exageram um pouco nos elogios, mas em relação ao carinho, nunca é demais, e eu gosto! :-))
      Obrigada, Zé, pela tua leitura sempre atenta.
      xx

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  15. Laura querida,

    Vou começar do final porque fiquei aqui ouvindo a música de olhos fechados, saboreando-a. A melodia é deliciosa de se ouvir.
    "Pois sem ti não há céu nem chão..." (Expressão forte de amor e paixão).

    A tela é maravilhosa. Fiquei observando-a em cada detalhe. Sou amante de arte. Gosto muito das obras de Christian Schloe.

    Quanto ao poema, é belíssimo. Traz imagens ricas e lindas, que me deixaram a divagar e sem palavras para expressar uma interpretação à altura. Contudo, as últimas estrofes me remeteram a uma aurora deslumbrante... a um maravilhoso raiar do dia.

    A postagem esta numa sintonia perfeita entre imagem, música e poema.

    Parabéns, Laura! É sempre um prazer passar por aqui e tomar uma banho no mar de sua sensibilidade.

    Belos dias e grata pelo carinho.

    PS: Meu irmão ficou bem, graças a Deus. Teve apenas luxação em um dedo do pé e hematomas diversos pelo corpo, pois foi lançado por um carro de um lado a outro da rua. A moto ficou praticamente perdida. Nem vender os restos dela ele consegue. Já é o segundo acidente dele com moto. No primeiro ele teve fratura exposta no pé e precisou ser operado. O fato dele estar de capacete e com roupa adequada o poupou de problemas maiores.
    O fato é que já estamos fragilizados por aqui e a notícia de um acidente de moto, que costuma ter gravidade, nos abalou ainda mais. Sabe aquela sensação de pânico que dá no momento, com receio de mais perdas? Foi assim que me senti. Peço a Deus que ele abandone a moto de vez, mas sei que é a paixão dele. Fazer o quê, né?

    Até mais!
    Depois circularei por aqui para ler as interpretações dos amigos e suas próprias considerações a respeito do poema.

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    1. Olá Vera Lúcia!
      Eu também gosto do C. Schloe, que apenas descobri agora, não conhecia...
      É isso mesmo, Vera, este poema é um elogio à manhã e à natureza, a um despertar que nos faz sentir a beleza de uma manhã de sol, e de como independentemente de uma névoa ao longe poder ocultar montes e vales, sabemos que o sal da beleza que nos surge, na forma de mar e sol à nossa frente, também existe nos montes, embora de momento escondida ao nosso olhar.
      Uma manhã muito reconfortante, transportada para um poema muito simples e "rudimentar".
      Sinceramente também acho que neste post consegui uma certa harmonia entre a imagem, o poema, e a música.

      Fico contente por saber que o acidente do teu irmão não teve tão graves consequências assim, no entanto, é sempre um susto imenso, ainda mais com todos esses acontecimentos anteriores...algumas marcas no corpo, e uma moto para a sucata!
      Mas parece que a moto funciona, para muitos, quase como uma segunda pele, e dela não abdicarão. É mesmo, fazer o quê?...Esperar que não volte a acontecer.

      Obrigada, querida Vera. Bom resto de semana.
      xx

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  16. Quando se deixam vaguear as palavras acontecem poemas lindos e perfeitos. Adorei
    xx

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    1. E olha que eu nem sempre as deixo vaguear muito, senão podem escapar-me algumas que quero aprisionadas...;-)
      Obrigada, Ricardo.
      xx

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    2. Nunca te inibas de deixar vaguear o pensamento porque ele é o "motor" da tua imaginação...que deixa brotar da tua alma..palavras que te "obrigam", pela beleza natural da tua sensibilidade, a escrever poemas ...BRILHANTES
      xx

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    3. Há coisas que só podes dar-te ao luxo de publicar, se fores um escritor conceituado...por mais "brilhantes" que esses escritos possam ser!...;-)
      xx

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  17. Oi Laura \o/
    Que beleza de postagem!
    Amo a arte de Christian Schloe, e você escolheu uma linda imagem.
    Gostei do tom otimista do seu majestoso e alegre poema;
    o qual li ao som dessa música suave, e ficou mais que perfeito.
    Beijos!

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    1. Sim, lá consegui escrever por fim, um poema sorridente!...;-)
      Obrigada, Clau.
      xx

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  18. Desconhecia... muito aprendo contigo!

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    1. Desconhecias o quê?!.... Não acredito mesmo que estejas a aprender alguma coisa comigo!
      xx

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  19. Poesia e música lindas! Presumo que o seu poema foi elaborado/inspirado na paisagem algarvia ou parte...

    "Do prado a sul o aroma verde do pinheiro."

    "...num mar de sol e azul turqueza.".

    Bom fim de semana.

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    1. Se queres que te diga, nem sei de onde me veio a inspiração, mas quando falo do pinheiro, acho que a inspiração me vem sempre, mesmo que inconscientemente, de uma casa onde vivi no Alentejo, e que ficava mesmo junto a um pinhal....acho que trouxe daí, para sempre o aroma dos pinheiros, os cogumelos, as pinhas... e as grandes lembranças de tempos difíceis, mas felizes.
      E depois, é o mar. :-)
      Obrigada, Paula, bom fim de semana.
      xx

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  20. É de se imaginar um belo cenário por sua poesia, ou seria a beleza do ser humano refletida em sua alma?
    Vemos aquilo que temos dentro de nós.

    Um abraço e uma boa semana.

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    1. Quem dera que fosse a beleza do ser humano, mas eu acho que é mesmo a beleza da natureza que me deslumbra.
      Uma questão interessante...claro que só" vemos aquilo que temos dentro de nós"... e por isso tantas vezes nos enganamos em relação aos outros!... Infelizmente.
      Obrigada, e uma boa semana, Dodo.
      xx

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  21. Este delicioso poema é mesmo o sumo da palavra, recorrendo às tuas próprias palavras. A voz de Né Ladeiras adequa-se tão bem à transparência do teu poema, minha querida Laura.
    Parabéns.
    Beijinho grande.

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  22. Peço que me desculpe, Josiel, e com todo o respeito, mas um blog sobre Religião, não faz parte dos meus interesses.
    xx

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  23. Bom dia, Laura
    As minhas primeiras palavras são para agradecer a presença na “festa de aniversário” da minha «CASA», agradecimento esse que já deveria ter sido feito há mais tempo. Mas… nem sempre fazemos as coisas quando queremos, mas sim quando podemos.
    Obrigada!

    O teu poema é maravilhoso. O facto de nos pores “A céu aberto” deixa-nos entrever todas as belezas que a Natureza tem sempre para nos ofertar. E a “pena” de uma poetisa consegue faze-nos ver esses milagres sob um prisma muito especial.

    É sempre um prazer ouvir Fausto (neste caso na voz de Né Ladeiras).
    Confesso que prefiro o Fausto, mas a Né não se sai nada mal :) pelo contrário.

    Terminando com o início :)... gosto imenso da pintura de Christian Schloe.
    As imagens são sempre muito… etéreas, transportam-nos para uma outra dimensão – é exactamente disso que estou precisando…

    Dias muito felizes para ti, todos os dias do ano.
    Beijinhos
    MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

    PS - Todas as vezes que venho "falar" contigo prometo a mim mesma: desta vez vais ser mais comedida. O resultado está à vista! :) - um testamento que vai exigir de ti muita paciência para o ler :)

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    1. Olá Marazita!
      Então eu poderia alguma vez faltar a um aniversário, especialmente quando convidada ?...:-) É um prazer visitar-te, e cada um visita quando pode, e sem obrigações.
      Eu também prefiro o Fausto, mas para a unicidade deste post, queria mesmo uma voz feminina, e também gosto muito da Né.
      O Schloe descobri-o só agora, mas acho que vou "apoderar-me" dele mais vezes!
      Agradeço a tua visita, pois sei como andas ocupada com o livro.
      xx

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  24. Céu é espaço , horizonte, largura, cor e encantamento no embalo do teu fantástico poema, acompanhado por uma das vozes mais icónicas da minha geração.
    Bom demais :) :) Beijos

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    1. Uma voz um pouco fora das lides, a da Né Ladeiras, infelizmente...
      Obrigada, Dulce.
      xx

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  25. Harmonia perfeita entre a delicadeza do seu poema e a leveza da música. A natureza merece versos sensíveis e primorosos como esses de sua poesia.
    Parabéns, Laura!
    Beijos!!!

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    1. A natureza é para mim grande fonte de inspiração.
      Obrigada, Shirley.
      xx

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  26. Laura , um mar de delicadeza . O poema tendo a bela imagem e a magnífica canção num arranjo que nos emociona . Muito obrigada pela generosa partilha . Beijos

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  27. Que lindo, Laura! A delicadeza dos seus versos e a inspiração nos elementos da natureza trouxe beleza para o meu dia. Um poema positivista, a meu ver. Que os ventos tragam o que sonha a doce personagem. Um abraço!

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    1. Obrigada, Bia.
      Tentei ser optmista desta vez. Passando por um momento difícil, quero acreditar que os ventos soprem favoravelmente. :-)
      xx

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  28. Neste excelente poema, foste poeta e pintora.
    Porque as imagens que vais criando ao longo do poema são belíssimas e transportam-nos directamente para um ambiente natural.
    Tem um bom fim de semana, querida amiga Laura.
    Beijo.

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    1. Agora que o disseste, acho que sim; há em muitos dos meus poemas uma tentativa de revelação, de visualização, por isso o aspecto tão descritivo dos ambientes...Existe sempre um cenário feito de palavras, mas um cenário que poderia ser levado à tela.
      Obrigada, Nilson. Bom fim de semana.
      xx

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  29. Já de volta. Do seu comentário referente a publicação no dia 25/2/2015, texto "Reação", agradeço por sua colocação. Em respeito à sua posição, quando digo que o rico trabalha para o pobre tal como o pobre para o rico... o que na realidade fiz foi apontar para o fato de que, independente da condição rico/pobre, todos nós trabalhamos uns para os outros. Imagine um industrial abastado que dedica seu tempo ao trabalho de viabilizar industrialização, digamos, de biscoitos bem populares, feitos com receita simples e barata, acessíveis a populações com baixo poder de compra. Não estará ele trabalhando para os mais pobres que ele? Na realidade não temos como escapar desse ciclo, posto que o ser humano está sempre trabalhando para o ser humano ainda que em meio a isso haja tanta exploração, corrupção, abuso e coisa e tal. Mas, na essência, não temos como escapar disso. Você será capaz de imaginar um ladrão roubando seja lá o que for de alguém que não seja um outro ser humano? Foi isso o que quis dizer pretendendo linha de raciocínio que anteceda do reflexo, aquilo que fazemos vida afora. Grato por sua visita ao Cadinho, volte sempre sabendo ser pessoa tão querida quanto merecedora da minha admiração.
    Cadinho RoCo

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    1. Ah mas eu entendi perfeitamente o sentido do seu texto; toda essa rede de de conexões na qual todos nós estamos inseridos. Simplesmente pretendi ir mais além, e sair fora da rede, elaborando a partir da própria pobreza, perante toda essa teia relacional da qual parece não haver escapatória possível. A própria pobreza que enquanto fenómeno, proporciona a criação de outras redes, que não existiriam se a pobreza não fosse tão endémica.
      Eu compreendo todas essas relações inevitáveis, mas se algumas não podem ser transformadas, já que as directivas governamentais de uma sociedade de consumo, e os meios de produção de riqueza, estão nas mãos de uns e não de outros, gostaria de acreditar que pelo menos em alguns aspectos, algumas das relações deveriam e poderiam ser modificadas, se vontade política houvesse. Porque, nem todos os industriais de biscoitos pagarão mal aos seus funcionários, mas outros, sim, e é esse tipo de questões que me preocupa. O problema da justiça social.
      Obrigada pela troca de opiniões, Cadinho.
      xx

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  30. Reparo agora que seu blog chama-se: escritacommusica!
    Perfeito, não há necessidade de ouvir alguma pelos ouvidos, todo o conteúdo propõe sonoridades...

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    1. Aaah Ricardo! Boa desculpa para nem ouvir a música!...;-)
      Obrigada.
      xx

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  31. Sempre feliz associação essa, Laura, entre o ser querido e ambiente natural, o que, essencialmente, natureza somos completando e entrelaçados. Tudo se equivale, encontra paralelo, ao olhar sensível e treinado anatomia e geografia se misturam. A musica do vídeo e a imagem escolhida de encaixaram perfeitamente. Parabéns!

    https://www.youtube.com/watch?v=WWBhrPK1o0s

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    1. Entendeste bem o sentido subliminar; o ser querido envolto na própria natureza, cuja lembrança, mesmo para lá dos montes, no passado, não deixa de fazer parte de uma paisagem.
      "Todo o Azul do Mar", um presente com belas imagens! E é bem verdade, nunca ninguém tem a intenção de se apaixonar.... Que bom seria não ser dona do mar, mas de um olhar...;-)
      Obrigada, Fábio.
      xx

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  32. Unha fermosura vestida de azul turquesa...

    Beijos.

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  33. Laura:
    Uma terna e verdadeira cumplicidade.
    Caso para se dizer evocando a primeira frase dessa belíssima musica:
    Abraça-me bem!
    Em Coimbra serei tua
    Flutuando nas asas de um Sonho azul.
    Ou bebendo o dialeto Mirandês em La Çarandilheira
    Confessando, que Eu tenho um fraquinho por ti.
    Musicas de sempre e para sempre dessa fantástica voz de Né Ladeiras.

    JINHO

    http://diogo-mar.blogspot.com/

    http://rasgarosilencio.blogspot.pt/

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    1. Belo comentário, Diogo, com todas essas referências a temas cantados pela Né, e que decerto como homem de rádio, tão bem conheces!
      Obrigada.
      xx

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  34. OI LAURA!
    UM MANTO BORDADO DE PEDRAS FINAS, PARA AGASALHAR A RIQUEZA CONTIDA NESSE CÉU.
    MUITO LINDO LAURA.
    ABRÇS

    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Zilani!
      Quando o céu está cinzento, convém recorrer ao céu de sol que temos dentro de nós...:-) É simples.
      Obrigada, Zilani.
      xx

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  35. O seu poema é bem bonito!


    Saudações minhas!

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    1. Obrigada, Vieira Calado. É bom ouvir isso de um poeta a sério! ;-)
      xx

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  36. Perdi-me neste vale a céu aberto.

    Uma corrente que nos faz sonhar com aragens frescas e dias luminosos.

    Beijinhos

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  37. Oi Laura! Dos quatro pontos, os ingredientes da felicidade. Lindo e profundo! Adorei a interpretação de Né Ladeiras em Todo este Céu.

    Estou retornando e, como sempre, contando com a tua valiosa amizade.

    Abraços,

    Furtado.

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    1. Olá Furtado!
      Já te tinha pensado desaparecido em combate!...Felizmente não...:-)
      Bom regresso e bem vindo, Furtado!
      Obrigada .
      xx

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  38. Muy hermosos versos ha sido un placer conocerte,saludos

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  39. Um poema muito bonito. E a canção uma maravilha. Né Ladeiras. Ao tempo que não a ouvia. Obrigada pela partilha.
    Um abraço e uma boa semana

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  40. Sentidos...
    Mundo de aventura
    Numa noite de brilho
    Estrelas apagadas
    Mas quentes
    Seguras
    De olhos fechados
    Sentir o ceu
    Planar
    Rumo a oeste...

    Abraco.

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    1. Lindo, Xico!
      Realmente as estrelas mais belas são aquelas que nos são seguras de olhos fechados.
      Sempre em direcção ao poente; é essa a nossa condição. O amanhecer a Leste, já foi.
      Obrigada, Xico. Consegue sempre surpreender-me!
      xx

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  41. Se se chega atrasada a algum lugar, parece que as desculpas são esfarrapadas; mas não é ocaso: entre festas (as do carnaval não foram impeditivas, exceto estar com a família) e uns achaques da mãe e meus, o tempo faltou...Como também me apeteceu responder na penúltima postagem aos comentários, fiquei mesmo limitada. Esta semana, também não será das mais desocupadas...
    Abrindo o capítulo da tua postagem: de um êxtase contemplativo, foste partilhando sensações que os elementos da natureza te foram despertando, como se fora um amor a fazer nascer em ti o espanto de amar, "somatizando" uma série de imagens no espelho do olhar. Belo, emotivo e lírico, este poema.
    A imagem que parecia estar à tua espera para ilustrar o teu poema e a música doce e cantante (gosto muito da Né Ladeiras pela sua especificidade e ousadia em percorrer caminhos de interioridade em termos musicais) são os braços que abraçam o corpo/poema. Assim, só podia deleitar-me...
    Bjo, querida Laura :)

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    1. Ah Odete, não estás atrasada, estás sempre a horas! Os blogues, por mais interessantes que possam ser, são apenas um passatempo. A vida está lá fora.
      Gostei muito da tua leitura do poema, e cada vez tenho mais a certeza de que, quem lê apercebe-se melhor do que está escrito do que quem escreveu. Haja alguém que me decifre!...;-)
      Aprecio os cantores que não abdicam da qualidade para serem populares, e a Né sempre se manteve fiel a certos princípios. No fundo, não tentar servir o gosto dos outros, mas o se próprio gosto.
      Muito obrigada, Odete.
      xx

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  42. Oi Laura!
    Uma beleza essa combinação, imagem e poema. A música é linda e finalizou com perfeição sua postagem.
    Gosto muito das imagens do Christian Schloe, elas são bem curiosas e expressivas.
    Andei um pouco ausente, mais sempre chego rsrs.

    Abraço!

    Blog da Smareis- É só clicar aqui!

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    1. Ah, diz-se que mais vale tarde do que nunca, mas eu também nunca mais te visitei...
      Obrigada Smareis.
      xx

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  43. Laura passando pra desejar uma ótima quinta-feira beijos.

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  44. Porque já antes comentei,
    por isso hoje não vou comentar
    para uma boa noite lhe desejar
    ser o motivo por que aqui voltei.

    Obrigado pelas visitas, um abraço amiga Laura.
    Eduardo.

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    1. Não tem que agradecer, Eduardo. Espero é que fique bem de saúde.Obrigada, e que passe uma boa noite, também.
      xx

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  45. Oi Laura!

    Grande emoção (minha) ao mergulhar neste mar poético (teu),
    suavemente ler,reler este teu poema, guardando-o na minha alma.
    A comunhão, a unidade com a natureza, em ti e além.
    Em ti a força do nascer dia, a se renovar, no aroma alegria a
    permanecer como uma franja luminosa do teu ser.
    No lago da tua emotividade, os teus olhos espelhados
    refletindo a luz da sensibilidade de ser o céu aberto,
    a existência conectada...
    E neste sentir de plenitude, o horizonte dentro é belo
    é próximo,é infinito de beleza dourada e turquesa de
    mar,natureza e vida...

    A imagem muito bela e perfeita para a imensidão do poema.
    O vídeo (a música) belíssima e tocou-me profundamente...
    Muito grata por este momento aqui,Laura querida.
    Bjos.
    Voltarei depois para comentar a tua nova postagem...

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    1. Olá Suzete!
      É como se sentisse a força da Natureza, dentro e fora de mim, e mesmo quando envolta em névoa, sei que lá está.
      Tão bela a leitura que fizeste, querida Suzete!
      xx

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  46. A sinestesia é das figuras de estilo mais simples, e das mais belas.
    O aroma verde do pinheiro inebria, mesmo! :-)
    xx

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  47. Lindo post, poema e imagem Laura! estou a conhecer mais o teu blogue lendo aos poucos...
    Tenhas um bom fim de semana!
    Beijos e beijos

    http://simplesmentelilly.blogspot.com.br/

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