DESCONCERTO
O amor é um barco distante no mar,
ou este ondular constante do meu coração
nas praias do teu olhar?
Ou é apenas o saltitar das minhas mãos, tão persistente
na estrada da imaginação descrita pelo sol poente?
Será este céu que se sente tão fundo na alma...
É lava de vulcão
ou apenas a estranha calma
duma louca e desconcertada oração?
Será flor de jardim,
ou apenas este pomar a brotar desajeitado
dentro e fora de mim?

Quem amou talvez responderá parcialmente.
ResponderEliminarQuem nunca amou, não responderá.
Quem irá amar, só imagina.
Quem ama, responderá delirantemente.
Eu prefiro não responder.
Bom, até agora ninguém respondeu....:-) Eu responderei.
EliminarEu acho que o amor talvez seja um barco muito distante no mar, mas não tenho a certeza. Eu só imagino, mas não sei se irei amar algum dia.
Este poema também foi escrito há muitos, muitos anos.
Oi Laura!
ResponderEliminarO amor navegando pelas belas metáforas
em curso infinito e indefinido...
Uma oração desconcertante plantada no
jardim interior a brotar flores de sentires...
Tão belo e melodioso este teu poema acompanhado
de uma imagem sublime.
A tua belíssima poesia sempre navega numa
profundidade refletida desta tua luminosidade-Ser...
Sinto saudade de ti e sempre penso que tu estejas
muito bem (feliz)...
Bjos e abraço grande!
Olá Suzete!
ResponderEliminarUm poema escrito há tantos anos, dos tempos em que eu julgava que o amor pudesse ser algo de mais romântico do que aquilo que é. :-)
Eu também sinto saudades tuas, mas voltarei em breve.
Estou feliz, querida. A felicidade é um estado de espírito que depende muito mais de nós do que das circunstâncias.
Um abraço e xx.