DESENCONTRO
Deslizo mansamente o meu coração
no teu pulsar inquieto
Despejo as mil gotas de pólen percorrido
no caminho...
Os teus ramos abarcam as estepes desertas,
esquecidos das viagens incertas...
Espero-te na encruzilhada primeira,
à direita do meu coração desfeito.
Neste rumar-safari desencontrado; espelhos,
palmeiras, palmarés de espuma, parto
nos passos perdidos do pastor.
Peço-te simplesmente por favor,
pede-me um beijo breve
na partida, amor.

palmeiras, palmarés de espuma, parto
ResponderEliminarnos passos perdidos do pastor.
Peço-te ...
Sempre gostei de aliteração proposital.
Eu também , Arnaldo, só que não é muito fácil construir algo que não perca o sentido e a beleza. O velho desejo de tentar aliar harmoniosamente forma e conteúdo...:-)
ResponderEliminar